Manter a rede corporativa segura e bem controlada não é opcional, é parte do básico de qualquer operação que leva segurança a sério. O Lumiun DNS adiciona uma camada essencial de proteção ao atuar diretamente no tráfego DNS, ajudando a bloquear domínios maliciosos, categorias indevidas e acessos que fogem da política da empresa.
Ao mesmo tempo, cada ambiente tem suas particularidades: rede segmentada, múltiplas unidades, fornecedores diferentes, equipamentos variados, times com níveis de acesso distintos… e é aí que entra a necessidade de controle mais granular.
Onde o ActiveNet entra nessa história
O ActiveNet é o agente do Lumiun DNS que amplia o nível de organização e controle dentro da rede. Com ele, você consegue:
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Segmentar dispositivos em grupos (por departamento, função, perfil de risco, unidade etc.)
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Aplicar políticas diferentes por grupo e, quando necessário, por dispositivo
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Ganhar visibilidade sobre o comportamento e os acessos dos ativos conectados
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Centralizar a gestão de políticas de forma mais estruturada, sem depender só de regras “genéricas” para toda a rede
Na prática, o ActiveNet ajuda a transformar o controle de acesso em algo mais próximo da realidade: pessoas e máquinas diferentes precisam de permissões diferentes.
Controle por grupos e dispositivos no Lumiun DNS
Cada empresa tem necessidades específicas quando o assunto é controle de acesso. Por isso, o Lumiun DNS oferece diferentes formas de aplicação de políticas, se adaptando a cenários variados.
Controle por Local (aplicação mais ampla)
Em ambientes que exigem uma aplicação mais generalista das regras, o recurso de Locais segue sendo uma abordagem eficiente: as políticas são configuradas no ponto de borda e passam a valer para todo o segmento daquele Local.
Quando faz sentido: redes menores, ambientes pouco segmentados, ou quando a intenção é aplicar uma política “padrão” para todo mundo.
Controle por grupos e dispositivos (camada granular com ActiveNet)
Com o ActiveNet, a lógica fica mais detalhada. Em vez de aplicar a mesma regra para todos os dispositivos daquele segmento, você consegue organizar os ativos em grupos e definir políticas específicas para cada contexto.
Isso permite, por exemplo:
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Um grupo “Financeiro” com acesso mais restrito
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Um grupo “TI” com permissões mais amplas
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Dispositivos de visitantes/terceiros com navegação limitada
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Exceções pontuais por equipamento (quando um caso realmente pede)
Resultado: mais controle sobre os acessos, mais organização na gestão e políticas alinhadas à estrutura da empresa, sem depender de “regras únicas” para a rede inteira.
Como o ActiveNet amplia esse controle na prática
A instalação do ActiveNet foi pensada para ser simples e rápida, com foco na integração.
A instalação é realizada por meio de um arquivo disponibilizado ao clicar em “Novo Dispositivo”, no menu de dispositivos da plataforma. Atualmente disponível para Windows, o instalador, ao ser executado, solicita um token exclusivo da organização, também acessível no mesmo menu. Após a inserção do token, o processo é concluído e o dispositivo é integrado automaticamente ao painel do Lumiun DNS.
Com o equipamento vinculado, a equipe de TI passa a ter controle total sobre sua gestão. É possível definir um nome personalizado, associá-lo a um grupo específico e determinar qual política será aplicada. Além disso, o dispositivo pode ter seu grupo alterado sempre que necessário, garantindo flexibilidade na administração.
Um dos diferenciais é que o controle não depende da rede em que o equipamento está conectado. As consultas DNS continuam sendo filtradas conforme a política definida, mesmo fora da rede corporativa. Isso significa que, caso o colaborador utilize o dispositivo em outra rede, como a residencial, as regras de acesso permanecem ativas.
É possível utilizar em redes com Active Directory Domain Services (AD DS)
O ActiveNet pode ser utilizado normalmente em ambientes com Active Directory Domain Services (AD DS), sem comprometer a comunicação entre os dispositivos e o controlador de domínio.
Em conjunto com o recurso de Grupos e Dispositivos, é possível utilizar o Encaminhamento DNS, garantindo que consultas destinadas ao servidor interno continuem sendo direcionadas corretamente. Dessa forma, a resolução de nomes do domínio e demais comunicações com o AD permanecem funcionando sem interrupções.
Além disso, o ActiveNet pode ser instalado em larga escala por meio de GPO (Group Policy), utilizando script de inicialização (startup). A instalação pode ser realizada de forma silenciosa, permitindo a distribuição do agente sem necessidade de intervenção do usuário final.
O usuário pode remover o ActiveNet do computador?
Uma dúvida comum é se o usuário pode remover o ActiveNet do dispositivo. Caso isso ocorra, o equipamento deixa de estar integrado à plataforma e passa a não seguir mais as políticas definidas, comprometendo o controle aplicado.
