Smartphone consome até 2 horas por dia dos profissionais durante o trabalho

O uso do celular durante o trabalho tem gerado constante debate sobre qual o melhor posicionamento das empresas quanto a essa prática. São inúmeros os contratempos causados entre os colaboradores e gestores, desde o desperdício de tempo e redução na produtividade a demissão por justa causa com ações trabalhistas entre profissional e empresa.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Metodista de São Paulo apontou que um em cada cinco profissionais perde até 15 minutos a cada hora no celular durante o horário de trabalho, 25% do tempo. Isso resulta em um desperdício de 2 horas por dia, considerando uma jornada de trabalho de 8 horas diárias. Para calcular o custo para sua empresa com esse tempo perdido, pode ser usada essa ferramenta de cálculo de desperdício de tempo, que permite informar o número de colaboradores e o custo por profissional.

A empresa tem autonomia e o direito de restringir o uso do celular pessoal no ambiente de trabalho, desde que disponibilize outra forma de comunicação para urgências. O colaborador que não segue essas orientações, pode ser notificado e até mesmo demitido por justa causa. Para isso, é necessário que o colaborador esteja ciente das restrições e respectivas punições em caso de não comprimento das regras. A empresa deve elaborar um documento descrevendo as normas quanto ao uso dos aparelhos e as respectivas punições. Baixe aqui um modelo para esse documento.

Para evitar situações desagradáveis e atritos entre as partes, o recomendado é que as empresas tenham orientações claras e elaboradas com coerência. Em contrapartida, os profissionais devem agir com bom senso e controle no uso dos aparelhos, priorizando sempre as atividades da empresa e sua produtividade como profissional.

Produtividade e resultados

O uso do celular no trabalho não gera necessariamente queda na produtividade. Por isso a orientação aos gestores é sempre monitorar a execução das atividades e acompanhar os resultados, o foco deve ser na produção, com definição de metas e objetivos por colaborador e pela equipe. Até mesmo, porque para algumas atividades como vendas e atendimento aos clientes, o celular pode contribuir na execução de algumas atividades.

As empresas devem buscar desenvolver uma cultura saudável e produtiva para o uso dos celulares. Por exemplo, educar os profissionais que a publicação de fotos durante o trabalho, piadas nas redes sociais ou conversas pessoais, podem prejudicar sua atuação, mas ao mesmo tempo mostrar que o uso consciente dos smartphone pode ser usado para o desenvolvimento de contatos e comunicação com clientes. O uso dos aparelhos deve ser focado no benefício coletivo entre empresa e profissionais.

Outro ponto importante é que diretores e líderes devem dar exemplo de bom uso, utilizando os aparelhos somente na execução de tarefas da empresa e para comunicação com a equipe, clientes ou fornecedores.

No caso de utilização do celular para comunicação entre a equipe, como grupos no WhatsApp, é responsabilidade do líder definir as regras, adicionar ou retirar os participantes e chamar a atenção dos que enviam conteúdo inadequado.

Melhor controlar e monitorar do que proibir

Proibir o uso do celular no trabalho é considerado uma medida radical e pouco recomendada. Pois a empresa pode criar uma imagem de uma gestão impositiva, que não considera as necessidades dos funcionários. Podendo até mesmo desmotivar alguns profissionais. A proibição também pode ser considerada abusiva se a empresa não disponibilizar outras formas de contato aos colaboradores.

Novamente, o bom senso e equilíbrio são importantes. Do lado da empresa, o uso dos aparelhos pode ser gerenciado, sendo permitido o uso em alguns horários de intervalo ou com a utilização de ferramentas de controle de acesso como o Lumiun, definindo o que pode ou não ser acessado no aparelho. Além das restrições, essas ferramentas permitem um monitoramento detalhado do que os colaboradores estão acessando, gerando informação que podem ser utilizadas para ajustes nessa política de uso dos aparelhos e até mesmo na tomada de decisão no caso de colaboradores que não cumprem as normas.

Dentro desse gerenciamento também é importante algumas orientações básicas, como exigir que os celulares sejam mantidos na gaveta ou bolsas e sempre no silencioso. O profissionais também podem desativar notificações de aplicativos que podem comprometer o foco e concentração, além de checar novidades somente em horários de intervalo e descanso.

Por fim, como os celulares estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano, cabe às empresas e profissionais desenvolverem uma forma consciente de utilização dessa ferramenta tão poderosa, de forma que todas sejam beneficiados.

E na sua empresa, como é tratado o uso do celular no trabalho? Compartilhe sua experiência, citando pontos positivos e negativos da política utilizada na sua empresa.

Causas da baixa produtividade dos profissionais no ambiente de trabalho

Atualmente é muito comum ocorrer distrações e desperdício de tempo no ambiente de trabalho, mesmo com a necessidade que os profissionais e as equipes tem de aumentarem seu foco e produtividade. Essas pausas comprometem a produtividades e entrega de tarefas dos colaboradores e os resultados das empresas.

São muitas as formas de distração existentes, ao longo do dia os celulares geram notificações constantemente informando novidades e avisando que seu amigo está afim de conversa, novos e-mails chegam a todo instante, no computador você vai buscar alguma informação na internet e acaba navegando por outros sites que chamam sua atenção, como uma notícia dos últimos acontecimentos da economia ou da política ou promoções de produtos do seu interesse, nas redes sociais as atualizações constantes atraem e prendem a atenção por horas durante o dia, seus colegas conversam o tempo todo sobre assuntos diversos, etc. Enfim, o desperdício de tempo no ambiente de trabalho ocorre de inúmeras formas e é necessário que as empresas tomem providencias para atenuar esse problema.

