Documentário mostra a rotina de profissionais que trabalham com moderação de conteúdo na internet

Em conjunto com todas as coisas boas que a internet nos oferece, existe um submundo virtual cheio de maldade e coisas ruins, onde ganham destaque conteúdos ofensivos relacionados a violência, pornografia, pedofilia, maus tratos a animais, terrorismo e afins.

Esse tipo de conteúdo ofensivo geralmente não chega até a grande massa de usuários da internet e principalmente das redes sociais. Mas para que isso aconteça existe muito investimento em sistemas com algoritmos computacionais complexos e muita dedicação de profissionais atuando para identificar e moderar esse tipo de conteúdo.

Com o objetivo de mostrar como é feita essa moderação de conteúdo por profissionais na Índia, o jornalista Adrian Chen e o diretor Ciaran Cassidy criaram o documentário “The Moderators”. O documentário retrata o dia a dia da indústria de moderação de conteúdo de serviços online e mídias sociais, onde atuam mais de 150 mil profissionais, em empresas que prestam serviço para Google, Facebook e centenas de outros serviços na internet.

Quando um usuário abre o Facebook ou faz uma busca no Google, de modo geral não é exibido conteúdo com pornografia e violência. Por quê? Com essa pergunta simples o instrutor de uma sessão inicia o treinamento com sua equipe.

Esse é objetivo do trabalho desses profissionais que atuam com a moderação de conteúdo, identificar conteúdos ofensivos e definir quais fotos, vídeos, áudios ou textos devem ser removidos ou categorizados como explícitos, além de tentar identificar perfis falsos na rede.

Porém, o objetivo principal do documentário é identificar e apresentar os efeitos que a exposição contínua a conteúdos com violência, maus tratos a animais, pornografia e pedofilia causam nos profissionais. Podemos perceber que a rotina desses profissionais pode se tornar bastante sombria, por se depararem continuamente com imagens ou vídeos perturbadores. Por isso é importante um acompanhamento bastante próximo da equipe, para detectar qualquer impacto negativo que essas atividades possam estar causando.

Assista o documentário The Moderators:

Mesmo havendo toda essa preocupação de empresas como Google e Facebook e tantos outros serviços online, é importante tomar medidas para que você, colegas, amigos e familiares não estejam expostos a esse tipo de conteúdo explícito e ofensivo, pois da mesma forma que para os profissionais que atuam com a moderação do conteúdo, qualquer usuário pode sofrer algum tipo de influência negativa, que pode inclusive causar traumas e até mesmo levar a ações prejudiciais a si mesmo e outras pessoas.

Uma forma bastante simples de restringir o acesso a conteúdos explícitos é ativar o serviço de mecanismos de busca chamado SafeSearch, que faz com que conteúdos ofensivos não sejam exibidos nos resultados em buscas na internet.

Em outro artigo demonstramos como é possível configurar o SafeSearch em seu computador ou na rede da sua empresa, escola ou residência.

Também é recomendado a utilização de serviços de gestão do uso da internet, tanto em empresas como residências. Que permitam controlar o uso da rede e evitar a navegação em sites que exibam conteúdos relacionados a violência, pornografia e afins.

Para concluir, é importante lembrar que a internet também tem muitas coisas negativas e precisamos evitar qualquer tipo de interação com esses conteúdos. E como usuários de internet ativos, saibamos usufruir da infinidade de serviços que facilitam e tornam a nossa vida melhor, evitando qualquer tipo de conteúdo negativo existente na rede.

Veja 17 dicas simples para o uso consciente e seguro da internet

O segmento empresarial está se tornando alvo cada vez mais atraente para ataques virtuais. Por conta disso, as empresas precisam tomar cuidados diários para manter-se longe das ameaças, adotando medidas de combate, prevenção e orientando os colaboradores sobre a importância da segurança.
Visando uma maior proteção para o setor corporativo, a SaferNet (entidade de proteção e combate a violações dos direitos humanos na internet) criou uma lista com dicas para uso consciente da internet, além de disponibilizar o balanço de sua atuação.

Em 8 anos foram recebidas e investigadas 3,4 milhões de denúncias anônimas diretas da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, envolvendo 527.061 páginas (URLS) e conexões de 94 países. O número representa cerca de 427 mil denúncias por ano. Entre as irregularidades com maior incidência estão a pornografia infantil (1,3 milhão) e a apologia e incitação a crimes contra a vida (638 mil).

De acordo com Rodrigo Nejm, diretor de Educação e Atendimento da SaferNet, o problema não está na tecnologia, mas sim no uso indevido da internet e serviços disponíveis na web por parte das pessoas. “Com a união de todos, incluindo empresas dos mais variados setores e do governo, teremos mais forças para construir uma internet mais saudável”.

Você pode conhecer e utilizar os serviços e informações que a SaferNet disponibiliza acessando o site: www.safernet.org.br .

