4 dicas para aumentar a produtividade no seu escritório de contabilidade

A busca por otimizar recursos, reduzir custos e aumentar a produtividade é uma realidade para as empresas que buscam crescer e se destacar no mercado, o mesmo ocorre com os escritórios de contabilidade, que precisam se diferenciar em um mercado competitivo e acirrado.

Veja algumas dicas de como tornar sua equipe e empresa mais produtivas:

Automatize seus processos manuais

É comum os profissionais de contabilidade enfrentarem um cenário com excesso de processos manuais, pela característica natural de suas atividades e por desconhecer ferramentas e sistemas disponíveis para sistematizar e agilizar os processos. Por exemplo, o escritório pode utilizar sistemas de gerenciamento de documentos para envio e recebimento de arquivos, ou utilizar sistemas de Helpdesk para gerenciamento das solicitações dos clientes.

Sem dúvida, dedicar um tempo para pesquisar serviços que possam automatizar os processos é um investimento de retorno garantido, pois o tempo e qualidade na execução só melhora com essas soluções. Existem no mercado diversas ferramentas para controle na área contábil, duas delas são o ContaAzul para Contadores  e o Nibo, que permitem controle de movimentações e documentos dos clientes.

Gerencie e controle o acesso a Internet

Nos escritórios de contabilidade a grande maioria de equipe utiliza computadores em suas tarefas e permanece conectada na Internet a maior parte do tempo de trabalho. Pesquisas recentes mostram que em média 30% do tempo de trabalho é gasto no acesso a redes sociais, e-mail pessoal, ferramentas de comunicação instantânea e sites de entretenimento. Considerando este cenário, é possível que sua equipe perca praticamente um terço do tempo em atividades não relacionadas ao trabalho, com isso, tente calcular esse desperdício de tempo. Faça uma análise e saiba como agir em cada situação.

Visando o aumento da produtividade, uma boa opção para o controle de acesso a Internet no seu escritório é o Lumiun. Para implementação do serviço é necessário apenas uma configuração simples na rede, com uma interface de gerenciamento amigável que pode ser usada sem conhecimento avançado e com um custo baixo de utilização do serviço. O Lumiun é uma alternativa fácil de ser implementada e gerenciada. Conheça mais sobre o serviço.

Utilize alguma metodologia de gerenciamento de tarefas

Existem inúmeras metodologias e sistemas que podem contribuir na organização das tarefas em seu escritório de contabilidade. Com a utilização de métodos e processos padronizados, é possível organizar as tarefas por equipe, definir o fluxo de trabalho entre as tarefas e colaboradores, saber o que cada colaborador está fazendo e o tempo gasto em cada tarefa, entre vários outros benefícios.

Duas boas alternativas de sistemas para gerenciamento de tarefas são o Runrun.it e o Trello.

Evite horas-extras e excesso de tempo de trabalho

Um dos fatores mais relevantes para a baixa produtividade é o excesso de trabalho e atividades, isso quer dizer que quanto mais se trabalha menor é a produtividade. Pode parecer confuso, mas não podemos confundir o significado de produtividade, diferente do que se pode pensar, produtividade é gerar mais resultado e melhor qualidade com menos esforço, ou seja, produzir mais em menos tempo. Outro fator relevante é que o excesso de atividades leva a falta de organização e baixa qualidade nos resultados das tarefas.

Portanto, se sua equipe precisa melhorar a produtividade, talvez o melhor a fazer é equilibrar o tempo e demanda de trabalho da equipe, organizando os processos e prioridades e otimizando o fluxo de trabalho.

 

Finalizando, segue lista de ações para o aumento de produtividade:

  • Reduza o número de atividades manuais e sistematize os processos
  • Controle o acesso a Internet para evitar desperdício de tempo
  • Use metodologias e sistemas de gestão de tarefas e processos
  • Evite o excesso de trabalho e equilibre as tarefas na equipe, priorizando as mais importantes

Como você avalia a produtividade da sua equipe e do seu escritório?

Compartilhe sua experiência conosco.

Qual é a importância da organização no ambiente corporativo?

O mundo corporativo geralmente é alvo de constantes e profundas mudanças. Elas provocam várias alterações na estrutura física, organizacional, de pessoas, equipes, atividades, desenvolvimento de produtos e serviços, atingindo as relações entre as pessoas e, delas, para com a organização. Essas mudanças são justificadas pela instabilidade da economia, modificações na forma de comunicação, posicionamento da concorrência, dinâmica do mercado, novo perfil de clientes, aquisições/fusões e de uma série de outros fatores que levam as organizações a se ajustarem, para que se mantenham competitivas e com credibilidade no mercado.

Por essa falta de encaixe ou muitas vezes inadequação, o processo de mudança se torna cíclico e estressante. Na maioria das vezes isso acontece simplesmente pelo fato de que as organizações têm dificuldades de estabelecer com clareza o que querem e onde querem chegar. Isso gera um ambiente de insegurança interno na organização, que se torna pior, à medida que mais mudanças vão acontecendo em curtos períodos de tempo. Muitas vezes não se espera o tempo necessário para que o processo de mudança amadureça, seja avaliado e se façam os ajustes necessários, dando-se início a um novo processo de mudança.

Dentro do ambiente de trabalho, com base em conceitos importantes, competências interpessoais são fundamentais para o sucesso da organização. Vejam que não falamos em competências técnicas, mas comportamentais ou mais especificamente que regem as boas relações entre as pessoas dentro de um ambiente corporativo. Falamos de trabalho em equipe, colaboração, promover e oportunizar mudanças, inovar, mobilizar recursos, dentre outras.
Nas organizações atuais e futuras que objetivam sucesso, as competências comportamentais fazem e farão ainda mais diferença nas organizações. Um dos grandes desafios é saber navegar num ambiente onde pessoas com diferentes origens culturais, gerações, ideais e formações profissionais se relacionam, caracterizando uma clara heterogeneidade e, consequentemente, divergência de pensamentos, atitudes, valores, dentre outras.

 

Abaixo estão listados alguns dos problemas encontrados nas organizações:

  • Falta definição clara dos objetivos dentro das organizações
  • Diminuição ou falta de foco
  • Muito planejamento e pouca ação e as vezes muita execução e nenhum planejamento, portanto, falta equilíbrio
  • Excesso de burocracia
  • Processos complexos em coisas simples
  • Excesso de níveis hierárquicos prejudicando o entendimento, a comunicação e a execução das tarefas
  • Excesso de reuniões com pouca ou nenhuma decisão

Muitas organizações sofrem com a desorganização há bastante tempo, porém não conseguem encontrar uma forma de mudar e conseguir alinhar a situação. Como citado anteriormente, problemas também podem estar relacionados a falta de comprometimento dos colaboradores da empresa e a falta de foco da equipe. Atualmente essa é uma das grandes preocupações das organizações e dos líderes, que ficam muitas vezes sem saber como devem se posicionar em situações como a falta de interesse e desmotivação dos funcionários, cenário que é muito prejudicial para a empresa. Porém, os funcionários podem estar perdendo o foco por diversos motivos, sendo alguns deles:

  • Falta de conhecimento do produto ou serviço

O primeiro grande erro que as empresas cometem é comunicar de forma ineficiente com os seus colaboradores as informações sobre o produto ou serviço que eles devem vender. Qualquer bom vendedor sabe que, para fechar uma venda, ele precisa, não apenas saber falar do produto ou serviço (evidenciando suas vantagens em relação aos concorrentes), mas também ter conhecimento suficiente para conseguir contornar as temidas objeções.