Esse cenário exige que os gestores busquem uma solução, considerando que a produtividade das equipes é um fator de competitividade no mercado e está diretamente relacionado à qualidade dos serviços realizados pelos colaboradores. Vejamos as principais causas de distração e baixa produtividade dos profissionais no ambiente de trabalho:

Redes sociais

Estima-se que 90% dos usuários de internet no Brasil possuem perfil em ao menos uma rede social e que 70% destes acessam as redes sociais no ambiente de trabalho. No computador ou no celular, os profissionais acessam constantemente seu perfil nas redes sociais, pesquisas apontam que o tempo gasto nas redes fica em torno de 30% do tempo de trabalho.

Conversas via celular e comunicadores instantâneos

As conversas através da troca de mensagens pelo Whatsapp, Skype, Facebook Messenger e outros, é econômica e prática, porém, compromete a concentração e a produtividade durante o trabalho. Se as atividades profissionais não dependem destas trocas de mensagens, é importante deixar seu celular desligado e haver restrições para evitar o exagero de conversar e o desperdício de tempo de trabalho.

Navegação na internet e e-mail pessoal

Basta uma conexão com a internet para que milhares de opções fiquem disponíveis, é comum os colaboradores acessarem o e-mail pessoal, ler notícias, visitar sites de esporte e entretenimento, pesquisar produtos e promoções, realizar compras, assistir vídeos, ouvir rádio, etc. Todas essas atividades tomam tempo e reduzem o tempo de trabalho e concentração nas atividades da empresa.

Conversas paralelas:

Esse é um problema recorrentes em ambientes corporativos, conversas entre colaboradores podem tomar o tempo que deveria estar sendo utilizado para produzir. Pequenas paradas e conversas com os colegas atrapalham a concentração de todos os que estão próximos.

Pausas

Sabemos que as pausas entre as horas de trabalho podem (e devem) ser realizadas, pois ajudam o trabalhador a relaxar e melhorar a sua concentração, porém, há quem abuse destes momentos, e até utilize disto como uma desculpa para a procrastinação. Portanto, é importante controlar gastos nestas atividades durante o dia e analisar se é possível reduzir essas pausas durante o tempo de trabalho.

Barulho no ambiente de trabalho

Em um ambiente corporativo a convivência com outras pessoas é imprescindível. É inegável que está convivência às vezes se torna difícil, afinal são várias pessoas com culturas, hábitos e educação diferentes. Falar muito alto, fazer muitos barulhos, som alto (mesmo que seja no seu fone de ouvido) podem irritar e atrapalhar o seu colega ao lado. É importante orientar a postura dos colaboradores dentro da empresa para manter um ambiente saudável e produtivo.

Bem, podemos perceber que existem inúmeras causas de distrações que reduzem a produtividade dos colaboradores. Esse é um problema de responsabilidade dos gestores, que devem agir para reduzir o desperdício de tempo. Em primeiro lugar, é necessário a empresa orientar e treinar os profissionais em relação ao comportamento ideal no ambiente de trabalho e como a empresa espera que ele se comporte, criando limites e punições caso as orientações não sejam seguidas.

Boa parte das causas de distrações está relacionada ao uso da tecnologia, para isso é importante a empresa criar um manual de ética e boas práticas no uso da internet, além disso, é importante utilizar algum serviço para controlar e monitorar o uso da Internet, o Lumiun é uma excelente alternativa para isso. Criando regras e filtros do que pode ou não pode ser acessado é possível reduzir a maioria do desperdício de tempo na internet. É sugerido flexibilidade e bom senso quanto a esse controle, podendo haver horários em que alguns recursos possam ser acessados. Também é fundamental monitorar os acessos, para saber o que os colaboradores estão acessando, pois muitas vezes podem ocorrer exageros que precisam ser barrados e punidos.

Sem dúvida, tornar a equipe mais produtiva é um desafio complexo, mas é fundamental buscar alternativas para que a empresa se torne mais competitiva. Mas com ações de conscientização e a utilização de ferramentas que limitem as distrações, é possível tornar a equipe mais produtiva.

No artigo como aumentar a produtividade das equipes através da gestão, falamos de ações práticas a serem implementadas que irão contribuir na produtividade e reduzir o desperdício de tempo dos colaboradores.

Vantagens e desvantagens de bloquear o acesso às redes sociais nas empresas

Controlar ou não controlar o acesso dos colaboradores às redes sociais? Essa dúvida afeta boa parte dos empresários, gerentes e gestores de equipe atualmente. No Japão, onde as pessoas são hiper conectadas, apenas 25% das empresas se preocupam com o que seus colaboradores acessam na Internet durante o trabalho. Já no Brasil, pesquisas apontam que a média de empresas que tomam medidas para coibir ou regulamentar o uso de redes sociais no trabalho é de 70%.

Existem vantagens e desvantagens no controle de acesso a Internet durante o período de trabalho nas empresas. Listamos a seguir alguns prós e contras, o que pode ajudar você a decidir qual será a política de uso da Internet na sua empresa. Por fim, apontamos algumas medidas que podem ser adotadas para que colaboradores e gestores fiquem satisfeitos e sua equipe e a empresa mantenha-se produtiva.

