Ranking de velocidade de internet coloca o Brasil abaixo da 70º posição

A empresa Speedtest, conhecida pelo serviço de avaliação de velocidade de internet para computadores e dispositivos móveis, mantém o ranking mundial de velocidade de internet fixa e móvel, chamado Speedtest Global Index.

Atualizado mensalmente, o ranking avalia bilhões de testes de velocidade de rede realizados por usuários em todo o mundo, tanto em computadores como em smartphones.

Internet no Brasil

Os resultados para o Brasil são desanimadores, o que já é esperado devido à carência de infraestrutura e a falta de incentivo de governos e instituições para melhorias na internet em todo país.

Considerando o ranking de julho de 2017, para internet fixa o Brasil ocupa o 72º lugar, com média para download de 16.42 MBs, ficando atrás de países como Porto Rico (46), Uruguai (58), Mongólia (59) e Armênia (68). Na internet fixa o resultado é ainda pior, onde ocupamos o 76º lugar, com média de download de 14.91 MBs, atrás de Equador (64), Peru (71) e Irã (74).

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Média de velocidade de internet fixa e móvel no Brasil (julho de 2017).

Internet móvel

Os países com melhor conexão de internet móvel são: Noruega com média de velocidade de download em 52.49 MBs, Holanda com 46.94 MBs e Hungria com 46.24 MBs.

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Ranking de países com melhor velocidade de internet móvel (julho de 2017)

Internet fixa

Para a internet fixa, outros países se destacam, em primeiro Singapura com uma velocidade média de conexão de 154.38 MBs, em segundo Coréia do Sul com 125.69 MBs e terceiro Hong Kong com 117.21 MBs.

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Ranking de países com melhor velocidade de internet fixa (julho de 2017)

 

Como os dados do ranking mostram, infelizmente ainda temos muito que evoluir quanto a qualidade de internet no Brasil. Primeiro investindo em melhor infraestrutura de comunicação e redes e depois em incentivos para as empresas e provedores investirem na oferta de melhores serviços de conectividade para empresas e residências.

Franquia de internet banda larga fixa e o mercado de internet no Brasil

O debate sobre o limite de velocidade de internet banda larga fixa é sempre polêmico, mas também importante e necessário.

Desde o início de 2016, quando começou o debate sobre franquia de internet para banda larga no Brasil, muito aconteceu e houveram inúmeras reviravoltas. Passamos inicialmente pela aprovação da aplicação de limite de velocidade de internet pelos provedores de internet à atual possibilidade de mudança no Marco Civil da Internet, através do PL 7182/2017, que acrescenta mais um inciso aos 13 itens do artigo 7 do Marco Civil, que consiste em: “vedar a implementação de franquia limitada de consumo nos planos de internet banda larga fixa.

Na prática, a alteração torna proibido aos provedores qualquer limitação ou corte no consumo de tráfego de internet via banda larga fixa e obriga estes a garantir sempre a mesma velocidade de internet, de acordo com a velocidade contratada, independente do consumo gerado dentro de um período. O contrário do que acontece atualmente na telefonia móvel.

Essa alteração gerada pelo PL 7182/2017 não se aplica a Lei Geral de Telecomunicações, mas sim ao Marco Civil da Internet, que possui apenas três anos de existência (Lei 12.965/2014). O Marco Civil tem como propósito “regular o uso da Internet no Brasil por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem usa a rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado”.

Essa mudança pode ser uma das mais relevantes no mercado de telecomunicações desde que o modelo atual foi implementado, há quase 20 anos.

O que torna essa alteração na legislação tão significativa é que, do lado da oferta de serviços de conexão à internet, passa a ser possível apenas uma forma de comercialização de banda larga fixa: através da diferenciação na velocidade da conexão. Já que o próprio Marco Civil limitou a diferenciação por qualidade do serviço, estabelecendo princípios de neutralidade da rede.

O grande problema é que essa restrição tem aplicação geral, pois não especifica o porte dos provedores que deverão seguir as regras e tão pouco as tecnologias utilizadas para fornecimento do serviço. 