Dicas para o uso consciente da internet:

  1. Verifique as configurações de privacidade nas redes sociais e atualize-as sempre que necessário. Não deixe dados pessoais acessíveis a desconhecidos.
  2. Utilize sites seguros sempre que possível, por exemplo, aqueles que possuem https (navegação criptografada), porque as informações enviadas para esses sites é mais segura.
  3. Se não tiver tempo de ler todos os termos e condições quando realizar o registro em um site novo, recorra a ferramentas tais como EULAlyzer. Esse tipo de programa analisa as licenças.
  4. Todos são responsáveis por denunciar conteúdos impróprios encontrados na web. Faça a sua parte!
  5. Lembre-se que as relações estabelecidas na internet merecem os mesmos cuidados tomados no contato pessoal. Portanto, não revele a estranhos informações pessoais.
  6. Se tiver algo de intimo ou sigiloso para dizer a alguém e queira guardar segredo, uso o telefone ou fale pessoalmente.
  7. É fundamental pensar antes de publicar algum conteúdo. Controle o que e pra quem você publica. Em algumas redes sociais você pode escolher o que quer tornar público e o que somente seus amigos podem ver.
  8. Evite dar endereços de lugares onde frequenta, mora ou estuda. Muito cuidado também com o Check-in.
  9. Evite usar webcam com estranhos. Sua imagem pode ser manipulada e você ser ameaçado de ter essa foto montada em situações humilhantes e divulgada entre amigos e familiares.
  10. Não se deixe fotografar em cenas comprometedoras, nem mesmo envie qualquer foto sua a uma terceira pessoa. Por mais que confie em quem está recebendo o material, o conteúdo pode cair em mãos erradas.
  11. Opte por gravar conversas quando se sentir ameaçado. Bloqueie o contato dos agressores no celular, chat, e-mail e rede de relacionamento.
  12. Utilize senhas fortes, mesclando números, letras e outros caracteres. Não compartilhe suas senhas com ninguém. Não repita suas senhas e, caso precise armazená-las, que seja em local protegido. Serviços oferecem ‘tokens’ no celular para dificultar roubo de senhas.
  13. Coloque uma senha em sua rede wi-fi e troque a senha padrão do roteador.
  14. Instale um antivírus em seu computador e o mantenha devidamente atualizado. Habitue-se ainda a atualizar as mais recentes atualizações disponíveis do fabricante do sistema operacional.
  15. Bloqueie suas telas sempre que se ausentar do computador e acostume-se a fechar sua sessão ao utilizar computadores públicos.
  16. Faça operações que envolvam senha apenas em dispositivos pessoais.
  17. Aprenda a deletar as informações do smartphone de forma remota.

Além disso, outra boa opção para aumentar a segurança no uso da internet é a utilização de um Manual de utilização segura da internet. Com esse material é possível entender como utilizar a rede de forma consciente, identificando situações de risco e prevenindo ameaças que possam vir a ser prejudiciais para a sua empresa!

 

Seguindo essas dicas simples, você pode evitar problemas sérios de segurança como vazamento, perda ou sequestro de dados.

 

Celular se torna o principal meio de acesso à internet no Brasil, aponta Cetic.br

Em pesquisa realizada anualmente pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), ligado ao NIC.br, foi constatado que em 2015 os celulares ultrapassaram os computadores como sendo o dispositivo mais utilizado para acesso à internet no Brasil.

Entre os usuários de internet no Brasil, que são 58% da população com 10 anos ou mais, 89% acessam a internet pelo celular, enquanto 65% acessam através de computadores “desktops”, notebook ou tablets. Em 2014 eram 80% dos acessos em computadores e 67% pelos smartphones.

Em 2014, 19% dos usuários de internet acessavam a rede apenas pelo telefone celular, esse número saltou para 35% em 2015. Isso mostra a relevância que os smartphones têm atualmente no cotidiano das pessoas, pois o aparelho centraliza o uso de vários serviços ligados à tecnologia, como acesso ao e-mail, redes sociais, comunicação com amigos, colegas e família, acesso aos sistemas de banco e tantos outros serviços disponíveis através dos dispositivos móveis.

Os dados são da pesquisa TIC  Domicílios 2015, realizada pelo Cetic.br. A pesquisa também mostrou que a proporção de domicílios com acesso à Internet (51%) permaneceram estáveis em relação a 2014 e que entre os domicílios com acesso à Internet, 79% possuíam Wi-Fi em 2015, um crescimento de 13% em relação a 2014.

Em relação ao tipo de conexão utilizada pelos usuários de Internet no celular, 87% conectam via Wi-Fi, ultrapassando o acesso via redes 3G e 4G, que fica em 72%.

Trazendo esses dados para o ambiente corporativo, temos um situação que exige acompanhamento por parte dos gestores, já que o uso do celular no ambiente de trabalho para atividades pessoais pode ocasionar desperdício de tempo dos colaboradores e afetar a produtividade da equipe. Como já falamos aqui no blog, o uso dos smartphones pode consumir até 2 horas por dia dos profissionais no ambiente de trabalho.

Dessa forma, é necessário que as empresas acompanhem o rendimento dos seus colaboradores. Pois em equipes onde o rendimento não é satisfatório, isso pode estar ocorrendo devido ao desperdício de tempo e falta de concentração gerados pelo uso exagerado dos celulares ou outros serviços na internet.