  • Pouco envolvimento com a missão da empresa

Um fator que passa despercebido e que, em muitos casos, inibe uma possível venda é a falta do envolvimento da equipe com a missão da empresa. Cabe dizer que a missão é o que confere significado aos negócios, o que dará ânimo e interesse. Portanto, se os seus funcionários não sabem, ou não entenderam, o motivo pelo qual eles trabalham para você, certamente não vão transmitir esse envolvimento para o cliente. Lembre-se que isso “esfriará a relação”, reduzindo a confiança.

  • Equipe despreparada

Alguns outros fatores, relacionados ao treinamento das equipes de vendas e atendimento, por exemplo, são cruciais para o sucesso da empresa. Se algumas das situações abaixo acontecem no seu negócio, é sinal de que você tem uma equipe despreparada e, portanto, precisa melhorar estes processos:
· Demora ao responder dúvidas dos clientes;
· E-mails mal elaborados ou contatos telefônicos malfeitos;
· Exposição malfeita dos produtos (seja no site ou na loja física);
· Desconhecimento das necessidades reais do cliente;

  • Falta de foco no cliente

Às vezes o funcionário se deixa levar pelo ego, pela vaidade, e acredita que são necessárias super habilidades para ser um campeão de vendas. Na verdade, o ponto de partida deve ser o foco no cliente. Por isso, tenha em mente o que ele realmente quer e precisa. Quando sua equipe não está treinada para saber extrair informações acerca das reais necessidades do comprador, ela normalmente falhará e isso será mais uma razão para perder vendas.

  • Equipe desmotivada

A falta de ânimo e motivação para trabalhar também é um fator negativo. Saiba que o cliente percebe que o vendedor está atendendo sem vontade, se sente constrangido e, provavelmente, não compra. Por isso, manter a equipe sintonizada e motivada é fundamental – seja através de artifícios financeiros ou outros aspectos como qualidade do ambiente de trabalho.

  • Falta de habilidade para gerenciar o relacionamento com o cliente

Também temos a falta de habilidade para gerenciar o relacionamento com os clientes. Vale ressaltar que a empresa precisa ter registrados todos os dados de seus consumidores, não apenas os usuais (como endereço e telefone), mas também informações que auxiliem o empresário a identificar novas necessidades. Por exemplo, saber do que o cliente gosta e qual seu estilo de vida é muito interessante.

  • Armadilhas e distrações no ambiente de trabalho

O problema também pode estar atrelado a muita dispersão no ambiente de trabalho e não aproveitamento do tempo dentro da empresa. Como sabemos, atualmente existem muitas armadilhas que podem estar roubando o tempo dos colaboradores, comprometendo a produtividade e contribuindo para a perda de foco no trabalho. Muitas vezes o Twitter, Facebook, Instagram, demais redes sociais e todos os links existentes na internet podem parecer mais interessantes e atrativos que o trabalho e isso inicialmente pode ser um pequeno problema, mas ao longo do tempo, evoluindo para algo muito mais sério.

Em uma circunstância como essa, a solução pode estar no monitoramento e gestão dos colaboradores em relação ao uso da internet. Desenvolver pessoas e saber fazer a gestão de uma equipe é um desafio, mas ao mesmo tempo é fundamental para que as mudanças provoquem os efeitos desejados e se tornem sustentáveis nas organizações. Uma boa alternativa, é a estruturação de um manual de ética para uso da internet, uma medida válida contra o uso abusivo do recurso em ambiente corporativo, no entanto, é preciso verificar se as diretrizes formalizadas pela empresa estão sendo cumpridas efetivamente.

Lembre-se, as empresas possuem realidades distintas, assim como setores, de uma mesma organização podem demandar necessidades totalmente diferentes, por isso é de suma importância a avaliação das necessidades de cada setor/organização, para estabelecimento de políticas claras e condizentes.

Sua empresa ou equipe está passando por alguma situação parecida com as descritas acima? Compartilhe sua experiência conosco.

Os diferentes perfis dos colaboradores e o impacto na produtividade

Atualmente, com a grande concorrência no mercado corporativo, antes de contratar um profissional para integrar a sua equipe, as empresas devem seguir alguns critérios para que a contratação não se transforme em uma soma de equívocos que poderão acarretar em prejuízos.

É fundamental ter o entendimento que profissionais com um perfil inadequado ao ambiente e necessidades da empresa, ao invés de contribuir acabam atrapalhando, diminuindo a produtividade e prejudicando a equipe. Com base nisso, listamos alguns dos perfis profissionais existentes no mercado e como os gestores podem agir conforme cada perfil:

Competente, mas acomodado

Geralmente, essa pessoa tem anos de casa, é competente na execução das suas atividades, mas dificilmente sugere ideias novas. Além disso, este tipo tende a ser resistente à mudança e não procura se atualizar. Para o líder, este tipo de profissional não chega a ser um problema, dependendo da função que exerce na empresa. É possível reverter este quadro oferecendo benefícios, como bolsas de estudo, cursos e palestras, que também podem incentivar o colaborador a sair de sua zona de conforto e buscar alternativas para se profissionalizar e melhorar seus resultados.

Profissional infeliz

Esse é o mais problemático para a organização, pois a falta de motivação pode prejudicar o desempenho do colaborador e até contaminar os colegas. Dar broncas ou ameaçar não é o melhor caminho, ao contrário, pode piorar ainda mais o quadro de insatisfação. A dica é chamar este profissional para uma conversa e perguntar com franqueza os motivos de estar infeliz e como a empresa poderia ajudá-lo a resolver esse problema.

Pró-ativo e entusiasmado

Essas características são bem vistas, mas o exagero por parte do profissional pode torná-lo inconveniente. Há ainda situações em que a pessoa sempre sugere ideias novas, mas quase nunca elas são pertinentes. Diante disso, o líder deve fazer com que o funcionário entenda que, antes de sugerir algo, é necessário avaliar se existe a possibilidade da ideia tornar-se concreta e ser desenvolvida.

Pró-ativo motivado, com bom senso

Neste caso, o desafio do gestor é reter o profissional para que ele se mantenha na empresa, lembrando que as pessoas que tem este perfil são disputadas por empresas concorrentes. O líder deve reter esta pessoa por meio de promoção, aumento de salário e bônus, além de lhe atribuir responsabilidades e recompensa pelos resultados. É fundamental que o colaborador se sinta valorizado pela empresa, para que possa desempenhar suas atividades explorando todo seu potencial.

Ambicioso

O colaborador que deseja crescer na empresa e, para isso, tenta melhorar seus resultados, é benéfico para a empresa. Porém, aqueles que usam de métodos pouco éticos para escalar posições mais altas na hierarquia são perigosos e devem ser reprimidos.

 

Para saber o perfil de uma pessoa, antes mesmo de contratá-la, existem diversos modos, sendo um deles já mesmo na hora da entrevista, utilizando perguntas específicas em relação ao trabalho ou até mesmo com avaliações psicológicas durante o treinamento, por exemplo.