Vantagens em bloquear o acesso às redes sociais nas empresas

Mais foco no trabalho

Com o bloqueio do acesso a redes como Facebook, Twitter e comunicadores instantâneos como WhatsApp e Skype, irá ocorrer um aumento considerável no foco dos colaboradores nas atividades que são realmente importantes para a empresa. É uma realidade nas empresas o desperdício de tempo e atenção gerado a partir do acesso às redes sociais, pesquisas apontam que o tempo gasto nas redes sociais pode chegar  a 30% do tempo de trabalho.

Aumento de produtividade e qualidade nas tarefas

Naturalmente, com maior foco nas atividades da empresa, os colaboradores e equipes aumentarão a produtividade. Sem o acesso às redes sociais temos mais tempo dedicado nas tarefas da empresas, maior atenção e mais concentração no trabalho. Esses pontos também podem contribuir para maior qualidade nas tarefas realizadas e nos resultados, já que não ocorre interrupções ou distrações durante a execução do trabalho.

Melhor desempenho da Internet

Além de atrair a atenção das pessoas, as redes sociais também consomem boa parte dos recursos de Internet. Neste ponto podemos destacar o Youtube e o próprio Facebook, pois o carregamento de vídeos é pesado e consome recursos preciosos da rede. Todas as redes sociais consomem bastante os recursos da rede, com muito conteúdo, imagens, vídeos e atualizações constantes em tempo real.

Um dos principais fatores no desempenho, é que a Internet lenta pode comprometer o funcionamento de programas e serviços usados pela Empresa. Com o bloqueio de acesso, é possível garantir o melhor funcionamento desses programas.

Menos riscos de segurança

As redes sociais também estão cheias de links maliciosos que podem levar o usuário a instalar involuntariamente vírus, spywares e malwares nos equipamentos e na rede de computadores da empresa, o que pode ocasionar lentidão, mal funcionamento dos equipamentos ou vazamento de dados. Com os computadores expostos a vírus, também pode acontecer a perda de arquivos importantes da empresa que não tenham passado por backup.

Redução de custos com equipe

Com os colaboradores mais focados e produtivos, naturalmente sua equipe irá entregar tarefas mais rapidamente. Com isso é possível aumentar a quantidade de tarefas executadas pela equipe ou até mesmo a redução da equipe.

Pra dimensionar os custos com o acesso as redes sociais, podemos fazer um cálculo simples: considerando um tempo gasto de 20% do trabalho com redes sociais, em uma equipe de 10 pessoas com salário médio de R$ 1.000,00, o custo mensal chega a R$ 2.000,00, valor correspondente a 2 colaboradores.

Faça uma simulação do custo do tempo desperdiçado na sua equipe com o mau uso da internet.

Desvantagens do bloqueio de acesso às Redes Sociais no trabalho

Menor criatividade

As redes sociais também podem ajudar. No caso de colaboradores que trabalham com criatividade, o uso das redes pode auxiliar na criação, bem como aos que precisam estar informados sobre os últimos acontecimentos.

Agilidade nas busca de informações

Através das redes sociais também é possível realizar determinadas buscas de forma mais rápida que em mecanismos de busca convencionais, facilitando assim acesso e fluxo de informações.

Aumento de custos com comunicação

A utilização de sites como Facebook e comunicadores instantâneos como WhatsApp e Skype, pode reduzir custos operacionais, como ligações de longa distância, já que é possível contatar pessoas em qualquer lugar sem a necessidade de uso do telefone, por exemplo.

O que fazer?

Independente da escolha, o mais importante é uma manter uma política de utilização da internet clara e a conscientização dos colaboradores em relação ao que pode ser acessado no ambiente de trabalho.

É necessário entender que para definir a política de acesso a internet é importante considerar o perfil da sua empresa e dos seus colaboradores. Não é recomendado definir regras extremas, como manter todo acesso bloqueado, a melhor opção é liberar ou bloquear o acesso parcialmente, podendo ser por horários ou por tipo de sites e conteúdos. Por exemplo liberar as redes sociais no início e final de cada turno de trabalho por 15 minutos.

Para a maioria das empresas, o controle parcial tem sido a solução. é possível implementar esse controle de várias formas: bloquear apenas o uso de sites que utilizem muitos recursos da rede, como o Youtube; liberar o acesso em determinados horários, como no início e final do expediente ou em intervalos; ou bloquear o acesso individualmente ou por grupos de usuários. Neste último, é possível liberar o uso a setores que realmente precisam e bloquear o uso àqueles que não necessitam do acesso às redes devido à natureza das suas atividades.

Havendo dúvidas sobre qual a melhor política para a sua empresa, uma boa alternativa é buscar referências de empresas que fazem o gerenciamento do acesso a internet, para conhecer quais as regras utilizadas e os resultados obtidos. Também é recomendado buscar conhecer alternativas e serviços de controle de acesso a internet, conhecendo as características de cada solução, avaliando se atendem de forma satisfatória as necessidades da sua empresa.

Esperamos que o texto possa auxiliar na definição da política de acesso à internet na sua empresa! Se você já tem implementado o gerenciamento de acesso, compartilhe sua experiência nos comentários.

Qual o custo do mau uso da internet para as empresas?