Se esse problema de baixa produtividade e falta de foco dos colaboradores estiver ocorrendo na sua empresa, é importante utilizar soluções que permitem monitorar e até controlar o que é acessado na internet nos smartphones e compudadores conectados à rede da empresa. Outra prática que vem crescendo nas empresas é exigir que os colaboradores mantenham seus celulares guardados e fora do alcance, ficando permitido o uso dos aparelhos somente em situações de urgência. Há um modelo de documento para a política de uso do celular na empresa.

Em conjunto com a TIC  Domicílios 2015, também é realizada a pesquisa TIC Empresas, que busca medir a presença das tecnologias de informação e comunicação nas empresas com 10 ou mais profissionais.

Se quiser saber mais como gerenciar o uso da internet na rede da sua empresa de forma simples e acessível, converse com nossos consultores.

Monitore a velocidade da internet da sua empresa com o Fast.com

Internet lenta é um problema comum em boa parte das empresas, mas em muitos casos se torna difícil identificar onde está o problema dessa lentidão, que pode ser na velocidade de internet fornecida pelo provedor ou pelo excesso de consumo de tráfego dos usuários, por exemplo com download de arquivos ou acesso a vídeos e rádios.

Para verificar a velocidade da internet é possível utilizar medidores de velocidade, muitas vezes fornecidos pelo próprio provedor. Recentemente a Netflix lançou o Fast.com, ferramenta extremamente simples e rápida para medir a velocidade da sua internet, basta acessar o endereço www.fast.com, que automaticamente sua internet será avaliada e rapidamente é exibido o resultado.

Agora, se a internet estiver de acordo com a velocidade contratada junto ao provedor e mesmo assim a internet estiver lenta, é necessário monitorar o consumo de tráfego pelos equipamentos e usuários da empresa, é possível que estes estejam consumindo a maioria do tráfego da sua internet com download de arquivos, músicas, vídeos, redes sociais e afins, atividades não relacionadas ao negócio da empresa.

Esse problema se torna ainda mais relevante, considerando a possibilidade dos provedores passarem a controlar o consumo de tráfego a partir da franquia e limite da sua internet, pois sua internet poderá reduzir de velocidade com o limite de consumo excedido, o que torna muito importante gerenciar o uso da internet na sua empresa.

Para avaliar de forma eficiente o consumo de internet da sua rede é necessário utilizar uma solução profissional e voltada para essa finalidade. O Lumiun é uma excelente alternativa, pois permite de forma prática saber exatamente o que cada equipamento da sua rede está consumindo de tráfego e o que está sendo acessado. A partir dessa análise é possível criar restrições de consumo de banda e velocidade de tráfego por grupos de usuários e implementar uma política de utilização da rede que irá reduzir o desperdício de recursos, melhorar o desempenho da internet e ao mesmo tempo aumentar a segurança na internet e produtividade da sua equipe.

Limitação do consumo de internet banda larga fixa e o impacto para as empresas

Para entender a atual polêmica sobre o uso limitado das franquias de banda larga fixa, é necessário retornarmos ao ano de 2014, época em que foi aprovado o Marco Civil da Internet, tido como uma grande conquista para todos os brasileiros. Ele é bem claro sobre a questão do uso da rede: todas as pessoas e empresas podem utilizar a internet para qualquer finalidade.

Segundo o Marco Civil, a única situação que é possível a interrupção do serviço é a falta de pagamento. Esse é o ponto que as operadoras estão usando como brecha legal para reduzir a velocidade da internet ou cancelar o serviço após ser excedido o limite de tráfego mensal previamente estabelecido, o qual consta na maioria dos contratos de adesão, muitas vezes sem destaque e com letras miúdas.

Atualmente no Brasil, o serviço de internet é cobrado de acordo com a velocidade de navegação contratada, sem considerar o consumo de tráfego. Já o sistema que limita a quantidade de dados baixados, ou seja, que fixa uma franquia, já funciona na internet móvel, dos celulares. Ao reduzir a velocidade de acesso após o esgotamento da franquia, as operadoras alegam que não estão cortando o serviço.

O uso de franquia de tráfego é previsto na regulamentação, mas só pode ser praticado dentro de determinadas regras, segundo a Anatel, que são:

  • a) disponibilizar página na internet de acesso reservada ao consumidor;
  • b) fornecer ferramenta de acompanhamento de consumo;
  • c) informar ao consumidor que sua franquia se aproxima do limite contratado;

Nesse impasse, algumas entidades defendem a possibilidade de limitação do tráfego de internet e outras, como o Procon e OAB, consideram que essa limitação inflige o Código de Direito do Consumidor. Devido a grande repercussão e debate acerca do tema, a Anatel publicou uma liminar proibindo as operadoras de limitar a banda larga de seus clientes pelos próximos 90 dias, até que cumpra uma série de determinações.