A avaliação psicológica é um procedimento que visa avaliar, no sentido de analisar, compreender, esclarecer a dinâmica dos processos psicológicos representativos de um indivíduo. O objetivo maior é o de conhecer o potencial de cada pessoa, suas competências individuais e, para isso, o teste psicológico ainda é o melhor instrumento de que se dispõe, pois, além de resultar em dados confiáveis, já que suas características psicométricas são comprovadas cientificamente, ele permite que o psicólogo tenha uma visão total da pessoa, que consiga definir quais são as suas competências ou características mais vantajosas e quais aquelas em que precisaria investir um pouco mais.

Num processo de seleção, tais informações permitem ao psicólogo indicar com maior segurança pessoas para cargos específicos e orientar as lideranças sobre como lidar com seus colaboradores e no que efetivamente investir para obter maior desenvolvimento e melhores resultados. Da mesma forma, em treinamento e desenvolvimento, uma avaliação psicológica traz subsídios suficientes para que um programa seja encaminhado considerando as especificidades individuais e grupais, podendo até com isso gerar um redirecionamento das estratégias adotadas.

Realizando este tipo de teste e avaliação é possível saber qual profissional mais se adapta à sua empresa. Em tempos de crise essa é a principal meta das empresas, encontrar profissionais que realmente estejam engajados com o trabalho, que possam apresentar resultados em curto prazo e que sejam um diferencial dentro do ambiente corporativo. Porém, muitas vezes, conseguir um profissional com esses requisitos é difícil.

O colaborador que não está motivado, acaba perdendo o desejo de contribuir com a empresa, quando isso ocorre boa parte do seu tempo de trabalho acaba sendo desperdiçado. Como exemplo temos os profissionais que ficam o dia todo na internet em atividades pessoais como ver e-mail, acessar as redes sociais e conversar com amigos e familiares, sem realizar nenhum tipo de atividade relacionada ao trabalho e muitas vezes utilizando grande parte dos recursos de rede da empresa para assuntos pessoais, até mesmo prejudicando os demais interessados em trabalhar.

Como nem sempre os gestores conseguem acompanhar as atividades da equipe, em muitos casos os colaboradores acabam utilizando o celular ou aparelhos eletrônicos e a internet para atividades pessoais, muitas vezes ficam ouvindo rádios e assistindo vídeos, o que pode atrapalhar os colegas, podendo acarretar em desmotivação e baixa produtividade do restante da equipe. Com base em pesquisas, atualmente grande parte dos colaboradores que mais utilizam a internet e o celular no trabalho são jovens que se enquadram na geração Y (nascidos entre 1980 e 1995) e Z (nascidos a partir de 1995). Isso porque são pessoas que nasceram na geração da internet e que praticamente não conseguem se desligar das redes nem no horário de trabalho.

Situações como essa são problema tanto para o empregado jovem que pode perder oportunidades, por não conseguir se comportar como um profissional comprometido que gera resultados, quanto para o empregador, que acaba investindo tempo e dinheiro em profissionais que não estão acrescentando à empresa.

Então, como proceder em relação ao uso indevido da internet e smartphones no trabalho?

Apesar de a empresa possuir o direito de tomar conhecimento das atividades que acontecem no ambiente de trabalho, existem questões delicadas envolvidas nesse assunto, pelo monitoramento esbarrar no direito constitucional de privacidade e sigilo de correspondência. É necessário que se informe aos colaboradores a existência de ferramentas de monitoramento, estabelecendo-se também claros limites de uso, baseados em direitos e deveres. Portanto, as regras devem sempre estar visíveis para que os colaboradores saibam que estão sendo monitorados no uso da internet e em seu ambiente, caso houver câmeras de filmagem.

Assim, quando descoberto o mau uso da internet ou de equipamentos dentro da empresa, cabe ao gestor o bom senso de proceder de maneira a evitar que a má conduta se repita e para tal não basta punir o responsável, recomenda-se, em primeiro momento, um contato objetivo e pontual com o colaborador para discutir a ocorrência e eventual advertência.

Uma das soluções, caso a sua empresa esteja passando por uma situação como essa, é instalar um serviço de controle de internet eficiente para fazer o controle e você ter então como monitorar e fiscalizar a sua equipe de forma mais precisa, para saber quem realmente está focado em somar na empresa e diferenciar daqueles que estão somente ocupando espaço e consumindo recursos no ambiente corporativo.

A empresa também deve disponibilizar aos seus colaboradores, um documento sobre a política do uso da internet na empresa, para informar e dar ciência aos colaboradores sobre a política de uso da internet no ambiente de trabalho da empresa, para assegurar o uso adequado da Internet e recursos de tecnologia por parte do colaborador.

Estudo da Triad, empresa de consultoria especializada, apontou que entre as mídias sociais a mais acessada nos computadores dos profissionais é o Twitter (92,2%), seguido pelo Facebook (59,4%) e YouTube (35,6%). A mesma empresa de consultoria constatou que 80% dos profissionais gastam até 3 horas da jornada de trabalho com atividades estranhas à função. Em alguns casos além da demissão por justa causa, o funcionário pode ainda ser condenado ao pagamento de indenização, quando a má utilização da internet prejudicar a empresa.

O uso inadequado da internet pode gerar significativo impacto sobre os negócios e a reputação das empresas, com reflexo direto sobre os clientes, resultados financeiros e, ainda poderá trazer problemas jurídicos para as corporações. Cada vez mais as empresas estão informatizadas para competir no mercado e seus usuários descobrem a cada dia, novos meios de seu uso, podendo instalar vírus quando do acesso a algum site desconhecido e comprometer todo o sistema da rede da organização. Como se sabe, o empregador pode ter preocupações legítimas no que diz respeito à possível utilização do correio eletrônico por parte de seus empregados e executivos para divulgar informações confidenciais, ou segredos de comércio ou indústria para os concorrentes.

Da mesma forma, são legítimas as preocupações com mensagens eletrônicas via e-mail ou sistemas de comunicação instantânea, contendo piadas, jogos, fotos, pornografias, e muitos outros, que sobrecarregam a rede e geram desperdício de tempo durante o trabalho.

Se sua empresa possui essa preocupação com o desperdício de tempo da equipe e a má utilização da internet pelos colaboradores, o Lumiun pode ajudar sua empresa a resolver esse problema. Além de proteger a sua rede contra ameaças e sites nocivos, é possível controlar o que cada colaborador acessa na internet e ter relatórios detalhados sobre o uso da rede, tudo de forma simples, prática e acessível. Conheça mais sobre a ferramenta pedindo uma demonstração do sistema e falando com nosso atendimento pelo telefone (11) 4950-6962 ou no e-mail .

Demissão por uso indevido do celular e internet no trabalho e a legislação trabalhista

Em 2016 o celular se tornou o principal meio de acesso à internet no Brasil e objeto indispensável para grande parte da população, onde incluímos nesse grupo grande parte dos profissionais durante o trabalho. Segundo a Anatel, em maio de 2016 o Brasil atingiu o número de 255,23 milhões de linhas ativas para a telefonia móvel, com crescimento de praticamente 80% em relação aos 143 milhões de linhas existentes em 2014.

Além disso, com a evolução da conectividade dos aparelhos com a internet, a principal função dos celulares passou a ser a utilização de serviços via internet, como acesso a e-mail, redes sociais, programas de comunicação instantânea, aplicativos de áudio, vídeo e imagens. Onde os principais que podemos destacar são Facebook, WhatsApp, Messenger, Instagram, Twitter, Skype, Snapchat e vários outros.