Atualmente a internet é fundamental e faz parte dos negócios e atividades de grande maioria das empresas. Nesse contexto, boa parte dos colaboradores desempenham suas atividades diárias em computadores e conectados à internet, isso pode tornar as equipes produtivas mas ao mesmo tempo pode levar ao desperdício de tempo e de recursos, devido a grande quantidade de atrativos que a internet oferece, como redes sociais, sites de entretenimento, jogos, e-mail pessoal, comunicadores instantâneos e tantos outros.

Pesquisas mostram que os profissionais gastam em média 30% do tempo em atividades não relacionadas ao trabalho, ficando até 2 horas diárias conectados na internet realizando atividades pessoais. Esse cenário evidencia a necessidade de estabelecer políticas de uso da internet e implementar controles e regras de navegação, para garantir o foco no trabalho e evitar distrações e desperdício de tempo dos colaboradores.

Em empresas onde não há políticas e controle de navegação, o custo com o mau uso da rede pode ser elevado. Pois esse mau uso pode levar ao desperdício de tempo dos colaboradores, execução de tarefas sem foco e com baixa qualidade, problemas de segurança como perda de dados e instalação de vírus nos computadores, equipamentos ociosos e manutenção constante, internet lenta e baixo desempenho de equipamentos, entre outros. Vejamos de forma mais detalhada os custos com o desperdício de tempo:

Desperdício de tempo e distração dos colaboradores

Sabemos que é comum os profissionais acessarem as redes sociais e o e-mail pessoal no trabalho, inclusive essas atividades podem ser saudáveis se realizadas com bom senso e responsabilidade, mas infelizmente isso não ocorre na maioria dos casos.

Em empresas sem restrições quanto ao uso da internet, é possível que seus colaboradores fiquem horas na internet em atividades sem relação com o trabalho. Outro fator que contribui com esse desperdício é o uso do celular em ligações e conversas, além disso as distrações também podem ocorrer por conversar com colegas, lanches e tantas outras situações, inclusive distrações naturais para descanso e relaxamento.

Pode ser complexo mensurar o custo real do desperdício de tempo dos colaboradores, mas é importante estimar isso em custos para se ter noção do impacto financeiro que esse desperdício causa para a empresa. Para exemplificar, vamos considerar um empresa com 20 colaboradores, onde o desperdício de tempo na internet seja de 15% do tempo de trabalho, ou seja, 72 minutos por dia:

  • Número de colaboradores: 20
  • Horas trabalhadas por dia: 8
  • Custo médio mensal por colaborador: R$ 2.000,00
  • Dias trabalhados ao mês: 20
  • Custo total com colaboradores: R$ 40.000,00
  • Custo médio da hora de um colaborador: R$ 12,50
  • Desperdício diário por colaborador: R$ 15,00
  • Desperdício mensal por colaborador: R$ 300,00
  • Total de horas de trabalho desperdiçadas: 480
  • Desperdício mensal por mau uso da internet: R$ 6.000,00

O resultado desse cálculo costuma surpreender os gestores, mas o cálculo mostra que no cenário que utilizamos, o desperdício de tempo representa um custo mensal de R$ 6.000,00. Contudo, ainda podemos considerar a taxa de 15% conservadora, considerando dados de pesquisas que mostram que essa taxa pode chegar a 30% em média nas empresas. Além disso, na análise estamos considerando somente o volume de horas improdutivas, sem levar em conta a possibilidade de tarefas entregues com pouca qualidade pela equipe, o que pode comprometer a relação com clientes e o mercado.

Para fazer o cálculo de quanto pode custar o mau uso da internet na sua empresa, utilize essa ferramenta de cálculo de desperdício de tempo nas empresas.

Outros fatores que também devem ser analisados como oriundos do uso indevido da internet, são os problemas de segurança, como instalação de vírus em equipamentos, que geram custos de manutenção e levam a ociosidade de recursos.

Com base nessa análise de custos, é possível concluir que o mau uso da internet pode ser extremamente prejudicial para as empresa e que é fundamental os gestores implementarem políticas de utilização da rede e recursos de tecnologia. Principalmente considerando que no cenário competitivo atual, a eficiência na gestão das equipes pode se tornar um diferencial em relação ao mercado e concorrentes.

Para implementar uma política de controle de navegação, o primeiro passo é orientar os colaboradores, através de um manual de ética e bom uso da internet. Também é importante utilizar serviços que permitam bloquear o acesso a sites indesejados, veja nesse artigo o que deve ser considerado na definição de regras de acesso a internet na sua empresa. Essas regras de acesso devem ser elaboradas de acordo com o perfil de atividade dos colaboradores e da empresa, onde o recomendado é utilizar bom senso, podendo haver horários onde o acesso às redes sociais e e-mail pessoal, por exemplo, seja liberado e restrito em outros horários.

Compartilhe conosco suas experiências quanto ao mau uso da rede na sua empresa, quais as políticas usadas nas empresa onde trabalhou e quais os resultados obtidos.

Uso indevido da Internet no trabalho pode gerar demissão por justa causa

Redes sociais, chat, e-mail particular e sites de entretenimento… É comum atualmente o uso da Internet no trabalho para atividades pessoais, o que tem obrigado gestores a implementar medidas de monitoramento que em muitos casos acabam não agradando os colaboradores. Porém, profissionais que acessam conteúdos impróprios na Internet durante o trabalho, precisam tomar cuidado. Pois o controle da navegação é legal e um direito da empresa, caso seja identificada utilização indevida dos equipamentos ou da Internet, a empresa pode até demitir o profissional alegando justa causa.