Ou seja, a polêmica vai longe e estaremos atentos aos desdobramentos. Mas, como uma das melhores práticas de gestão nas empresas é o planejamento, resolvemos auxiliar os gestores a avaliar qual será o impacto da limitação do tráfego de internet nas empresas. Vejamos alguns pontos de impacto que devem ser avaliados e considerados na sua empresa:

Controle e monitoramento do acesso a internet

Todos sabemos que é comum os colaboradores acessarem as redes sociais, e-mail pessoal, visitar sites de entretenimento ou compras, ver vídeos ou ouvir rádio durante o trabalho. Esses sites costumam ser pesados e podem consumir uma parcela significativa da internet na sua empresa.

As empresas que já utilizam algum mecanismo de gerenciamento do acesso a internet, que permitem restringir o que pode ser acessado pelos colaboradores, terão de priorizar e otimizar esse monitoramento, avaliando quais sites ou serviços mais consomem tráfego da internet, quais sites são prioridade para as atividades corporativas, quais não devem ser acessados e quais os usuários ou equipamentos estão consumindo mais recursos. Esse acompanhamento deve ser constante e servir como base para melhorias contínuas na política de acesso a internet na empresa, visando sempre otimizar o uso dos recursos em atividades relevantes ao negócio e evitar o desperdício de internet e recursos.

Já as empresas que não possuem nenhum gerenciamento no uso da internet, terão de implementar alguma solução. O ideal é buscar soluções modernas que facilitem esse gerenciamento, tendo o melhor custo benefício para a empresa. Existem no mercado muitos alternativas para o controle do acesso a internet, desde soluções complexas de firewall/proxy, que exigem alto investimento e envolvimento técnico, soluções de appliance, como Dell SonicWall, Fortinet FortiGate, Websense e inúmeras outras, até soluções em nuvem, que são mais acessíveis e modernas, como o Lumiun Tecnologia, que é de fácil implementação/gerenciamento e valor mais acessível.

Impacto no desempenho de sistemas e atividades

Envio e recebimento de e-mail, sistemas em nuvem, ERPs, atendimento via internet, videoconferências, etc. Todos esses recursos e sistemas fazem parte do cotidiano das empresas, utilizam a internet e dependem de uma rede de alta velocidade para o seu funcionamento, além de serem prioridade em relação a outros serviços.

Em um cenário com limitação do tráfego de internet e possível redução da velocidade, as empresas precisam priorizar os recursos relevantes ao negócio, evitando queda no desempenho desses sistemas e por consequência redução da produtividade.

Por exemplo, é possível que boa parte do tráfego esteja sendo consumindo por colaboradores assistindo vídeos ou ouvindo rádio na internet, enquanto sistemas prioritários sofram limitação e reduzam seu desempenho. Imagine ter sua velocidade reduzida de 20 Mbps para 2 Mbps em um escritório com 10 colaboradores. É necessário evitar esse tipo de situação na sua empresa.

Produtividade da equipe e educação dos colaboradores

Nesse contexto, a internet impacta de duas formas na produtividade da equipe, primeiro em relação ao desperdício de tempo na internet e segundo, no caso de redução da velocidade de internet, o impacto no desempenho das atividades, com sistemas mais lentos e por consequência redução na produtividade.

Portanto, é necessário educar os colaboradores quanto ao uso da internet, para que utilizem a rede de forma consciente, priorizando serviços relacionados às suas atividades corporativas e evitando download de arquivos pesados, acesso a sites de vídeos ou rádios ou outros serviços que consomem muito tráfego.

Menos competitividade e queda nos resultados

Sabemos que um dos principais fatores que contribuem na competitividade de uma empresa, é o uso estratégico e inteligente da tecnologia. Com internet mais lenta, sistemas com desempenho limitado, equipe desperdiçando tempo ou ociosa, com certeza os gestores verão uma queda na qualidade dos serviços ou produtos, com isso clientes ficarão cada vez menos satisfeitos e naturalmente os resultados da empresa irão ser prejudicados.

Usar a tecnologia de forma consciente consiste em otimizar e priorizar recursos, no caso da internet não é diferente. Portanto, você gestor de equipe ou de TI na sua empresa, não deixe de buscar continuamente evitar o desperdício de recursos e melhorar o uso de internet e da tecnologia.

Compartilhe conosco o que sua empresa faz ou pretende fazer para melhorar o uso da rede e evitar suspensão ou redução da velocidade da internet, no caso de essas restrições serem implementadas pelas operadoras e provedores.

Entenda o que é e como o DNS facilita o uso da Internet

O DNS, do inglês Domain Name System (Sistema de Nomes de Domínios), é um serviço hierárquico e distribuído para computadores, serviços ou qualquer recurso conectado à Internet que funciona como um sistema de tradução de nomes de domínios (hosts) para endereços IP. É através do DNS que podemos digitar apenas um nome como www.lumiun.com na barra de endereços do navegador para acessar o site do Lumiun,  não sendo necessário informar um número IP (200.154.39.214), que é uma combinação numérica de difícil memorização.

Como o DNS funciona?