Portanto, a restrição de franquia de internet afetará todos da mesma forma, desde o fornecedor de internet em praça pública, passando por pequenos e médios provedores regionais, até grandes fornecedores de internet por fibra óptica em grandes centros. Da mesma forma, afeta todas as tecnologias utilizadas, banda larga via satélite, provedores de acesso por rádio, fibra óptica, empresas de TV por assinatura e outros meios que existem e possam vir a surgir para conexão à internet.

A medida também não prevê qualquer análise ou revisão no futuro. Como sabemos, a tecnologia e a internet estão em constante evolução, não é possível saber hoje como os serviços serão oferecidos nos próximos anos, tão pouco dimensionar a qualidade de rede ou a infraestrutura necessária no futuro.

Essa situação cria grandes possibilidades de problemas futuros ao mercado de internet, já que a restrição se aplica de forma genérica e ampla à todos provedores de internet e formas de conexão. Erros como esse são decorrentes da falta de análise e debate dos atores envolvidos, em situações onde é necessário avaliar os diferentes cenários e variações existentes.

Nesse caso, temos os políticos mais preocupados em atender movimentos populares e usar a situação para benefício próprio do que criar uma solução eficiente para o problema. Temos a Anatel, que como agência reguladora tem a responsabilidade de se posicionar a respeito, onde inicialmente não se colocou contra o modelo de franquia de internet, mas acabou tendo uma postura neutra, “lavando as mãos”, para não ir contra a repercussão negativa na sociedade em relação ao limite de velocidade de internet para banda larga fixa. E temos ainda as empresas de telecomunicação e as entidades que às representam, que falharam ao não apresentar um conjunto de informações, propostas práticas e benefícios para o mercado, a partir do modelo de franquia de internet na banda larga fixa.

A realidade é que o mercado de provedores de internet é muito amplo e diversificado. Existem dezenas de tecnologias, pequenos provedores regionais até grandes fornecedores de internet em nível nacional, variados tipos e diferentes necessidades dos clientes, formas de competição distintas em diferentes mercados, além das inúmeras opções de modelo de negócios que os provedores podem seguir.

Para o desempenho de atividades de telecomunicação, a própria Constituição define que as regras a serem seguidas na oferta de serviços estão estabelecidas na Lei Geral de Telecomunicações, onde consta que na prestação dos serviços prevalece a liberdade (“a liberdade é a regra”), estabelecendo ainda um regulador (Anatel) para fiscalização. O próprio Marco Civil assegura a “liberdade dos modelos de negócios promovidos na internet, desde que não tenham conflito com os demais princípios estabelecidos nesta Lei” para a atuação empresarial no mercado.

O debate agora se concentra justamente em alterar os princípios de mercado e práticas comerciais previstas em lei, para criar uma limitação legal nas atividades de empresas de infraestrutura, com a alegação de possível ameaça aos direitos do consumidor, no caso de aplicação de franquias. 

Considerando que o modelo de franquia de internet é uma prática comum na telefonia móvel, onde as operadoras oferecem inúmeras opções e formatos de plano e praticam restrições com limite de velocidade de conexão de acordo com o consumo. Fica totalmente incoerente não permitir a aplicação de franquia na telefonia fixa de banda larga, tanto legalmente como pelo posicionamento dos órgãos reguladores e entidades envolvidas.

Ao analisar esse tema, um ponto a ser considerado é o entendimento de que, com maior liberdade no mercado de telecomunicações, podemos ter uma competição saudável entre os provedores e mais alternativas na oferta de serviços, com mais opções de planos de internet, maior variedade de serviços e, principalmente, melhor qualidade na prestação de serviços de conexão de internet.

Considerando que acesso à internet de qualidade ainda é um problema crítico no Brasil, tanto no mercado corporativo como para residências. Caberia ao Governo buscar formas de incentivar o desenvolvimento de melhorias ao mercado de telecomunicações, oferecendo melhor infraestrutura e subsídios para investimento por parte dos provedores. No Brasil apenas metade das residências possuem internet fixa banda larga e apenas 4% das conexões são por fibra óptica.