Para evitar esse cenário, o ActiveNet conta com mecanismos de proteção. É possível definir uma Senha de Proteção, configurada diretamente no Lumiun DNS, no menu de “Novo Dispositivo”. Essa senha será solicitada sempre que houver tentativa de desinstalação do agente ou interrupção do serviço no sistema.
Além disso, o agente realiza verificações periódicas para garantir que as configurações permaneçam ativas. Um exemplo é a validação recorrente das configurações de DNS, impedindo alterações indevidas no servidor configurado. Dessa forma, mesmo usuários com maior conhecimento técnico encontram barreiras adicionais para contornar as políticas estabelecidas.
Como o controle se reflete na empresa
As possibilidades de controle com o ActiveNet são amplas, permitindo adaptação a diferentes cenários e modelos de operação.
É possível criar grupos e organizar os dispositivos conforme a necessidade da empresa, por departamento, função ou nível de acesso, por exemplo. Cada grupo pode seguir uma política específica, alinhada à rotina e às responsabilidades daquele setor.
Ao integrar um dispositivo a determinado grupo, ele passa a seguir automaticamente a política de bloqueios definida. Ainda assim, o recurso permanece flexível: caso necessário, é possível aplicar uma política distinta a um dispositivo específico, mesmo que ele pertença a um grupo. Toda essa gestão é realizada diretamente no painel do Lumiun DNS, de forma centralizada.
Na prática, isso permite que as regras de acesso deixem de ser genéricas e passem a refletir a realidade de cada equipe, tornando o controle mais organizado e aderente ao dia a dia da empresa.
Caso precise de apoio para definir a melhor estrutura de grupos e políticas para o seu ambiente, nossa equipe de suporte está disponível para auxiliar.
Quem se beneficia com essa funcionalidade
Sem dúvida, a equipe de TI é uma das principais beneficiadas.
Além da facilidade de instalação, gerenciamento e aplicação de políticas já mencionadas, a visibilidade também evolui bastante. Os relatórios ficam mais específicos, permitindo filtrar por grupos de dispositivos ou por dispositivos individuais, além de outros critérios disponíveis na plataforma. Isso ajuda a transformar o monitoramento em algo mais prático no dia a dia: menos tempo “caçando” informação e mais tempo tomando decisão com base em evidência.
Na prática, esse painel ajuda o time a responder perguntas comuns de operação e segurança, como: quais endpoints mais acessam, onde os bloqueios estão concentrados, se existe pico em horários específicos e quais máquinas estão fora do padrão do grupo.
Tipos de relatórios e visões que mais ajudam na rotina
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Status dos dispositivos (protegidos, desprotegidos e inativos): visão rápida de cobertura do ambiente. Ótimo para identificar endpoints sem proteção ativa, dispositivos que pararam de reportar e possíveis falhas de instalação ou conectividade.
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Dispositivos com mais acessos: ranking para entender quais máquinas geram mais consultas DNS. Ajuda a detectar consumo incomum, automações “barulhentas”, aplicações gerando tráfego acima do esperado e padrões que merecem investigação.
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Dispositivos com mais bloqueios: destaca rapidamente onde as políticas estão impactando mais. Serve tanto para troubleshooting (bloqueio legítimo x exceção necessária) quanto para leitura de risco (tentativas recorrentes de acesso a domínios indevidos/maliciosos).
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Requisições por dispositivos (linha do tempo): gráfico temporal que evidencia picos, horários de maior uso e mudanças após ajustes de política. É especialmente útil para correlacionar eventos com atualização de software, mudança de regra, rotina de usuários ou incidentes.
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Localização dos dispositivos (mapa por IP público): adiciona contexto em ambientes distribuídos e trabalho remoto. Ajuda a entender de onde os dispositivos estão se conectando e identificar comportamentos fora do esperado para aquele ativo.
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Rankings por grupos (mais acessos e mais bloqueios): visão “executiva” e fácil de ler sobre comportamento por departamento/perfil. É útil para governança, priorização de ajustes e comparação entre áreas.
Filtros que deixam a investigação mais rápida
Além de filtrar por grupo ou por dispositivo, é possível refinar a análise por:
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Período (por exemplo, janela recente para investigação rápida ou períodos maiores para identificar tendência);
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Tipo de resposta (para separar respostas normais, bloqueios e outros retornos);
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Status do dispositivo (focando em inativos/desprotegidos quando o objetivo é checar cobertura).
No fim, isso torna o monitoramento mais preciso e organizado, facilitando a identificação de padrões de acesso, exceções e possíveis impactos na produtividade. Com dados mais detalhados em mãos, o responsável pela rede consegue ajustar políticas com agilidade e apresentar informações mais claras para a gestão, decisões guiadas por dados concretos coletados no ambiente.
Cadastre-se
Se você deseja aplicar esse modelo de controle no seu ambiente, é possível testar o Lumiun DNS de forma gratuita e explorar na prática como o controle por grupos e dispositivos pode trazer mais organização, produtividade e previsibilidade para a sua gestão de rede.