Trazendo o tema para o ambiente corporativo da gestão de pessoas e recursos de TI nas empresas, o objetivo do artigo é dimensionar o que os gestores podem/devem fazer para encarar essa situação de uso dos aparelhos celulares e da internet no ambiente de trabalho e o que pode ser feito em casos críticos de desperdício de tempo e queda de produtividade, abordando também algumas questões da legislação trabalhista brasileira a respeito do tema.

O uso do celular pessoal e da internet estão no topo da lista dos 10 hábitos que mais comprometem a produtividade dos profissionais no ambiente de trabalho. Para resolver esse problema são necessárias medidas práticas e complementares, que vão desde uma boa orientação para os colaboradores quanto ao uso dos aparelhos e da internet; acompanhamento de atividades, alcance de metas e entrega de resultados dos colaboradores e equipes; até a utilização de serviços de TI que permitam criar regras do que pode ou não ser acessado na internet pelos colaboradores e gerem relatórios em relação a navegação dentro da rede corporativa da empresa.

Hoje em dia é comum que os profissionais utilizem seu aparelho celular e acessem contas de e-mail ou redes sociais com suas contas pessoais no ambiente de trabalho, o que pode gerar inúmeros problemas para os profissionais como para as empresas. Mesmo essa sendo uma prática comum nas empresas atualmente, não temos na legislação trabalhista brasileira qualquer menção quanto a regras de utilização dos aparelhos ou da internet no ambiente de trabalho e possíveis punições a respeito. Por isso é importante que empresas definam em seu regimento interno diretrizes para balizar a utilização desses recursos, descrevendo o que podem ou não ser acessado, em que circunstâncias é possível a utilização e quais as punições aplicadas aos que descumprirem as regras da empresa. É possível baixar um modelo de documento sobre política de uso da tecnologia em ambientes corporativos, para implementar na sua empresa. Há também um modelo de documento específico sobre a política de uso do celular na empresa.

Nesse contexto, as empresas contam com o amparo da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), onde em seu artigo número 482, estão enumerados os possíveis motivos para demissão por justa causa, sendo a letra “e” a “desídia no desempenho das respectivas funções“. Neste caso, desídia corresponde ao desleixo no cumprimento das funções desenvolvidas. Portanto, ações simples e comuns atualmente, como atender telefonemas, acessar perfil em redes sociais ou mesmo olhar e enviar mensagens via WhatsApp ou Messenger, caracterizam um comportamento negligente e que desvia a atenção necessária que deve existir por parte do colaborador para desempenhar suas atividades pré-estabelecidas na empresa.

Podemos citar vários exemplos de cenários onde o uso do celular ou da internet pode caracterizar falta de compromisso ou desleixo com as atividades desempenhadas, como empresas de telemarketing, onde a atividade exige atenção exclusiva e qualquer distração pode prejudicar o atendimento. Ou ainda escritórios de contabilidade onde a equipe permanece praticamente todo tempo de trabalho desempenhando atividades de atendimento e operações via computador.

Em casos onde o colaborador sofreu alguma advertência e mesmo assim continua a agir reiteradamente, acessando seu celular ou realizando atividades pessoais na internet que geram desperdício de tempo e não desempenho das suas funções, caracteriza-se indisciplina e até mesmo insubordinação. Pontos estes que estão previstos na letra “h” do mesmo artigo 482 da CLT, onde consta “ato de indisciplina ou de insubordinação“. O que também pode resultar em demissão por justa causa do colaborador.

Outros pontos que podem ser amparados pela CLT, abrangem a possibilidade do colaborador divulgar via redes sociais e sistemas de comunicação fotos, vídeos ou mensagens que possam comprometer/abalar a imagem de clientes das empresa ou colegas de trabalho, da mesma forma em casos de divulgação de dados sigilosos de outras empresas que tenha relação comercial com a empresa em questão. Para estes casos temos as alíneas “j” e “k”, que abordam respectivamente “ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa, ou ofensas físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;” e “ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e superiores hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;“.

Por outro lado, temos situações onde as condições de trabalho dos colaboradores estão relacionadas a sua capacidade motora e qualquer falta de atenção pode resultar em acidentes de trabalho. Por exemplo atividades como operação de máquinas, motoristas e outras. Para esses casos, é fortemente recomendado a proibição do uso de aparelhos celulares, já que qualquer acidente pode causar danos físicos e de patrimônio.

A realidade é que estamos passando por um período de grandes mudanças sociais e profissionais, causadas principalmente pelo acesso à informação. Não param de surgir novidades, novas tecnologias, conceitos e ferramentas que impactam o dia a dia dos profissionais e das empresas, mudando totalmente a forma de trabalho. Isso deveria causar algum movimento por parte do Poder Legislativo, principalmente na área trabalhista. O que infelizmente ainda não está ocorrendo no Brasil. Por isso a necessidade de continuar seguindo as normas já existentes, em parte obsoletas, na aplicação e judicialização das leis trabalhistas.

Isso demonstra que o Poder Judiciário tem decidido processos trabalhistas sem normas existentes para tais circunstâncias, como é o caso do uso de celular e internet para atividades pessoais no ambiente de trabalho.  O que gera um arquitetamento jurídico, baseado em princípios constitucionais fundamentais e dos direitos sociais, diferente das normas previstas na Consolidação das Leis Trabalhistas.

Portanto, não há nenhum impedimento quanto a aplicação do direito trabalhista e das normas da CLT em casos relacionados ao uso de tecnologia no trabalho que resultem em prejuízos para a empresa. Porém, em um país onde a legislação é a base em qualquer definição judicial, seria importante haver alterações nas leis trabalhistas, visando atender esses cenários em específico.

E você, o que acha da legislação e do comportamento dos gestores em relação ao uso de aparelhos celulares e da internet no ambiente de trabalho? Como esse tema é abordado na sua empresa?

Smartphone consome até 2 horas por dia dos profissionais durante o trabalho

O uso do celular durante o trabalho tem gerado constante debate sobre qual o melhor posicionamento das empresas quanto a essa prática. São inúmeros os contratempos causados entre os colaboradores e gestores, desde o desperdício de tempo e redução na produtividade a demissão por justa causa com ações trabalhistas entre profissional e empresa.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Metodista de São Paulo apontou que um em cada cinco profissionais perde até 15 minutos a cada hora no celular durante o horário de trabalho, 25% do tempo. Isso resulta em um desperdício de 2 horas por dia, considerando uma jornada de trabalho de 8 horas diárias. Para calcular o custo para sua empresa com esse tempo perdido, pode ser usada essa ferramenta de cálculo de desperdício de tempo, que permite informar o número de colaboradores e o custo por profissional.

A empresa tem autonomia e o direito de restringir o uso do celular pessoal no ambiente de trabalho, desde que disponibilize outra forma de comunicação para urgências. O colaborador que não segue essas orientações, pode ser notificado e até mesmo demitido por justa causa. Para isso, é necessário que o colaborador esteja ciente das restrições e respectivas punições em caso de não comprimento das regras. A empresa deve elaborar um documento descrevendo as normas quanto ao uso dos aparelhos e as respectivas punições. Baixe aqui um modelo para esse documento.