Outro ponto que vale a pena ser abordado, é que no Brasil de modo geral serviços de provedores de internet são vistos como empresas ruins e criticadas pelo senso comum da sociedade. Claro que boa parte das empresas pecam em oferecer um serviço de qualidade e atendimento satisfatório, mas parte dessa imagem ruim também deve ser atribuída a infraestrutura precária em grande parte do Brasil, a burocracia sem fim para implantação de novas infraestruturas, a carga tributária altíssima ante a necessidade de investimento e o retorno gerado, a grande quantidade de regras e limitações regulatórias na prestação dos serviços e todos outros complicadores existentes no desenvolvimento de negócios em nosso país.

Concluindo, em toda a análise e debate deve prevalecer dois valores/objetivos principais: o propósito de melhoria nos serviços prestados para os cidadãos e a garantia de princípio de liberdade e livre comércio para empresas, clientes e o mercado de modo geral.

Considerando que a aplicação de restrições nas práticas de mercado limitam a atuação das empresas e dificultam a oferta de serviços personalizados e até mesmo de melhor qualidade, e que como a internet no Brasil ainda precisa evoluir e não temos incentivos do governo e entidades reguladoras para que isso aconteça, é possível concluir que não permitir a possibilidade de limitação de consumo de internet na banda larga fixa (ao contrário do que ocorre na telefonia móvel) não é o melhor caminho para melhorar o mercado de telecomunicações no Brasil.

Qual sua opinião sobre o assunto? O que você acha que pode ser feito para melhorarmos a internet no Brasil? Compartilhe sua opinião nos comentários!

Benefícios do controle de acesso à Internet em escritórios de contabilidade

Em boa parte das empresas, os colaboradores permanecem conectados à Internet durante a maioria do tempo no período de trabalho. Esse cenário se intensifica em escritórios de contabilidade, pois as atividades contábeis e administrativas se concentram majoritariamente em programas de computador e processos digitais, o que mantém os profissionais utilizando o computador e conectados à Internet durante todo o expediente de trabalho.

Sabemos que é comum o uso indevido da Internet por parte dos colaboradores, porém esse mau uso pode gerar inúmeros problemas e prejuízos para a empresa.

Sem nenhum tipo de restrição ou política de acesso à Internet, é comum que os colaboradores utilizem o tempo de trabalho acessando o e-mail pessoal, seus perfis em redes sociais, vídeos no Youtube, usem comunicadores instantâneos ou ainda acessem sites sem relação com o trabalho, como esportes e entretenimento. Segundo pesquisas, o tempo gasto com essas atividades chega a 30% do tempo de trabalho, em média.

Portanto, o gerenciamento do acesso a Internet é uma política quase obrigatória nas empresas atualmente, principalmente em escritórios de contabilidade, que possuem compromissos e uma agenda de atividades intensa. Vejamos os benefícios e vantagens que o controle ou bloqueio de acesso à Internet proporciona aos escritórios de contabilidade:

Foco nas atividades do escritório de contabilidade

Com interrupções contínuas nas atividades, o colaborador perde foco no seu trabalho, diminui sua produtividade e da sua equipe e por consequência não consegue entregar os resultados satisfatórios ou esperados pelos gestores e diretores. Através do controle de navegação, é possível evitar interrupções no trabalho decorrentes do uso indevido da Internet e garantir que o colaborador mantenha seu foco nas atividades que interessam para a empresa.

Aumento de produtividade e qualidade nas tarefas

Como consequência de maior foco e concentração no trabalho, os colaboradores naturalmente irão realizar e entregar mais tarefas e melhores resultados. Essa concentração e produtividade também é importante para evitar distrações e falhas nas tarefas, o que geralmente compromete a qualidade do trabalho.

Mais velocidade na Internet

O uso indevido da web pode consumir boa parte da velocidade da conexão. O acesso a vídeos, rádios online e redes sociais podem comprometer o desempenho e velocidade da Internet. Com o bloqueio desses sites, toda conexão ou banda contratada fica disponível para a navegação demandada das atividades da empresa e utilização de sistemas contábeis que são indispensáveis para os escritórios de contabilidade.