É possível acessar qualquer site na Internet pelo seu nome de domínio (lumiun.com) ou pelo endereço IP (200.154.39.214) do servidor onde esse site está hospedado. Para que não seja necessário informar a combinação de números IP na barra de endereços do navegador sempre que você informa o endereço de um site que queira acessar, o DNS faz o trabalho de traduzir o nome do domínio que compõem a URL do site para o endereço IP do servidor do respectivo site, direcionando o acesso a esse servidor. Imagine sua lista de contatos no seu telefone, para ligar para um contato, basta selecionar o nome do contato, a partir disso o telefone traduz esse nome para respectivo número de telefone e faz a ligação, o DNS funciona de forma semelhante.

Cada servidor na Internet possui um endereço IP único, portanto, cada domínio é direcionado para um IP específico. Por isso, não é possível existir dois sites diferentes com endereços (URLs) iguais.

Existem 13 servidores DNS raiz em todo o mundo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos, um na Ásia e dois na Europa. Para ampliar a base instalada destes servidores e tornar o serviço mair rápido, existem réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil.

Quem gerencia o DNS?

Para que o sistema de endereços IP e DNS funcione corretamente, é necessário uma coordenação global. Pois é necessário garantir que não seja possível atribuir endereços IP de maneira descentralizada e também que cada endereço IP identifique um único servidor/equipamento em todo o mundo.

A organização responsável por gerenciar nomes de domínios e endereços IP em todo mundo é o ICANN (acrônimo em inglês para Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números). É responsabilidade dessa entidade manter todos os sites registrados e funcionando na internet.

hierarquia dnsOs nomes de domínios são gerenciados de forma hierárquica e distribuída, e a autoridade sobre os domínios é delegada de acordo com a estrutura hierárquica, geralmente usado ou reservado para um país. A imagem ao lado exemplifica essa estrutura de nomes, onde o “.br” é o domínio de topo de código de país que pertence e identifica o Brasil.

No Brasil, os endereços de internet são gerenciados pelo NICBR – Núcleo de Informação e Coordenação do PONTO BR. Serviços e informações sobre domínios, consulta de endereços e registros podem ser realizadas no Registro.BR. O Brasil encerrou o ano de 2014 com 3.513.227 domínios registrados. Estatísticas atualizadas estão disponíveis em www.registro.br/estatisticas.html.

Como utilizar o DNS?

Todo equipamento conectado em rede e na Internet necessita de um servidor DNS para se comunicar na rede e acessar a Internet. A definição do servidor DNS faz parte das configurações básicas da rede e do computador, geralmente são utilizados serviços de DNS conhecidos, como o DNS do Google (8.8.8.8) ou DNS dos próprios provedores de Internet.

O Lumiun é um serviço que utiliza o sistema de DNS para oferecer segurança e controle de acesso a Internet, veja como funciona e os benefícios e vantagens de controlar o acesso a Internet em ambientes corporativos.

 

Uso indevido da Internet no trabalho pode gerar demissão por justa causa

Redes sociais, chat, e-mail particular e sites de entretenimento… É comum atualmente o uso da Internet no trabalho para atividades pessoais, o que tem obrigado gestores a implementar medidas de monitoramento que em muitos casos acabam não agradando os colaboradores. Porém, profissionais que acessam conteúdos impróprios na Internet durante o trabalho, precisam tomar cuidado. Pois o controle da navegação é legal e um direito da empresa, caso seja identificada utilização indevida dos equipamentos ou da Internet, a empresa pode até demitir o profissional alegando justa causa.

Com o controle de acesso exposto de forma clara no contrato de trabalho ou no regulamento da empresa, o acesso a conteúdos proibidos pode levar à demissão justificada por “incontinência de conduta ou mau procedimento”. Segundo prescreve o artigo 482, ‘b’, da CLT, o colaborador pode ser despedido em decorrência de violação do código de conduta da empresa, por uso impróprio do equipamento profissional.

O cidadão é protegido pela previsão constitucional da inviolabilidade de correspondências, mas, ao descumprimento de uma regra da empresa, um profissional não pode se valer desse ponto da legislação. Caso a empresa tome as devidas precauções, informando o empregado no ato da celebração do contrato de trabalho das regras e do controle de acesso a Internet, o colaborador não poderá justificar falta de informações e orientação, alegando que desconhecia as regras empresariais de limitação quanto ao conteúdo a ser acessado na Internet, com fundamento na inviolabilidade de seu direito a privacidade.

Responsabilidade da empresa

Quando um ato ilícito é realizado a partir de equipamentos de uma empresa ou utilizando seu e-mail corporativo, a empresa será judicialmente responsabilizada. Por isso, os gestores preferem se precaver. Se tratando de e-mail corporativo, quando mensagens eletrônicas ocasionem lesão a direito de terceiro, o empregador responderá pelos danos ocasionados por seu empregado, como prevê o artigo 932, III, do Código Civil. Motivo pelo qual a empresa tem o direito de controlar o envio de mensagens via e-mail corporativo.

Quando o funcionário tem razão

Alguns serviços de monitoramento de computadores utilizados em empresas podem, até mesmo, capturar senhas de banco, por exemplo, caso sejam digitadas em um equipamento da empresa. Por isso, o colaborador precisa ser claramente informado de que está sendo monitorado. Caso contrário, a empresa pode ter problemas.