Para evitar situações desagradáveis e atritos entre as partes, o recomendado é que as empresas tenham orientações claras e elaboradas com coerência. Em contrapartida, os profissionais devem agir com bom senso e controle no uso dos aparelhos, priorizando sempre as atividades da empresa e sua produtividade como profissional.

Produtividade e resultados

O uso do celular no trabalho não gera necessariamente queda na produtividade. Por isso a orientação aos gestores é sempre monitorar a execução das atividades e acompanhar os resultados, o foco deve ser na produção, com definição de metas e objetivos por colaborador e pela equipe. Até mesmo, porque para algumas atividades como vendas e atendimento aos clientes, o celular pode contribuir na execução de algumas atividades.

As empresas devem buscar desenvolver uma cultura saudável e produtiva para o uso dos celulares. Por exemplo, educar os profissionais que a publicação de fotos durante o trabalho, piadas nas redes sociais ou conversas pessoais, podem prejudicar sua atuação, mas ao mesmo tempo mostrar que o uso consciente dos smartphone pode ser usado para o desenvolvimento de contatos e comunicação com clientes. O uso dos aparelhos deve ser focado no benefício coletivo entre empresa e profissionais.

Outro ponto importante é que diretores e líderes devem dar exemplo de bom uso, utilizando os aparelhos somente na execução de tarefas da empresa e para comunicação com a equipe, clientes ou fornecedores.

No caso de utilização do celular para comunicação entre a equipe, como grupos no WhatsApp, é responsabilidade do líder definir as regras, adicionar ou retirar os participantes e chamar a atenção dos que enviam conteúdo inadequado.

Melhor controlar e monitorar do que proibir

Proibir o uso do celular no trabalho é considerado uma medida radical e pouco recomendada. Pois a empresa pode criar uma imagem de uma gestão impositiva, que não considera as necessidades dos funcionários. Podendo até mesmo desmotivar alguns profissionais. A proibição também pode ser considerada abusiva se a empresa não disponibilizar outras formas de contato aos colaboradores.

Novamente, o bom senso e equilíbrio são importantes. Do lado da empresa, o uso dos aparelhos pode ser gerenciado, sendo permitido o uso em alguns horários de intervalo ou com a utilização de ferramentas de controle de acesso como o Lumiun, definindo o que pode ou não ser acessado no aparelho. Além das restrições, essas ferramentas permitem um monitoramento detalhado do que os colaboradores estão acessando, gerando informação que podem ser utilizadas para ajustes nessa política de uso dos aparelhos e até mesmo na tomada de decisão no caso de colaboradores que não cumprem as normas.

Dentro desse gerenciamento também é importante algumas orientações básicas, como exigir que os celulares sejam mantidos na gaveta ou bolsas e sempre no silencioso. O profissionais também podem desativar notificações de aplicativos que podem comprometer o foco e concentração, além de checar novidades somente em horários de intervalo e descanso.

Por fim, como os celulares estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano, cabe às empresas e profissionais desenvolverem uma forma consciente de utilização dessa ferramenta tão poderosa, de forma que todas sejam beneficiados.

E na sua empresa, como é tratado o uso do celular no trabalho? Compartilhe sua experiência, citando pontos positivos e negativos da política utilizada na sua empresa.

Causas da baixa produtividade dos profissionais no ambiente de trabalho

Atualmente é muito comum ocorrer distrações e desperdício de tempo no ambiente de trabalho, mesmo com a necessidade que os profissionais e as equipes tem de aumentarem seu foco e produtividade. Essas pausas comprometem a produtividades e entrega de tarefas dos colaboradores e os resultados das empresas.

São muitas as formas de distração existentes, ao longo do dia os celulares geram notificações constantemente informando novidades e avisando que seu amigo está afim de conversa, novos e-mails chegam a todo instante, no computador você vai buscar alguma informação na internet e acaba navegando por outros sites que chamam sua atenção, como uma notícia dos últimos acontecimentos da economia ou da política ou promoções de produtos do seu interesse, nas redes sociais as atualizações constantes atraem e prendem a atenção por horas durante o dia, seus colegas conversam o tempo todo sobre assuntos diversos, etc. Enfim, o desperdício de tempo no ambiente de trabalho ocorre de inúmeras formas e é necessário que as empresas tomem providencias para atenuar esse problema.

Esse cenário exige que os gestores busquem uma solução, considerando que a produtividade das equipes é um fator de competitividade no mercado e está diretamente relacionado à qualidade dos serviços realizados pelos colaboradores. Vejamos as principais causas de distração e baixa produtividade dos profissionais no ambiente de trabalho:

Redes sociais

Estima-se que 90% dos usuários de internet no Brasil possuem perfil em ao menos uma rede social e que 70% destes acessam as redes sociais no ambiente de trabalho. No computador ou no celular, os profissionais acessam constantemente seu perfil nas redes sociais, pesquisas apontam que o tempo gasto nas redes fica em torno de 30% do tempo de trabalho.

Conversas via celular e comunicadores instantâneos

As conversas através da troca de mensagens pelo Whatsapp, Skype, Facebook Messenger e outros, é econômica e prática, porém, compromete a concentração e a produtividade durante o trabalho. Se as atividades profissionais não dependem destas trocas de mensagens, é importante deixar seu celular desligado e haver restrições para evitar o exagero de conversar e o desperdício de tempo de trabalho.

Navegação na internet e e-mail pessoal

Basta uma conexão com a internet para que milhares de opções fiquem disponíveis, é comum os colaboradores acessarem o e-mail pessoal, ler notícias, visitar sites de esporte e entretenimento, pesquisar produtos e promoções, realizar compras, assistir vídeos, ouvir rádio, etc. Todas essas atividades tomam tempo e reduzem o tempo de trabalho e concentração nas atividades da empresa.

Conversas paralelas:

Esse é um problema recorrentes em ambientes corporativos, conversas entre colaboradores podem tomar o tempo que deveria estar sendo utilizado para produzir. Pequenas paradas e conversas com os colegas atrapalham a concentração de todos os que estão próximos.

Pausas

Sabemos que as pausas entre as horas de trabalho podem (e devem) ser realizadas, pois ajudam o trabalhador a relaxar e melhorar a sua concentração, porém, há quem abuse destes momentos, e até utilize disto como uma desculpa para a procrastinação. Portanto, é importante controlar gastos nestas atividades durante o dia e analisar se é possível reduzir essas pausas durante o tempo de trabalho.

Barulho no ambiente de trabalho

Em um ambiente corporativo a convivência com outras pessoas é imprescindível. É inegável que está convivência às vezes se torna difícil, afinal são várias pessoas com culturas, hábitos e educação diferentes. Falar muito alto, fazer muitos barulhos, som alto (mesmo que seja no seu fone de ouvido) podem irritar e atrapalhar o seu colega ao lado. É importante orientar a postura dos colaboradores dentro da empresa para manter um ambiente saudável e produtivo.

Bem, podemos perceber que existem inúmeras causas de distrações que reduzem a produtividade dos colaboradores. Esse é um problema de responsabilidade dos gestores, que devem agir para reduzir o desperdício de tempo. Em primeiro lugar, é necessário a empresa orientar e treinar os profissionais em relação ao comportamento ideal no ambiente de trabalho e como a empresa espera que ele se comporte, criando limites e punições caso as orientações não sejam seguidas.