Melhor desempenho dos sistemas e computadores

Com melhor desempenho na conexão à Internet e sem a execução de programas no computador para acesso a vídeos, rádios, redes sociais e sites diversos, os sistemas e computadores ficam com mais recursos disponíveis para o seu funcionamento, com isso o desempenho melhora e o uso se torna estável e produtivo.

Além disso, podem ser evitados problemas como ociosidade da equipe e despesas com manutenção nos escritórios de contabilidade.

Maior segurança

Segurança é um ponto importante quando se pensa em acesso à Internet, pois falhas de segurança podem trazer prejuízos significativos e até irreversíveis às empresas, como a perda de dados. Com o controle de acesso a Internet é possível bloquear o acesso a sites maliciosos que podem instalar vírus e infectar os computadores ou a rede da empresa.

Quando se trata de escritórios de contabilidade é ainda mais importante prezar pela segurança, pois como trabalham com finanças, os escritórios acabam se tornando um alvo ainda mais cobiçado dos cibercriminosos, por isso o cuidado deve ser redobrado.

Menos custos com manutenção de equipamentos

Com a rede e o acesso à Internet protegido, são evitados problemas de lentidão e falhas nos computadores, ocasionados geralmente pela instalação de vírus oriundos do acesso a sites maliciosos. Problemas como esses são frequentes, pois recebemos diariamente inúmeras mensagens de spam com link falsos, onde basta um clique para infectar e comprometer o computador.

Esses problemas geram custos com a manutenção dos equipamentos e ociosidade dos colaboradores, mas podem ser evitados significativamente com o controle de acesso à Internet.

Monitoramento e informações sobre a navegação

Outro benefício significativo com o controle da Internet é o monitoramento da navegação e atividades dos usuários. É possível obter relatórios e gráficos detalhados dos sites acessados, por horário e por usuários. Essas informações podem ser úteis para verificar o comprometimento e responsabilidade dos colaboradores e servir como justificativa para possíveis penalidades.

São inúmeros os benefícios que o controle de acesso à Internet pode trazer para os escritórios de contabilidade. Mas, o mais importante é entender que medidas como essas são a favor de todos os envolvidos, tanto a empresa, que otimiza a produtividade da equipe e reduz custos, quanto os profissionais comprometidos, que podem executar seu trabalho com maior profissionalismo e gerar melhores resultados.

 

E você, possui restrição e controle de acesso à Internet no seu escritório? Após implementar o serviço de bloqueio percebeu melhora no rendimento dos colaboradores?

Deixe um comentário compartilhando suas experiências.

Benefícios do controle de acesso à Internet nas empresas

Atualmente, no ambiente de trabalho das empresas, boa parte dos colaboradores permanecem conectados à internet durante a maior parte do tempo de trabalho, pois cada vez mais as tarefas são realizadas via sistemas, e-mails, planilhas e através da internet, o que agiliza as atividades e entrega de tarefas.

Porém, ao mesmo tempo, os colaboradores podem usar a internet de forma indevida, e essa má utilização pode gerar inúmeros problemas e prejuízos para as empresas. Sem nenhum tipo de controle ou política de acesso à internet, é normal que os colaboradores utilizem o tempo acessando o e-mail pessoal, perfis em redes sociais, vídeos no Youtube, rádios online, comunicadores instantâneos, fazendo pesquisas sobre assuntos de seu interesse e várias outras atividades sem relação com o trabalho. Pesquisas mostram que o tempo gasto com essas atividades chega a 30% do tempo de trabalho, em média.

Portanto, o controle do acesso à internet nas empresas é uma política fundamental na gestão de equipes e recursos de tecnologia, pois evita vários problemas de segurança, reduz desperdício de tempo e aumenta o foco e produtividade dos profissionais. Veja abaixo os principais benefícios e vantagens que o controle ou bloqueio de acesso à internet proporciona às empresas:

Maior produtividade e qualidade nas tarefas

Sem o desperdício de tempo na internet, os colaboradores passam a executar mais tarefas durante o expediente, e ao mesmo tempo conseguem gerar melhores resultados para a empresa. As suas atividades são realizadas com maior concentração, o que é fundamental para a qualidade do resultado final.