A melhor alternativa, é apenas bloquear o acesso a redes sociais, bate-papo, e-mail pessoal, sites de entretenimento e conteúdo impróprio ou qualquer recursos inapropriado ao trabalho. O Lumiun é um excelente alternativa para esse controle de acesso, podendo garantir que os colaboradores não acessem recursos indesejados. Essa política não viola o direito de privacidade a informações do profissional e pode evitar a ocorrência de atividades que venham a causar problemas para a empresa.

É importante ressaltar que, o simples bloqueio de algumas atividades não coíbe a prática de ações ilícitas através dos equipamentos da empresa. Por isso é necessário treinamento e orientação aos colaboradores, para o uso consciente dos recursos de tecnologia.

Na sua empresa, qual são os procedimentos para evitar problemas com mau uso da Internet, compartilhe nos comentários.

7 maneiras de lidar com uma conexão de Internet lenta

Internet lenta ainda é um grande problema no Brasil, infelizmente temos uma infraestrutura defasada, que limita o acesso a conexões de alta velocidade, o que é comum em países mais desenvolvidos. Porém, são inúmeras causas que podem deixar sua conexão lenta, em muitos casos, o problema pode estar na própria rede, nos equipamentos ou na forma como a Internet é utilizada. Veja o que pode ser feito para descobrir onde está o problema e alternativas para melhorar o desempenho da sua conexão de Internet:

1. Teste sua conexão e verifique a velocidade (e seu plano)

Muitas vezes, sua internet é lenta porque o plano que você contratou é de baixa velocidade. Portanto, o primeiro ponto a verificar é o plano contratado e qual a conexão de entrada e saída para Internet, que pode ser, por exemplo, de 5MB de download e 1MB de upload. Após verificar seu plano, é hora de testar se o seu provedor está fornecendo a velocidade de conexão de acordo com o contratado, para isso pode ser usado testadores de velocidade, uma boa opção é o Speedtest.

Se o provedor não estiver fornecendo a velocidade contratada, você deve entrar em contato e exigir o cumprimento do contrato. Agora, se a velocidade contratada está de acordo e a velocidade da conexão é boa, o problema pode estar na sua rede, nos computadores ou no uso indevido da Internet.

2. Verifique os equipamentos e computadores da sua rede

Qualquer equipamento na sua rede pode comprometer o desempenho da Internet, comece verificando o modem e o roteador, reinicie estes e veja se isso ajuda, para uma análise mais detalhada é necessário um profissional especializado de informática. Confira se todos computadores da sua rede estão com a conexão lenta, se o problema for somente em um computador, pode ser algum problema no navegador, antivírus mal configurado ou sistema operacional lento mesmo. Se o problema for em toda rede, é possível que algum equipamento esteja infectado com algum vírus que compromete o tráfego da rede, ou ainda que sua Internet está sendo mal utilizada, essa lentidão pode acontecer se alguém estiver fazendo download de arquivos pesados, acessando vídeos, rádios e outros sites que consomem recursos altos da conexão.

3. Verifique seu sinal Wi-Fi

Se os equipamentos da rede estiverem usando Wi-Fi, o sinal fraco pode causar internet lenta. Nesse caso, você pode precisar ajustar e melhorar o seu roteador com alguns truques (por exemplo, encontrar o melhor lugar para ele, que tenha o sinal mais forte). Ferramentas como Wi-Fi Stumbler e Wi-Fi Analyzer podem também ajudar a encontrar o melhor canal disponível, pois é comum haver inúmeros sinais Wi-Fi disponíveis no mesmo local, que podem interferir na sua rede, comprometendo a qualidade do sinal. Como roteadores sem fio podem operar em um número de diferentes canais, você deve escolher um com o mínimo de interferência possível.

4. Identifique o que está comprometendo a velocidade da sua conexão

Se os equipamentos da rede, os computadores e os sistemas estão em boas condições de funcionamento, veja se há outros programas comprometendo sua conexão. Por exemplo, se alguém estiver baixando arquivos, a navegação vai ficar mais lenta, sites de vídeos e rádios também consomem muitos recursos da conexão, da mesma forma a navegação excessiva de alguns usuários também pode reduzir a velocidade da sua rede. Neste caso, é importante orientar os usuários a usarem de forma consciente a Internet. Outra opção é implementar algum controle de acesso, evitando que estes usuários acessem sites que reduzam a velocidade da sua conexão.

5. Implemente regras ou algum serviço de controle da acesso

Em boa parte das empresas, a lentidão na Internet é causada pelo uso indevido por parte dos usuários, no acesso a sites de vídeos, rádios, download de arquivos, redes sociais, e-mail pessoal, sites de entretenimento, jogos, etc. Todos esses acesso consomem a velocidade da Internet e podem comprometer o desempenho e sistemas prioritários para as atividades da equipe e da empresa.

Esse problema pode ser resolvido com o controle de acesso a Internet, onde é possível bloquear vídeos, redes sociais, sites de download e todos recursos que os usuários não devem acessar, priorizando o uso da Internet para as atividades relacionadas à empresa. O Lumiun é uma excelente opção para o controle de acesso, a implementação é rápida e simples e o gerenciamento é fácil a qualquer pessoa.