Boa parte das causas de distrações está relacionada ao uso da tecnologia, para isso é importante a empresa criar um manual de ética e boas práticas no uso da internet, além disso, é importante utilizar algum serviço para controlar e monitorar o uso da Internet, o Lumiun é uma excelente alternativa para isso. Criando regras e filtros do que pode ou não pode ser acessado é possível reduzir a maioria do desperdício de tempo na internet. É sugerido flexibilidade e bom senso quanto a esse controle, podendo haver horários em que alguns recursos possam ser acessados. Também é fundamental monitorar os acessos, para saber o que os colaboradores estão acessando, pois muitas vezes podem ocorrer exageros que precisam ser barrados e punidos.

Sem dúvida, tornar a equipe mais produtiva é um desafio complexo, mas é fundamental buscar alternativas para que a empresa se torne mais competitiva. Mas com ações de conscientização e a utilização de ferramentas que limitem as distrações, é possível tornar a equipe mais produtiva.

No artigo como aumentar a produtividade das equipes através da gestão, falamos de ações práticas a serem implementadas que irão contribuir na produtividade e reduzir o desperdício de tempo dos colaboradores.

Como melhorar a produtividade dos colaboradores através da gestão?

A busca por maior produtividade é um objetivo comum dos gestores nas empresas brasileiras. No Brasil, o custo com recursos humanos e infraestrutura são muito elevados em comparação a outros mercados, em complemento a isso, a produtividade dos profissionais também fica bem abaixo de outros países. De acordo com uma pesquisa realizada em nível global pela Conference Board, divulgada em 2015, são necessários mais de três trabalhadores no Brasil para produzir a mesma quantidade de resultados gerada por um profissional nos Estados Unidos.

Os problemas que explicam esse baixo rendimento dos profissionais são culturais e estruturais. De acordo com o relatório, as empresas brasileiras como um todo sofrem com problemas de gestão e com uma infraestrutura inadequada, reunindo poucos investimentos em equipamentos e infraestrutura para melhorar o índice de produtividade das equipes e seus profissionais.

O aumento da produtividade é a melhor forma de otimizar resultados e se colocar de forma competitiva e diferenciada no mercado brasileiro e internacional, essa necessidade é latente nas empresas brasileiras. Por isso os gestores precisam buscar qualificação e ações que permitam uma contínua melhoria na gestão das empresas, acompanhando as mudanças do mercado e a evolução da tecnologia.

Muitas vezes, ações simples e práticas podem contribuir para aumentar a produtividade dos profissionais no ambiente de trabalho, veja algumas:

Definir metas é importante

Sem um rumo definido, é impossível focar nos resultados, medir o desempenho e melhorar a produtividade. Pequenas empresas devem realizar uma revisão dos resultados anteriores da empresa e, com base nela, uma definição detalhada dos objetivos e metas. É preciso documentar as metas e acompanhar os resultados periodicamente para descobrir se há necessidade de mudança de rumos. Também é importante oferecer benefícios adicionais aos profissionais que atingirem suas metas periodicamente.

Para esse acompanhamento constante podem ser utilizadas planilhas do Excel, Google Drive ou sistemas de gestão para empresas como o ContaAzul, onde o mais importante é estar sempre com os dados atualizados e analisando os resultados com o objetivo de perceber os pontos fortes e fracos em cada um dos setores da empresa.

Uma boa alternativa para definição de metas é a metodologia OKR (Objectives and Key Results), onde são definidos objetivos gerais da empresa, objetivos por setor e quais os resultados chaves que serão medidos para avaliar se os objetivos foram atingidos.

O papel do gestor é incorporar a busca pela produtividade à cultura da empresa, tornando o processo natural e automático.

O trabalho coletivo gera eficiência e qualidade

É preciso entender que profissionais e equipes precisam atuar em conjunto para alcançar os resultados e melhorar a produtividade no ambiente corporativo. A simples atitude de convocar os colaboradores de diferentes setores e solicitar conselhos pode ajudar a aperfeiçoar os processos.

Separe um tempo e aborde os colaboradores com as seguintes perguntas: o que pode ser feito na sua área para melhorar a sua produtividade? O que deve ser feito em outro setor para melhorar a produtividade do seu? O que a empresa de uma forma geral pode fazer para produzir mais? O segredo para melhorar os processos pode estar nesse levantamento de informações e ações simples e práticas.

Melhore a comunicação na sua empresa

A troca de informações entre os colaboradores é muito importante para compartilhar conhecimento e experiências. Existem diferentes opções de serviços de TI que podem facilitar essa comunicação, pode ser utilizado o Slack para comunicação direta dos colaboradores, essa ferramenta é muito interessante pois permite o organização das conversa por canais e grupos, também pode ser usado o Skype e outros programas de troca de mensagens. A comunicação institucional também é importante, mantendo os colaboradores informados e atualizados, essa comunicação pode ser via e-mail interno ou através de uma blog institucional da empresa.

Invista na sua equipe e delegue responsabilidades

Se os seus colaboradores precisam de autorização para qualquer decisão relacionada ao seu dia a dia, é provável que produzam menos do que poderiam. É importante ter consciência de que é preciso confiar em quem já apresentou resultados positivos e aumentar a autonomia desses profissionais.

Vale a pena lembrar que, antes de qualquer coisa, a empresa é composta pelas pessoas que por ela trabalham. Os bens materiais, o escritório e as máquinas não seriam nada sem as pessoas. Estimular o treinamento permanente dos colaboradores é algo que todas as empresas, sejam grandes ou pequenas, deveriam fazer com frequência.

Utilize os recursos que a tecnologia oferece

Existem milhares de tecnologias e ferramentas que podem contribuir na produtividade da sua empresa, busque sempre estar atualizado, substituindo processos manuais por sistemas automatizados. Veja nesse artigo da Endeavor, uma lista de ferramentas de tecnologia que podem auxiliar na gestão da sua empresa.

Dois pontos que devem ser considerados com mais atenção é o gerenciamento das tarefas e o foco e produtividade dos colaboradores:

Sistemas de gerenciamento de tarefas ajudam muito

Existem diversas metodologias e sistemas que podem contribuir na organização dos processos/tarefas nas empresas. Com a padronização de processos é possível organizar as tarefas por equipe, definir o fluxo de trabalho entre os colaboradores e obter informações relevantes sobre o desenvolvimento das atividades. Três boas opções de sistemas para gerenciamento de tarefas são o Runrun.itTrello e o Basecamp.

Gerencie o acesso a Internet para evitar desperdício de tempo e aumentar o foco no trabalho

Na maioria das empresas boa parte da equipe utiliza computadores em suas tarefas, permanecendo conectados na Internet a maior parte do tempo de trabalho. Como apontam várias pesquisas, é possível que seus colaboradores estejam desperdiçando até 30% do tempo de trabalho em atividades pessoais não relacionadas à empresa. Para resolver esse problema, é importante implementar uma política de utilização da internet e utilizar algum serviço que permita o monitoramento e controle do acesso a Internet. Alternativas para o gerenciamento do acesso a internet são buscar empresas especializadas em TI, ou então soluções prontas de servidores como Dell SonicWall, Fortinet FortGate ou soluções mais modernas baseadas em nuvem como Lumiun Tecnologia ou OpenDNS.

