Gestão e controle de acesso à internet para pequenas e médias empresas

Atualmente boa parte dos profissionais utilizam a internet durante a sua jornada de trabalho, essa é uma realidade no ambiente corporativo das empresas. Ao mesmo tempo que a internet contribui no desenvolvimento das tarefas, o mau uso da rede pode gerar inúmeros problemas.

Muitas empresas sofrem prejuízos pela má utilização da internet, principalmente envolvendo falhas de segurança como perda de dados e também comprometendo a produtividade da equipe, com o desperdício de tempo e redução de foco nas tarefas.

Pesquisas apontam que o tempo desperdiçado pelos colaboradores na internet pode chegar a 30% durante o trabalho. Já as despesas com falhas de segurança aumentaram 35% no último ano nas empresas, segundo pesquisa da PwC. Outra pesquisa da Triad constatou que 72% dos profissionais gastam em média 3 horas por dia na internet

Nesse cenário é importante que os diretores e gestores de TI acompanhem a produtividade da equipe e implementem na empresa uma política de utilização da internet, com soluções que permitam definir o que pode ou não ser acessado e que protejam os usuários do acesso à sites nocivos.

A gestão e controle do acesso à internet gera inúmeros benefícios para as empresas:

  • Gestão, segurança e proteção contra ameaças na internet
  • Menor risco de perda de informações e problemas com vírus
  • Redução do desperdício de tempo na internet pela equipe
  • Aumento da produtividade, qualidade e foco nas tarefas
  • Redução de despesas com manutenção de equipamentos
  • Informações e dados mais apurados sobre o uso da internet
  • Melhoria no desempenho da rede, sistemas e recursos de tecnologia

Existem diferentes soluções disponíveis no mercado para fazer a gestão e controle do acesso à internet, porém, grande maioria demandam alto investimento, envolvimento de profissionais técnicos especializados e exigem constante manutenção, atualizações e suporte frequente. Isso faz com que essas soluções se tornem caras e muitas vezes inviáveis, principalmente para pequenas e médias empresas.

Com o propósito de preencher essa lacuna no mercado e oferecer uma solução acessível e simplificada às empresas de pequeno e médio porte que o Lumiun atua, pois o serviço é baseado em nuvem e com forte diferencial na facilidade de implementação e gerenciamento do sistema.

Veja algumas das principais características e vantagens do Lumiun:

  • Instalação e configuração rápida e simplificada
  • Sem necessidade de aquisição de novos equipamentos ou servidores
  • Sem necessidade de manutenção ou atualizações de software
  • Sem custo com profissional especializado para manutenção e suporte do sistema
  • Gerenciamento em nuvem, acessível via internet em qualquer lugar ou dispositivo móvel

Em conjunto com a facilidade no gerenciamento, o serviço possui recursos que permitem uma gestão completa e controle do acesso à internet nas empresas.

Com o Lumiun é possível implementar diferentes políticas de acesso à internet, por exemplo, para bloquear conteúdos inadequados como pornografia ou redes sociais, basta marcar o botão para a categoria desejada.

As regras podem ser flexíveis, por usuários, equipamentos e horários. Além disso, o sistema gera relatórios analíticos sobre o uso da rede, permitindo ao gestor tomar decisões assertivas no sentido de otimizar a segurança e a produtividade da empresa na internet.

Lumiun - painel de controle
Imagem do dashboard do Lumiun, com informações gerais sobre o uso da internet.

Principais funcionalidades da solução:

  • Regras de acesso por categorias de conteúdo e sites específicos
  • Regras de acesso por grupos de usuários ou equipamentos
  • Definição de horários de liberação por categoria
  • Controle de velocidade de tráfego por grupo
  • Proteção contra ameaças na internet
  • Acesso à internet com autenticação de usuários
  • Recurso de Wi-fi, com gerenciamento integrado ao painel de controle
  • Gerenciamento integrado de várias redes ou unidades

A implementação é rápida, bastando ligar o Lumiun Box na rede, a partir disso o serviço já entra em operação e todo gerenciamento é feito por meio do painel de controle na nuvem. A interface é simples e amigável, e pode ser utilizada por qualquer usuário, sem necessidade de conhecimento técnico especializado na área de tecnologia.

Lumiun - controle de acesso à internet
Imagem do painel onde são realizadas as definições das regras de acesso.

O serviço é comercializado em diferentes planos (Profissional, Corporativo e Enterprise), para atender as diferentes necessidades dos gestores e empresas em todo o Brasil.

Caso você tenha interesse em saber mais sobre o Lumiun ou até mesmo Agendar uma Demonstração do sistema, entre em contato com nossos consultores pelo e-mail ou no telefone (11) 4950-6962.

Ranking de velocidade de internet coloca o Brasil abaixo da 70º posição

A empresa Speedtest, conhecida pelo serviço de avaliação de velocidade de internet para computadores e dispositivos móveis, mantém o ranking mundial de velocidade de internet fixa e móvel, chamado Speedtest Global Index.

Atualizado mensalmente, o ranking avalia bilhões de testes de velocidade de rede realizados por usuários em todo o mundo, tanto em computadores como em smartphones.

Internet no Brasil

Os resultados para o Brasil são desanimadores, o que já é esperado devido à carência de infraestrutura e a falta de incentivo de governos e instituições para melhorias na internet em todo país.

Considerando o ranking de julho de 2017, para internet fixa o Brasil ocupa o 72º lugar, com média para download de 16.42 MBs, ficando atrás de países como Porto Rico (46), Uruguai (58), Mongólia (59) e Armênia (68). Na internet fixa o resultado é ainda pior, onde ocupamos o 76º lugar, com média de download de 14.91 MBs, atrás de Equador (64), Peru (71) e Irã (74).

