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Ameaças Cibernéticas: porque as empresas devem se preocupar?

Não é novidade que nos últimos anos aumentaram os números de ataques virtuais contra as empresas, sendo que um dos maiores foi um ataque Ransomware, que aconteceu no último dia 12 de maio.

No entanto, percebe-se que grande parte das empresas não está criando políticas de privacidade, ou aumentando a segurança no uso da internet, em prol de evitar esse tipo de ataque ou invasão.

É o que aponta uma pesquisa realizada pela empresa Control Risks, consultoria global especializada em gestão de riscos políticos, de segurança e de integridade. O levantamento foi feito com base em dados de 482 executivos de negócios.

Segundo dados levantados pela pesquisa, 77% dos entrevistados acreditam que a diretoria da empresa é a principal responsável pela gestão de segurança cibernética das organizações. Enquanto 46% dos entrevistados acreditam que o alto escalão de executivos de suas empresas não dão a devida importância ao tema “segurança cibernética” e 31% das organizações estão muito ou extremamente preocupadas que sofrerão um ataque cibernético no próximo ano.

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Com o intuito de entender como as organizações se relacionam com a segurança cibernética, a pesquisa questionou sobre a estrutura interna das empresas e suas condições para resolver crises, ameaças e crimes virtuais e 45% afirmam que avaliar e gerenciar riscos cibernéticos são seus maiores desafios em relação à segurança cibernética.

Enquanto 32% afirmaram que as empresas nas quais atuam não realizaram no último ano uma avaliação dos riscos oferecidos por ameaças cibernéticas a seus negócios.

Em torno 28% das empresas que sofreram um ataque cibernético, enfrentaram ações reguladoras ou policiais e 26% perderam clientes.

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O levantamento aponta ainda que 35% dos entrevistados admitem que sua empresa já sofreu com uma brecha de segurança cibernética.

Outro dado que chama atenção no estudo é o de que 53% das organizações avaliam as medidas de segurança cibernéticas de parceiros e provedores apenas por meio de cláusulas contratuais. O relatório ressalta que os ataques cibernéticos aumentaram 11% no último ano, na América. A América Latina, em especial, ainda aparece como um alvo crítico de ameaças virtuais, segundo a pesquisa. Só no México, os ataques aumentaram 30%.

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Para a realização da pesquisa foram ouvidos executivos nas Américas, Europa, Ásia, Oriente Médio e África no início deste ano e deu origem ao relatório Cyber Security Landscape 2017.

Com isso, pode-se perceber que esse tema deve ser mais abordado no dia a dia das empresas em geral, em busca de encontrar estratégias e soluções que possam auxiliar no aumento da segurança na internet das empresas, evitando ataques que possam vir à trazer enormes prejuízos.