6. Troque de provedor ou melhore seu plano de Internet

Se todas essas ações ainda não resolveram seu problema, talvez seja necessário melhorar seu plano de Internet, afinal, se por exemplo, você tem contratado uma plano de Internet de 2MB de velocidade, que é usado por 50 usuários, com certeza sua Internet será lenta. Contate seu provedor e conheça os planos disponíveis, muitas vezes aumentar a velocidade demanda pouco investimento e pode gerar boas melhorias em sua conexão. Considere também buscar alternativas em outros provedores, é possível encontrar soluções melhores a preços mais acessíveis, não esqueça de valorizar o bom atendimento e qualidade de suporte nos serviços.

7. Seja esperto, organize suas atividades

Se não foi possível resolver os problemas de lentidão e você não tem disponibilidade de planos e recursos para melhorar a velocidade, resta organizar as atividades da equipe e suas tarefas, adequando de acordo com horários e demandas no uso da conexão. Separe as tarefas em pesadas (que exigem conexão rápida) e leves. Faça as mais simples quando estiver com conexão lenta, e agrupe as pesadas para fazê-las quando você tiver acesso mais rápido. Da mesma forma, quando possível, não utilize o navegador, se você estiver escrevendo, por exemplo, faça isso em seu editor de texto favorito, em vez de usar um browser.

Se você planejar seu trabalho com antecedência, pode tirar o melhor de uma situação ruim. Você pode testar os horários que a velocidade da Internet é melhor, é comum a conexão ser reduzida no início da manhã e da tarde, quando a maioria dos usuários estão acessando e baixando seus e-mails.

Como podemos ver, há diversas alternativas para melhorar a velocidade da sua Internet, muitas deles podem ser simples de ser implementadas. O importante é não aceitar uma Internet lenta, que pode comprometer o desempenho da sua equipe e gerar grande prejuízo, muitas vezes com ações simples e baixo investimento, é possível alcançar ótimos resultados.

Então, como você encara esse problema de lentidão na conexão de Internet, compartilhe sua experiência conosco nos comentários!

Dados sobre o uso da Internet e equipamentos de tecnologia no trabalho

Em recente pesquisa da Intel, conduzida pela empresa MSI Research com 2.500 entrevistados com idades entre 18 e 65 anos, foi constatado que a maioria dos profissionais utiliza seus dispositivos pessoais de tecnologia para atividades profissionais e também, que a maioria usa computadores e dispositivos móveis cedidos pela empresa para atividades pessoais.

Confira os principais resultados no Brasil, onde foram entrevistadas 200 pessoas:

  • 86% dos entrevistados disseram passar mais de três horas por dia na internet por razões relacionadas a sua função na empresa, quando estão no trabalho;
  • 39% afirmam que também passam mais de três horas por dia na internet trabalhando mesmo quando estão em casa
  • A maioria das pessoas usa os dispositivos corporativo para atividades pessoais como checar e-mails (84%), realizar atividades bancárias (52%) ou fazer compras online (34%)
  • 65% dizem usar o smartphone pessoal para trabalhar, enquanto 38% usam laptop pessoal para suas atividades profissionais
  • 70% das pessoas se dizem preocupadas ou muito preocupadas com a segurança da informação quando estão trabalhando fora do escritório
  • 49% afirmam se conectar a redes Wi-Fi com o laptop da empresa, mesmo sem saber se é seguro
  • 66% acreditam que a empresa é responsável por proteger dados pessoais em equipamento de trabalho
  • 78% dos entrevistados se dizem confiantes ou muito confiantes de que a empresa toma as medidas necessárias para proteger todos os dados que são importantes
  • 72% das pessoas consideram que a maior parte do trabalho que faz é confidencial ou privado
  • 50% dos entrevistados acreditam que a empresa rastreia todos os seus dados e informações de localização e utilização da Internet.

A grande maioria das pessoas entende a importância de manter uma boa imagem online e fazer bom uso dos recursos de Internet, porém, poucas empresas possuem políticas de uso para os colaboradores. Devido a falta de informações para os colaboradores, o uso incorreto da tecnologia gera a grande maioria dos problemas de segurança e vazamento de informações nas empresas.

Para elaborar a sua política de uso da internet, o gestor da empresa deve ser realista e saber que uma boa política é especifica, porque protege o que é sensível para o seu negócio e permite que seus colaboradores usem a Internet para desempenhar melhor suas funções. Veja pontos importante:

  1. Foque no seu negócio: quais são as informações sensíveis, o que realmente não pode vazar
  2. Confidencialidade: informações confidenciais não são comentadas, ninguém sabe que elas existem fora do ambiente especifico
  3. Defina com clareza o que é pessoal e o que é profissional. Os limites servem tanto para o horário de trabalho como para o uso de equipamentos. Explique o que pode ou não a respeito de instalação de programas, uso de e-mail corporativo, acesso a redes sociais e todos os detalhes importantes para o seu negócio
  4. Crie uma cartilha ou documento interno, divulgue entre todos os colaboradores, esclareça todos os pontos e busque obter a opinião de todos
  5. Converse com um advogado antes de implantar uma política de uso da Internet da empresa, muitas vezes, o que imaginamos ser correto pode ser ilegal ou violar um direito do trabalhador.