Contribua com suas experiências sobre gestão e produtividade nos comentários, compartilhe métodos e ferramentas utilizadas e os resultados obtidos!

Vantagens e desvantagens de bloquear o acesso às redes sociais nas empresas

Controlar ou não controlar o acesso dos colaboradores às redes sociais? Essa dúvida afeta boa parte dos empresários, gerentes e gestores de equipe atualmente. No Japão, onde as pessoas são hiper conectadas, apenas 25% das empresas se preocupam com o que seus colaboradores acessam na Internet durante o trabalho. Já no Brasil, pesquisas apontam que a média de empresas que tomam medidas para coibir ou regulamentar o uso de redes sociais no trabalho é de 70%.

Existem vantagens e desvantagens no controle de acesso a Internet durante o período de trabalho nas empresas. Listamos a seguir alguns prós e contras, o que pode ajudar você a decidir qual será a política de uso da Internet na sua empresa. Por fim, apontamos algumas medidas que podem ser adotadas para que colaboradores e gestores fiquem satisfeitos e sua equipe e a empresa mantenha-se produtiva.

Vantagens em bloquear o acesso às redes sociais nas empresas

Mais foco no trabalho

Com o bloqueio do acesso a redes como Facebook, Twitter e comunicadores instantâneos como WhatsApp e Skype, irá ocorrer um aumento considerável no foco dos colaboradores nas atividades que são realmente importantes para a empresa. É uma realidade nas empresas o desperdício de tempo e atenção gerado a partir do acesso às redes sociais, pesquisas apontam que o tempo gasto nas redes sociais pode chegar  a 30% do tempo de trabalho.

Aumento de produtividade e qualidade nas tarefas

Naturalmente, com maior foco nas atividades da empresa, os colaboradores e equipes aumentarão a produtividade. Sem o acesso às redes sociais temos mais tempo dedicado nas tarefas da empresas, maior atenção e mais concentração no trabalho. Esses pontos também podem contribuir para maior qualidade nas tarefas realizadas e nos resultados, já que não ocorre interrupções ou distrações durante a execução do trabalho.

Melhor desempenho da Internet

Além de atrair a atenção das pessoas, as redes sociais também consomem boa parte dos recursos de Internet. Neste ponto podemos destacar o Youtube e o próprio Facebook, pois o carregamento de vídeos é pesado e consome recursos preciosos da rede. Todas as redes sociais consomem bastante os recursos da rede, com muito conteúdo, imagens, vídeos e atualizações constantes em tempo real.

Um dos principais fatores no desempenho, é que a Internet lenta pode comprometer o funcionamento de programas e serviços usados pela Empresa. Com o bloqueio de acesso, é possível garantir o melhor funcionamento desses programas.

Menos riscos de segurança

As redes sociais também estão cheias de links maliciosos que podem levar o usuário a instalar involuntariamente vírus, spywares e malwares nos equipamentos e na rede de computadores da empresa, o que pode ocasionar lentidão, mal funcionamento dos equipamentos ou vazamento de dados. Com os computadores expostos a vírus, também pode acontecer a perda de arquivos importantes da empresa que não tenham passado por backup.

Redução de custos com equipe

Com os colaboradores mais focados e produtivos, naturalmente sua equipe irá entregar tarefas mais rapidamente. Com isso é possível aumentar a quantidade de tarefas executadas pela equipe ou até mesmo a redução da equipe.

Pra dimensionar os custos com o acesso as redes sociais, podemos fazer um cálculo simples: considerando um tempo gasto de 20% do trabalho com redes sociais, em uma equipe de 10 pessoas com salário médio de R$ 1.000,00, o custo mensal chega a R$ 2.000,00, valor correspondente a 2 colaboradores.

Faça uma simulação do custo do tempo desperdiçado na sua equipe com o mau uso da internet.

Desvantagens do bloqueio de acesso às Redes Sociais no trabalho

Menor criatividade

As redes sociais também podem ajudar. No caso de colaboradores que trabalham com criatividade, o uso das redes pode auxiliar na criação, bem como aos que precisam estar informados sobre os últimos acontecimentos.

Agilidade nas busca de informações

Através das redes sociais também é possível realizar determinadas buscas de forma mais rápida que em mecanismos de busca convencionais, facilitando assim acesso e fluxo de informações.

Aumento de custos com comunicação

A utilização de sites como Facebook e comunicadores instantâneos como WhatsApp e Skype, pode reduzir custos operacionais, como ligações de longa distância, já que é possível contatar pessoas em qualquer lugar sem a necessidade de uso do telefone, por exemplo.

O que fazer?

Independente da escolha, o mais importante é uma manter uma política de utilização da internet clara e a conscientização dos colaboradores em relação ao que pode ser acessado no ambiente de trabalho.

É necessário entender que para definir a política de acesso a internet é importante considerar o perfil da sua empresa e dos seus colaboradores. Não é recomendado definir regras extremas, como manter todo acesso bloqueado, a melhor opção é liberar ou bloquear o acesso parcialmente, podendo ser por horários ou por tipo de sites e conteúdos. Por exemplo liberar as redes sociais no início e final de cada turno de trabalho por 15 minutos.

Para a maioria das empresas, o controle parcial tem sido a solução. é possível implementar esse controle de várias formas: bloquear apenas o uso de sites que utilizem muitos recursos da rede, como o Youtube; liberar o acesso em determinados horários, como no início e final do expediente ou em intervalos; ou bloquear o acesso individualmente ou por grupos de usuários. Neste último, é possível liberar o uso a setores que realmente precisam e bloquear o uso àqueles que não necessitam do acesso às redes devido à natureza das suas atividades.

Havendo dúvidas sobre qual a melhor política para a sua empresa, uma boa alternativa é buscar referências de empresas que fazem o gerenciamento do acesso a internet, para conhecer quais as regras utilizadas e os resultados obtidos. Também é recomendado buscar conhecer alternativas e serviços de controle de acesso a internet, conhecendo as características de cada solução, avaliando se atendem de forma satisfatória as necessidades da sua empresa.

Esperamos que o texto possa auxiliar na definição da política de acesso à internet na sua empresa! Se você já tem implementado o gerenciamento de acesso, compartilhe sua experiência nos comentários.

Qual o custo do mau uso da internet para as empresas?

Atualmente a internet é fundamental e faz parte dos negócios e atividades de grande maioria das empresas. Nesse contexto, boa parte dos colaboradores desempenham suas atividades diárias em computadores e conectados à internet, isso pode tornar as equipes produtivas mas ao mesmo tempo pode levar ao desperdício de tempo e de recursos, devido a grande quantidade de atrativos que a internet oferece, como redes sociais, sites de entretenimento, jogos, e-mail pessoal, comunicadores instantâneos e tantos outros.

Pesquisas mostram que os profissionais gastam em média 30% do tempo em atividades não relacionadas ao trabalho, ficando até 2 horas diárias conectados na internet realizando atividades pessoais. Esse cenário evidencia a necessidade de estabelecer políticas de uso da internet e implementar controles e regras de navegação, para garantir o foco no trabalho e evitar distrações e desperdício de tempo dos colaboradores.