Com o controle de acesso exposto de forma clara no contrato de trabalho ou no regulamento da empresa, o acesso a conteúdos proibidos pode levar à demissão justificada por “incontinência de conduta ou mau procedimento”. Segundo prescreve o artigo 482, ‘b’, da CLT, o colaborador pode ser despedido em decorrência de violação do código de conduta da empresa, por uso impróprio do equipamento profissional.

O cidadão é protegido pela previsão constitucional da inviolabilidade de correspondências, mas, ao descumprimento de uma regra da empresa, um profissional não pode se valer desse ponto da legislação. Caso a empresa tome as devidas precauções, informando o empregado no ato da celebração do contrato de trabalho das regras e do controle de acesso a Internet, o colaborador não poderá justificar falta de informações e orientação, alegando que desconhecia as regras empresariais de limitação quanto ao conteúdo a ser acessado na Internet, com fundamento na inviolabilidade de seu direito a privacidade.

Responsabilidade da empresa

Quando um ato ilícito é realizado a partir de equipamentos de uma empresa ou utilizando seu e-mail corporativo, a empresa será judicialmente responsabilizada. Por isso, os gestores preferem se precaver. Se tratando de e-mail corporativo, quando mensagens eletrônicas ocasionem lesão a direito de terceiro, o empregador responderá pelos danos ocasionados por seu empregado, como prevê o artigo 932, III, do Código Civil. Motivo pelo qual a empresa tem o direito de controlar o envio de mensagens via e-mail corporativo.

Quando o funcionário tem razão

Alguns serviços de monitoramento de computadores utilizados em empresas podem, até mesmo, capturar senhas de banco, por exemplo, caso sejam digitadas em um equipamento da empresa. Por isso, o colaborador precisa ser claramente informado de que está sendo monitorado. Caso contrário, a empresa pode ter problemas.

A melhor alternativa, é apenas bloquear o acesso a redes sociais, bate-papo, e-mail pessoal, sites de entretenimento e conteúdo impróprio ou qualquer recursos inapropriado ao trabalho. O Lumiun é um excelente alternativa para esse controle de acesso, podendo garantir que os colaboradores não acessem recursos indesejados. Essa política não viola o direito de privacidade a informações do profissional e pode evitar a ocorrência de atividades que venham a causar problemas para a empresa.

É importante ressaltar que, o simples bloqueio de algumas atividades não coíbe a prática de ações ilícitas através dos equipamentos da empresa. Por isso é necessário treinamento e orientação aos colaboradores, para o uso consciente dos recursos de tecnologia.

Na sua empresa, qual são os procedimentos para evitar problemas com mau uso da Internet, compartilhe nos comentários.

3 métodos para avaliar o desempenho dos colaboradores

Por melhores que sejam os colaboradores, um gestor deve sempre buscar o aumento da produtividade e melhoria nos resultados. Um dos principais métodos de auxiliar profissionais a crescer é através de avaliação de desempenho, pois nos permite identificar competências e comportamentos que merecem ser aprimorados, além de qualidades com potencial de ser reforçadas.

Independente dos métodos ou ferramentas utilizadas para a avaliação de desempenho, a motivação e ponto de partida deve ser a definição de objetivos claros, que possam ser mensurados de forma simples e assertiva. Por exemplo, emitir todas as notas fiscais até o primeiro dia útil do mês e fechar o relatório de custos dos produtos no primeiro dia útil do mês seguinte, quanto mais prático e direto forem os objetivos, melhor será a avaliação.

Com base na análise de quando, como e de que formas as tarefas são realizadas e as metas foram cumpridas que a avaliação de desempenho deve ser realizada. Veja quais são os métodos mais utilizados atualmente e como eles funcionam:

Avaliação pelo superior

Método mais comum e simples. Como o próprio nome diz, quem faz a avaliação é apenas o chefe e ninguém mais.

Vantagem

O fato de haver apenas um avaliador permite que haja uniformidade entre os critérios usados na avaliação.

Desvantagem

O colaborador pode ser prejudicado caso a relação da dupla não seja boa ou o avaliador tenha uma percepção equivocada do desempenho de seu colaborador.

Auto avaliação

Essa técnica é dividida em duas etapas. Primeiro, o colaborador reflete sobre o próprio desempenho. Em seguida, ele e seu superior discutem sobre os pontos de vista do avaliado.

Vantagem

Propõem uma auto reflexão, exercício que nos permite pensar sobre nossa performance e identificar tanto habilidades que precisam ser melhoradas como tarefas que estão sendo bem desempenhadas e não tínhamos percebido antes da avaliação.

Desvantagem

Os resultados podem ser influenciados pelos pontos de vista e interesse individuais do avaliado, o que dificulta o diálogo com o superior.

Avaliação 360°

É o método mais completo. Todos os colaboradores, independentemente da sua posição hierárquica ou cargo, são avaliadores e avaliados simultaneamente. Para garantir a validade do método, é necessário manter o anonimato dos envolvidos.

Vantagem

Os colaboradores tem a oportunidade de avaliar livremente o desempenho de seus superiores, o que torna o processo muito rico porque toda a equipe tem a chance de melhorar sua performance, inclusive os gestores.