Para saber mais, veja um passo a passo de como criar um manual de ética e bom uso da Internet no trabalho.

4 sintomas de que sua empresa precisa estabelecer uma política de acesso à Internet

O uso da Internet se tornou fundamental em praticamente todas as empresas. Boa parte das atividades e processos são realizados com o auxílio da tecnologia, como contato com clientes, negociação com fornecedores, ações de marketing e vendas, cotação de produtos ou serviços, aplicativos gerenciais, serviços de computação na nuvem e inúmeros outros recursos.

Porém, a mesma ferramenta que potencializa o trabalho, pode colocar em risco a produtividade e gerar custos adicionais, basta que seja mal utilizada. Isso porque a Internet e sua infinidade de sites e atrações, pode gerar a dispersão dos colaboradores facilmente. Pesquisas apontam que 20% do tempo dos colaboradores é gasto no acesso a redes sociais, comunicadores instantâneos e acesso ao e-mail pessoal.

Neste cenário, definir políticas de uso da internet se transformou em necessidade para os gestores, devido aos riscos e despesas que o mau uso da Internet ocasiona. Softwares e sistemas de monitoramento são ferramentas úteis para garantir a tranquilidade do gestor no que diz respeito ao acesso à Internet pelos colaboradores.

Veja alguns sinais de que sua empresa precisa definir uma política de uso de internet no ambiente de trabalho:

Internet lenta

É comum as empresas se depararem com o problema de lentidão na Internet. Quando isso ocorre, a primeira reação é responsabilizar o provedor de Internet, pois a banda contratada garantiria navegação rápida. Porém, é possível que o problema não esteja no provedor, mas dentro da própria empresa.

O acesso sem controle a sites de vídeos, streaming de áudio, rádios online, redes sociais e serviços de compartilhamento de arquivos, consome parcela considerável da banda disponível. Há cenários onde esses recursos chegam a consumir 80% do tráfego de Internet nas empresas.

Baixa produtividade e atraso na entrega das tarefas

Sem motivos aparentes, os colaboradores e a equipe passam a registrar queda na produtividade. Tem se tornado comum os gestores constatarem esse tipo de situação, neste caso, como saber os motivos e como resolver essa situação?

Quando esse problema ocorre, é possível que os colaboradores estejam desperdiçando seu tempo na Internet, pesquisa da International Data Corp revela que 20% a 30% do tempo gasto pelos colaboradores na internet não têm relação com o trabalho. Outro dado do estudo mostra que 60% das compras online ocorrem entre 8h e 17h.

Despesas com segurança e manutenção de equipamentos

Um dos principais indícios de mau uso da Internet é a ocorrência constante de vírus e lentidão nos computadores. O acesso a sites desconhecidos ou nocivos e cliques em mensagens maliciosas enviadas por e-mail costumam instalar vírus e spywares nos computadores, isso leva ao mau funcionamento dos sistemas e pode comprometer o desempenho dos equipamentos. Nesse caso, a solução é sempre levar esses equipamentos para manutenção, o que gera despesas adicionais e tempo de trabalho desperdiçado.

Esses problemas podem ser ainda mais sérios, quando envolvem segurança e acesso a informações sigilosas da empresa. Os vírus instalados nos computadores podem fornecer acesso aos dados da empresa para terceiros.

E-mail corporativo sem controle

Sua empresa sabe como seus funcionários usam o e-mail corporativo? Que tipos de arquivos anexados são enviados ou recebidos? Qual a quantidade de mensagens maliciosas e spam? O sistema de correio eletrônico é capaz de barrar e evitar acesso de vírus e spywares? Se a resposta for não para alguma dessas questões, é possível que o e-mail corporativo da sua empresa esteja sendo mal utilizado, gerando ociosidade dos colaboradores, consumo de recursos extras e riscos para os dados e equipamentos da sua empresa.

O que fazer se a empresa apresenta estes problemas?

Seria possível listar inúmeros outros indícios de mau uso da Internet. Mas o ponto central que os gestores devem perceber, é que a Internet está presente na maioria dos processos das empresas e manter esse recursos sem nenhum tipo do controle vai sempre afetar negativamente a produtividade, a qualidade nos processos e o financeiro da empresa.

Para enfrentar situações como as descritas acima, a melhor solução é implementar uma política de uso da Internet. Essa política pode ser através de documentos formais e treinamento para os colaboradores, ou de forma mais completa e eficiente com a utilização de serviços de monitoramento, controle de acesso e bloqueio de sites como o Lumiun.

Também, é comum os gestores perceberem o investimento na implementação do controle de Internet como uma despesa adicional. Porém, fazendo um cálculo simples, com certeza as despesas geradas pelos itens descritos acima somam valores bastante altos e muito maiores do que o investimento necessários para solucionar esses problemas.

O objetivo maior desse texto é mostrar que a importância de usar a Internet de forma correta, com isso todos da empresa irão ser beneficiados, os colaboradores, os gestores e os sócios.

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