Em empresas onde não há políticas e controle de navegação, o custo com o mau uso da rede pode ser elevado. Pois esse mau uso pode levar ao desperdício de tempo dos colaboradores, execução de tarefas sem foco e com baixa qualidade, problemas de segurança como perda de dados e instalação de vírus nos computadores, equipamentos ociosos e manutenção constante, internet lenta e baixo desempenho de equipamentos, entre outros. Vejamos de forma mais detalhada os custos com o desperdício de tempo:

Desperdício de tempo e distração dos colaboradores

Sabemos que é comum os profissionais acessarem as redes sociais e o e-mail pessoal no trabalho, inclusive essas atividades podem ser saudáveis se realizadas com bom senso e responsabilidade, mas infelizmente isso não ocorre na maioria dos casos.

Em empresas sem restrições quanto ao uso da internet, é possível que seus colaboradores fiquem horas na internet em atividades sem relação com o trabalho. Outro fator que contribui com esse desperdício é o uso do celular em ligações e conversas, além disso as distrações também podem ocorrer por conversar com colegas, lanches e tantas outras situações, inclusive distrações naturais para descanso e relaxamento.

Pode ser complexo mensurar o custo real do desperdício de tempo dos colaboradores, mas é importante estimar isso em custos para se ter noção do impacto financeiro que esse desperdício causa para a empresa. Para exemplificar, vamos considerar um empresa com 20 colaboradores, onde o desperdício de tempo na internet seja de 15% do tempo de trabalho, ou seja, 72 minutos por dia:

  • Número de colaboradores: 20
  • Horas trabalhadas por dia: 8
  • Custo médio mensal por colaborador: R$ 2.000,00
  • Dias trabalhados ao mês: 20
  • Custo total com colaboradores: R$ 40.000,00
  • Custo médio da hora de um colaborador: R$ 12,50
  • Desperdício diário por colaborador: R$ 15,00
  • Desperdício mensal por colaborador: R$ 300,00
  • Total de horas de trabalho desperdiçadas: 480
  • Desperdício mensal por mau uso da internet: R$ 6.000,00

O resultado desse cálculo costuma surpreender os gestores, mas o cálculo mostra que no cenário que utilizamos, o desperdício de tempo representa um custo mensal de R$ 6.000,00. Contudo, ainda podemos considerar a taxa de 15% conservadora, considerando dados de pesquisas que mostram que essa taxa pode chegar a 30% em média nas empresas. Além disso, na análise estamos considerando somente o volume de horas improdutivas, sem levar em conta a possibilidade de tarefas entregues com pouca qualidade pela equipe, o que pode comprometer a relação com clientes e o mercado.

Para fazer o cálculo de quanto pode custar o mau uso da internet na sua empresa, utilize essa ferramenta de cálculo de desperdício de tempo nas empresas.

Outros fatores que também devem ser analisados como oriundos do uso indevido da internet, são os problemas de segurança, como instalação de vírus em equipamentos, que geram custos de manutenção e levam a ociosidade de recursos.

Com base nessa análise de custos, é possível concluir que o mau uso da internet pode ser extremamente prejudicial para as empresa e que é fundamental os gestores implementarem políticas de utilização da rede e recursos de tecnologia. Principalmente considerando que no cenário competitivo atual, a eficiência na gestão das equipes pode se tornar um diferencial em relação ao mercado e concorrentes.

Para implementar uma política de controle de navegação, o primeiro passo é orientar os colaboradores, através de um manual de ética e bom uso da internet. Também é importante utilizar serviços que permitam bloquear o acesso a sites indesejados, veja nesse artigo o que deve ser considerado na definição de regras de acesso a internet na sua empresa. Essas regras de acesso devem ser elaboradas de acordo com o perfil de atividade dos colaboradores e da empresa, onde o recomendado é utilizar bom senso, podendo haver horários onde o acesso às redes sociais e e-mail pessoal, por exemplo, seja liberado e restrito em outros horários.

Compartilhe conosco suas experiências quanto ao mau uso da rede na sua empresa, quais as políticas usadas nas empresa onde trabalhou e quais os resultados obtidos.

3 métodos para avaliar o desempenho dos colaboradores

Por melhores que sejam os colaboradores, um gestor deve sempre buscar o aumento da produtividade e melhoria nos resultados. Um dos principais métodos de auxiliar profissionais a crescer é através de avaliação de desempenho, pois nos permite identificar competências e comportamentos que merecem ser aprimorados, além de qualidades com potencial de ser reforçadas.

Independente dos métodos ou ferramentas utilizadas para a avaliação de desempenho, a motivação e ponto de partida deve ser a definição de objetivos claros, que possam ser mensurados de forma simples e assertiva. Por exemplo, emitir todas as notas fiscais até o primeiro dia útil do mês e fechar o relatório de custos dos produtos no primeiro dia útil do mês seguinte, quanto mais prático e direto forem os objetivos, melhor será a avaliação.

Com base na análise de quando, como e de que formas as tarefas são realizadas e as metas foram cumpridas que a avaliação de desempenho deve ser realizada. Veja quais são os métodos mais utilizados atualmente e como eles funcionam:

Avaliação pelo superior

Método mais comum e simples. Como o próprio nome diz, quem faz a avaliação é apenas o chefe e ninguém mais.

Vantagem

O fato de haver apenas um avaliador permite que haja uniformidade entre os critérios usados na avaliação.

Desvantagem

O colaborador pode ser prejudicado caso a relação da dupla não seja boa ou o avaliador tenha uma percepção equivocada do desempenho de seu colaborador.

Auto avaliação

Essa técnica é dividida em duas etapas. Primeiro, o colaborador reflete sobre o próprio desempenho. Em seguida, ele e seu superior discutem sobre os pontos de vista do avaliado.

Vantagem

Propõem uma auto reflexão, exercício que nos permite pensar sobre nossa performance e identificar tanto habilidades que precisam ser melhoradas como tarefas que estão sendo bem desempenhadas e não tínhamos percebido antes da avaliação.

Desvantagem

Os resultados podem ser influenciados pelos pontos de vista e interesse individuais do avaliado, o que dificulta o diálogo com o superior.

Avaliação 360°

É o método mais completo. Todos os colaboradores, independentemente da sua posição hierárquica ou cargo, são avaliadores e avaliados simultaneamente. Para garantir a validade do método, é necessário manter o anonimato dos envolvidos.

Vantagem

Os colaboradores tem a oportunidade de avaliar livremente o desempenho de seus superiores, o que torna o processo muito rico porque toda a equipe tem a chance de melhorar sua performance, inclusive os gestores.

Desvantagem

Este processo requer um nível de maturidade profissional elevado, sobretudo dos chefes e gestores, que devem estar abertos a receber críticas.

Conclusão

Na avaliação de desempenho, pouco importa o método escolhido, mas sim a coerências com os objetivos definidos inicialmente. Como resultado, deve ser elaborado uma lista de ações que os colaboradores e a equipe devem praticar para mudar determinado comportamento. Para que esse processo se torne mais efetivo, a realização das tarefas propostas deve ser monitorada pelos gestores e considerada nas avaliações futuras.

Se você ainda não usa nenhum método para avaliar sua equipe, escolha um dos métodos existentes, pesquise e busque mais informações sobre este método ou contrate um serviço especializado. Não deixe de implementar a avaliação de desempenho na sua empresa, pois equipes e profissionais necessitam ser constantemente avaliados e desafiados a buscarem novos resultados para se manterem motivados e produtivos.