Desvantagem

Este processo requer um nível de maturidade profissional elevado, sobretudo dos chefes e gestores, que devem estar abertos a receber críticas.

Conclusão

Na avaliação de desempenho, pouco importa o método escolhido, mas sim a coerências com os objetivos definidos inicialmente. Como resultado, deve ser elaborado uma lista de ações que os colaboradores e a equipe devem praticar para mudar determinado comportamento. Para que esse processo se torne mais efetivo, a realização das tarefas propostas deve ser monitorada pelos gestores e considerada nas avaliações futuras.

Se você ainda não usa nenhum método para avaliar sua equipe, escolha um dos métodos existentes, pesquise e busque mais informações sobre este método ou contrate um serviço especializado. Não deixe de implementar a avaliação de desempenho na sua empresa, pois equipes e profissionais necessitam ser constantemente avaliados e desafiados a buscarem novos resultados para se manterem motivados e produtivos.

Colaboradores desperdiçam cerca de duas horas/dia no trabalho, mostra pesquisa

Atualmente, a preocupação dos empresários e gestores vai muito além do controle financeiro e vendas, para se manter competitivo e a frente da concorrência, os pontos mais relevantes para as empresas tem se tornado a eficiência, produtividade e entrega de resultados da equipe.

Nesse cenário, um dos principais problemas dos gestores de equipes é a queda excessiva da eficiência e produtividade! E essa preocupação parece justificada se tomarmos como base estudo elaborado pelo portal norte-americano, Salary.com, envolvendo mais de 10 mil colaboradores nos Estados Unidos. Veja alguns pontos de destaque da pesquisa:

Mais tempo do que se imagina

Diante da realidade do mundo atual, em que se passa a maior parte do tempo no trabalho, dedicar parte do dia a atividades pessoais é comum e não surpreende nem mesmo os empregadores, que estimavam que seus colaboradores ocupem 1 hora/dia em atividades não relacionadas ao trabalho.

Já os gerentes de Recursos Humanos, talvez por estarem mais próximos dos colaboradores, são mais pessimistas, estimando que os colaboradores gastem 90 minutos/dia em média em atividades pessoais. O problema é que o tempo desperdiçado é o dobro do que imaginam os empresários. Segundo o levantamento, em uma jornada de trabalho de oito horas, os colaboradores gastam em média 2 horas/dia com atividades pessoais, sem considerar horário de almoço e intervalos.

Internet é maior vilã!

O uso ineficiente do tempo pelos colaboradores durante o tempo de trabalho custa às empresas norte-americanas o equivalente a US$ 759 bilhões por ano. Portanto, se torna uma necessidade das empresas adotar medidas no sentido de diminuir essa ociosidade, principalmente em relação ao uso indevido da Internet.

Como podemos imaginar, a Internet é a maior causa do desperdício de tempo dos colaboradores, pois foi a atividade indicada por 44,7% dos entrevistados. O uso pessoal da web custaria, algo como US$ 330 bilhões por ano para as empresas.

Outros fatores também contribuem para o desperdício de tempo durante o trabalho. A segunda atividade mais citada como sendo a que consome mais tempo durante o trabalho, é a socialização com outros colegas de trabalho, que foi citada por 23,4% dos entrevistados. Em seguida temos: condução de finanças e negócios pessoais (6,8%), procura por outro emprego (1,3%) e o planejamento de atividades pessoais (1%).

Jovens desperdiçam mais tempo

Quando perguntados sobre o porquê do desperdício de tempo durante o trabalho, 33,2%, a maioria, afirmam que estavam ociosos. Pouco menos de um quarto dos entrevistados (23,4%) alegou que ganha pouco para as atividades desempenhadas, 14,7% alegaram que são distraídos por outros colegas e 12% afirmaram que não têm tempo para resolver questões pessoais.

Um dado interessante é que a idade parece influenciar no tempo desperdiçado. Segundo a pesquisa, os colaboradores com mais de 50 anos perdem apenas 30 minutos por dia de trabalho; enquanto os que possuem de 35 a 50 anos gastam 72 minutos/dia; que que tem idade entre 25 a 35 anos gastam 96 minutos/dia; e os com colaboradores com menos de 25 anos 2 horas/dia em média.

Sendo a Internet a maior vilã em termos de desperdício de tempo, nada mais natural que os colaboradores mais velhos, e, menos habituados ao seu uso, sejam os que menos tempo perdem durante o dia com atividades pessoais.

Na sua empresa ou equipe, quanto você estima que seja o desperdício de tempo dos colaboradores e o que você tem feito para reduzir esse desperdício? Compartilhe sua experiência conosco pelos comentários!

Dados sobre o uso da Internet e equipamentos de tecnologia no trabalho

Em recente pesquisa da Intel, conduzida pela empresa MSI Research com 2.500 entrevistados com idades entre 18 e 65 anos, foi constatado que a maioria dos profissionais utiliza seus dispositivos pessoais de tecnologia para atividades profissionais e também, que a maioria usa computadores e dispositivos móveis cedidos pela empresa para atividades pessoais.