Foco nas tarefas da empresa

É comum ver o e-mail pessoal e abrir o perfil nas redes sociais inúmeras vezes ao dia, isso gera distração e falta de foco durante a execução de uma atividade. Com restrições no uso da internet, é possível evitar essas interrupções no trabalho e garantir que o colaborador mantenha-se focado nas atividades relacionadas à empresa.

Proteção contra problemas de segurança

Segurança é fundamental quando se fala em acesso à internet em ambientes corporativos. A rede é repleta de ameaças e falhas de segurança, que podem trazer prejuízos relevantes nas empresas, como a perda de dados e custo com reparos de equipamentos e sistemas. Com um bom serviço de gestão de acesso à internet é possível restringir  acesso a sites nocivos, que podem instalar vírus e infectar os computadores ou a rede da empresa.

Internet mais rápida

Internet de boa qualidade ainda é um problema no Brasil, principalmente para as empresas que utilizam cada vez mais a rede. Combinado a essa velocidade de internet limitada, imagine seus colaboradores vendo vídeos, ouvindo rádio, transferindo arquivos pesados e acessando as redes sociais e sites diversos durante o trabalho. Com certeza esses acessos sem relação com as atividades da empresa consomem grande parte do tráfego da sua rede e com isso outras tarefas mais importantes ficam prejudicadas. Com o bloqueio de sites de vídeos, rádios e outros, toda conexão de internet fica disponível para as atividades da empresa.

Monitoramento e informações sobre a utilização da internet

Além de criar regras de navegação para os colaboradores, é fundamental saber o que está sendo acessado. Com um serviço completo de gestão de acesso é possível obter relatórios detalhados dos sites acessados, por horário, por usuários ou por equipamentos. Essas informações são importantes para verificar o comprometimento e responsabilidade dos colaboradores e servir como justificativa para possíveis penalidades.

Melhor desempenho dos sistemas e computadores

Com melhor desempenho da internet e sem a execução de programas no computador para acesso a vídeos, rádios, redes sociais e sites variados, os sistemas e computadores ficam com mais recursos disponíveis, com isso o desempenho melhora e o uso se torna mais estável e produtivo. Além disso, podem ser evitados problemas de segurança como instalação de vírus, que podem deixar os computadores lentos e até mesmo comprometer o funcionamento da rede.

Menos custos com manutenção de equipamentos

Com a rede e o acesso à internet protegido de ameaças, evita-se problemas de lentidão e falhas nos computadores, ocasionados geralmente pela instalação de vírus oriundos do acesso a sites nocivos. Problemas desse tipo são frequentes, pois recebemos diariamente inúmeras mensagens de spam com links maliciosos, onde basta um clique para infectar e comprometer o computador. Esses problemas geram despesas com a manutenção dos equipamentos e ociosidade dos colaboradores, mas podem ser evitados com o controle de acesso à internet.

 

Como pode-se perceber, são muitos os benefícios que o controle de acesso à internet nas empresas pode trazer, mas o mais importante é entender que medidas como essas são a favor de todos os envolvidos, tanto a empresa, que otimiza a produtividade da equipe e reduz custos, como os colaboradores comprometidos, que podem executar seu trabalho com maior profissionalismo e gerar melhores resultados.

Na implementação de uma política de controle de acesso, também é importante buscar equilíbrio e bom senso nas restrições. O ideal é liberar o acesso de acordo com as responsabilidades e atividades de cada colaborador ou equipe e até mesmo definir alguns horários de intervalo, onde sites de entretenimento e atividades pessoais possam ser realizadas, esse tempo pode ser importante para descanso e relaxamento do colaborador, o que vai contribuir para a sua maior produtividade quando estiver focado no seu trabalho.

 

Você possui restrição e controle de acesso à internet na sua empresa? Após implementar essa política, houve melhora no rendimento dos colaboradores? Deixe um comentário compartilhando suas experiências.