Confira os principais resultados no Brasil, onde foram entrevistadas 200 pessoas:

  • 86% dos entrevistados disseram passar mais de três horas por dia na internet por razões relacionadas a sua função na empresa, quando estão no trabalho;
  • 39% afirmam que também passam mais de três horas por dia na internet trabalhando mesmo quando estão em casa
  • A maioria das pessoas usa os dispositivos corporativo para atividades pessoais como checar e-mails (84%), realizar atividades bancárias (52%) ou fazer compras online (34%)
  • 65% dizem usar o smartphone pessoal para trabalhar, enquanto 38% usam laptop pessoal para suas atividades profissionais
  • 70% das pessoas se dizem preocupadas ou muito preocupadas com a segurança da informação quando estão trabalhando fora do escritório
  • 49% afirmam se conectar a redes Wi-Fi com o laptop da empresa, mesmo sem saber se é seguro
  • 66% acreditam que a empresa é responsável por proteger dados pessoais em equipamento de trabalho
  • 78% dos entrevistados se dizem confiantes ou muito confiantes de que a empresa toma as medidas necessárias para proteger todos os dados que são importantes
  • 72% das pessoas consideram que a maior parte do trabalho que faz é confidencial ou privado
  • 50% dos entrevistados acreditam que a empresa rastreia todos os seus dados e informações de localização e utilização da Internet.

A grande maioria das pessoas entende a importância de manter uma boa imagem online e fazer bom uso dos recursos de Internet, porém, poucas empresas possuem políticas de uso para os colaboradores. Devido a falta de informações para os colaboradores, o uso incorreto da tecnologia gera a grande maioria dos problemas de segurança e vazamento de informações nas empresas.

Para elaborar a sua política de uso da internet, o gestor da empresa deve ser realista e saber que uma boa política é especifica, porque protege o que é sensível para o seu negócio e permite que seus colaboradores usem a Internet para desempenhar melhor suas funções. Veja pontos importante:

  1. Foque no seu negócio: quais são as informações sensíveis, o que realmente não pode vazar
  2. Confidencialidade: informações confidenciais não são comentadas, ninguém sabe que elas existem fora do ambiente especifico
  3. Defina com clareza o que é pessoal e o que é profissional. Os limites servem tanto para o horário de trabalho como para o uso de equipamentos. Explique o que pode ou não a respeito de instalação de programas, uso de e-mail corporativo, acesso a redes sociais e todos os detalhes importantes para o seu negócio
  4. Crie uma cartilha ou documento interno, divulgue entre todos os colaboradores, esclareça todos os pontos e busque obter a opinião de todos
  5. Converse com um advogado antes de implantar uma política de uso da Internet da empresa, muitas vezes, o que imaginamos ser correto pode ser ilegal ou violar um direito do trabalhador.

Para saber mais, veja um passo a passo de como criar um manual de ética e bom uso da Internet no trabalho.

Relatório de segurança aponta necessidade de mudanças nas técnicas de segurança usadas pelas empresas

Em seu relatório anual de segurança, que analisa o cenário e tendências de segurança na Internet, a Cisco apontou que as empresas precisam adotar uma estratégia mais colaborativa no combate às ameças e ataques cibernéticos. Ampliando e estendendo as ações de segurança para os usuários, além de servidores e sistemas.

Da mesma forma que que as técnicas de segurança avançam, os hackers vão se tornando mais eficientes. Por isso, é cada vez mais necessário as empresas buscarem o aprimoramento constante e evolução de suas técnicas de proteção e segurança.

Mudanças nas técnicas de ataque

Os criminosos tem expandido suas táticas e adaptado as técnicas e ferramentas utilizadas, com o objetivo de dificultar a análise e detecção de vírus e sistemas comprometidos.

Entre as técnicas mais utilizadas, se destaca o envio de spam, onde são enviadas quantidades baixas de spans de um grande conjunto de IP´s e locais diferentes. Outro método muito utilizado é a combinação maliciosa de códigos, explorando pequenas vulnerabilidades do Flash e Javascript, como versões desatualizadas e nível de segurança baixo na navegação.

Usuários passam a ser o alvo

A pesquisa da Cisco revelou que os invasores deixaram de focar os ataques em servidores e sistemas operacionais e passaram a direcionar os ataques nos usuários, que com a falta de conhecimento e mau uso da Internet, acabam acessando e baixando arquivos maliciosos de sites comprometidos. Por exemplo, ataques através de spam e mensagens maliciosas aumentaram 250% em 2014.

Segurança nas empresas

Um ponto de destaque da pesquisa mostra uma distância maior entre a intenção e as ações práticas defensivas. O estudo indica que 75% dos responsáveis pela segurança nas empresas consideram suas técnicas e ferramentas eficazes. Porém, apenas 50% destes utilizam ferramentas recomendadas e consideradas padrão, na prevenção de violações de segurança e garantia na execução de versões atualizadas das aplicações.

Um ponto positivo da pesquisa, mostra que no Brasil 34% das organizações possuem um nível avançado de segurança. Porém, ainda atrás de países como Estados Unidos com 44% e Índia com 54%.

Como aumentar a segurança?

O ponto mais relevante a ser considerado na pesquisa, é as mudanças que o mercado de segurança vem sofrendo, principalmente pela expansão das técnicas utilizadas pelos criminosos da Internet. Diante disso, é clara a necessidade de adaptação também por parte dos gestores de segurança, para isso é necessário uma mudança nos princípios de segurança ainda largamente utilizados.

A Cisco, em seu “Manifesto de Segurança”, lista alguns princípios básicos que deve ser seguidos na estratégia e ações de segurança, tanto pelos gestores como pelos usuário de Internet:

  1. Segurança deve suportar o negócio.
  2. Segurança deve trabalhar com a arquitetura existente – e ser utilizável.
  3. Segurança deve ser transparente e informativa.
  4. Segurança deve permitir a visibilidade e ação apropriada.
  5. Segurança deve ser vista como um “problema relacionado às pessoas.”

E na sua empresa, o que tem sido feito para manter a proteção contra invasores atualizada e eficiente? Compartilhe suas experiências nos comentários!

4 sintomas de que sua empresa precisa estabelecer uma política de acesso à Internet

O uso da Internet se tornou fundamental em praticamente todas as empresas. Boa parte das atividades e processos são realizados com o auxílio da tecnologia, como contato com clientes, negociação com fornecedores, ações de marketing e vendas, cotação de produtos ou serviços, aplicativos gerenciais, serviços de computação na nuvem e inúmeros outros recursos.

Porém, a mesma ferramenta que potencializa o trabalho, pode colocar em risco a produtividade e gerar custos adicionais, basta que seja mal utilizada. Isso porque a Internet e sua infinidade de sites e atrações, pode gerar a dispersão dos colaboradores facilmente. Pesquisas apontam que 20% do tempo dos colaboradores é gasto no acesso a redes sociais, comunicadores instantâneos e acesso ao e-mail pessoal.

Neste cenário, definir políticas de uso da internet se transformou em necessidade para os gestores, devido aos riscos e despesas que o mau uso da Internet ocasiona. Softwares e sistemas de monitoramento são ferramentas úteis para garantir a tranquilidade do gestor no que diz respeito ao acesso à Internet pelos colaboradores.

Veja alguns sinais de que sua empresa precisa definir uma política de uso de internet no ambiente de trabalho:

Internet lenta

É comum as empresas se depararem com o problema de lentidão na Internet. Quando isso ocorre, a primeira reação é responsabilizar o provedor de Internet, pois a banda contratada garantiria navegação rápida. Porém, é possível que o problema não esteja no provedor, mas dentro da própria empresa.

O acesso sem controle a sites de vídeos, streaming de áudio, rádios online, redes sociais e serviços de compartilhamento de arquivos, consome parcela considerável da banda disponível. Há cenários onde esses recursos chegam a consumir 80% do tráfego de Internet nas empresas.

Baixa produtividade e atraso na entrega das tarefas

Sem motivos aparentes, os colaboradores e a equipe passam a registrar queda na produtividade. Tem se tornado comum os gestores constatarem esse tipo de situação, neste caso, como saber os motivos e como resolver essa situação?

Quando esse problema ocorre, é possível que os colaboradores estejam desperdiçando seu tempo na Internet, pesquisa da International Data Corp revela que 20% a 30% do tempo gasto pelos colaboradores na internet não têm relação com o trabalho. Outro dado do estudo mostra que 60% das compras online ocorrem entre 8h e 17h.

Despesas com segurança e manutenção de equipamentos

Um dos principais indícios de mau uso da Internet é a ocorrência constante de vírus e lentidão nos computadores. O acesso a sites desconhecidos ou nocivos e cliques em mensagens maliciosas enviadas por e-mail costumam instalar vírus e spywares nos computadores, isso leva ao mau funcionamento dos sistemas e pode comprometer o desempenho dos equipamentos. Nesse caso, a solução é sempre levar esses equipamentos para manutenção, o que gera despesas adicionais e tempo de trabalho desperdiçado.

Esses problemas podem ser ainda mais sérios, quando envolvem segurança e acesso a informações sigilosas da empresa. Os vírus instalados nos computadores podem fornecer acesso aos dados da empresa para terceiros.

E-mail corporativo sem controle

Sua empresa sabe como seus funcionários usam o e-mail corporativo? Que tipos de arquivos anexados são enviados ou recebidos? Qual a quantidade de mensagens maliciosas e spam? O sistema de correio eletrônico é capaz de barrar e evitar acesso de vírus e spywares? Se a resposta for não para alguma dessas questões, é possível que o e-mail corporativo da sua empresa esteja sendo mal utilizado, gerando ociosidade dos colaboradores, consumo de recursos extras e riscos para os dados e equipamentos da sua empresa.

O que fazer se a empresa apresenta estes problemas?

Seria possível listar inúmeros outros indícios de mau uso da Internet. Mas o ponto central que os gestores devem perceber, é que a Internet está presente na maioria dos processos das empresas e manter esse recursos sem nenhum tipo do controle vai sempre afetar negativamente a produtividade, a qualidade nos processos e o financeiro da empresa.

Para enfrentar situações como as descritas acima, a melhor solução é implementar uma política de uso da Internet. Essa política pode ser através de documentos formais e treinamento para os colaboradores, ou de forma mais completa e eficiente com a utilização de serviços de monitoramento, controle de acesso e bloqueio de sites como o Lumiun.

Também, é comum os gestores perceberem o investimento na implementação do controle de Internet como uma despesa adicional. Porém, fazendo um cálculo simples, com certeza as despesas geradas pelos itens descritos acima somam valores bastante altos e muito maiores do que o investimento necessários para solucionar esses problemas.

O objetivo maior desse texto é mostrar que a importância de usar a Internet de forma correta, com isso todos da empresa irão ser beneficiados, os colaboradores, os gestores e os sócios.

Se o texto foi útil ou você tem alguma experiência em relação a situação retratada no texto, envie seu comentário!