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Média de velocidade de internet fixa e móvel no Brasil (julho de 2017).

Internet móvel

Os países com melhor conexão de internet móvel são: Noruega com média de velocidade de download em 52.49 MBs, Holanda com 46.94 MBs e Hungria com 46.24 MBs.

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Ranking de países com melhor velocidade de internet móvel (julho de 2017)

Internet fixa

Para a internet fixa, outros países se destacam, em primeiro Singapura com uma velocidade média de conexão de 154.38 MBs, em segundo Coréia do Sul com 125.69 MBs e terceiro Hong Kong com 117.21 MBs.

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Ranking de países com melhor velocidade de internet fixa (julho de 2017)

 

Como os dados do ranking mostram, infelizmente ainda temos muito que evoluir quanto a qualidade de internet no Brasil. Primeiro investindo em melhor infraestrutura de comunicação e redes e depois em incentivos para as empresas e provedores investirem na oferta de melhores serviços de conectividade para empresas e residências.

10 hábitos negativos que comprometem a produtividade dos profissionais e o impacto para as empresas

Apesar da tecnologia ser uma aliada das empresas e dos profissionais, também pode se tornar a principal responsável pela baixa produtividade dos colaboradores nas empresas.

Uma pesquisa realizada pela CareerBuilder apontou que a internet e os celulares são os principais vilões quando falamos de queda de produtividade nas equipes, 75% das empresas estimam que seus colaboradores  percam aproximadamente duas ou mais horas de trabalho com redes sociais e atividades não produtivas na internet ou no celular.

Quando os profissionais trabalham conectados na internet ou próximos dos seus smartphones, ficam a um clique de distância de distrações tentadoras da sua vida pessoal, como conversar com amigos e familiares, acessar as redes sociais ou buscar conteúdos de interesse pessoal. Essa alta conectividade que a tecnologia oferece não é por si só negativa, mas precisa ser devidamente gerenciada, tanto pelo próprio profissional quanto pela empresa.

Para resolver esse problema, os gestores precisam criar uma cultura de bom uso da internet no ambiente corporativo, primeiramente mantendo um diálogo aberto com os colaboradores sobre as consequências do desperdício de tempo. Também podem ser utilizadas ferramentas de gestão para controlar e otimizar o uso dos recursos de tecnologia e definir estratégias em conjunto com a equipe para que a produtividade se mantenha em alto nível.

Pesquisa sobre produtividade dos profissionais

Na pesquisa, 19% dos gestores informaram que acham que seus colaboradores são produtivos menos de 5 horas por dia durante todo o expediente, ou seja, apenas 62% do tempo de trabalho, aproximadamente. Ao definirem o principal culpado, 55% consideram que o principal hábito que leva ao desperdício do tempo dos colaboradores é o uso do celular para troca de mensagens pessoais e uso de mensageiros instantâneos. Veja a lista completa dos hábitos que mais prejudicam a produtividade nas empresas:

  1. Uso do celular para troca de mensagens
  2. Navegação na internet
  3. Conversa e fofoca entre os colaboradores durante o expediente
  4. Acesso às redes sociais (Facebook, Twitter, LinkedIn…)
  5. Distrações geradas pelos colegas de trabalho
  6. Intervalos para lanches ou cigarro
  7. Uso do e-mail pessoal
  8. Reuniões desnecessárias e improdutivas
  9. Excesso de barulho interno e externo
  10. Espaço de trabalho inadequado ou limitado para o exercício das atividades
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10 hábitos que mais comprometem a produtividade dos profissionais no trabalho, segundo pesquisa.

Impacto da baixa produtividade nas empresas

Nas empresas, considerando um mercado cada vez mais competitivo, onde muitas vezes a produtividade e eficiência podem fazer a diferença entre o saldo positivo ou negativo nos resultados, qualquer desperdício de recursos, principalmente em relação aos colaboradores, pode ter um forte impacto para a empresa como um todo.

Para os gestores das empresas que participaram da pesquisa, esses hábitos e a redução na produtividade têm impacto bastante negativo nas empresas, vejamos os principais:

  1. Comprometimento na qualidade das tarefas realizadas: 48%
  2. Piora no relacionamento da equipe devido a tarefas não realizadas: 38%
  3. Desgaste na relação entre empresa e empregador: 28%
  4. Prazos das tarefas não cumpridos: 27%
  5. Redução nas receitas: 26%
  6. Relacionamento com o cliente prejudicado: 20%

Além dos problemas listados, ainda podem ocorrer problemas de segurança, como perda de informações ou comprometimento dos recursos de tecnologia. Muitas vezes a velocidade de internet fica comprometida por conta do uso indevido desses recursos.

A pesquisa também mostrou que 76% das empresas definiram regras ou limites para resolver esse problema, 36% das empresas passaram a controlar o acesso à internet, definindo o que pode ou não ser acessado pelos colaboradores, e 25% proibiram o uso do celular para chamadas e atividades pessoais, sendo permitido somente em casos de emergência.

Desperdício de tempo

Para auxiliar os gestores, temos disponível uma calculadora que permite estimar o custo do desperdício de tempo dos colaboradores. Dessa forma, fica mais fácil definir algum tipo de solução para a baixa produtividade, em busca de melhorar o ambiente corporativo.

Claro que o impacto pode variar muito em cada empresa, por isso o mais importante é que os gestores monitorem a produtividade da sua equipe e reconheçam esse problema de desperdício de tempo como uma realidade, para que possam ser tomadas medidas, no sentido de evitar qualquer impacto negativo nos resultados da empresa.

Esse é um tema sempre polêmico e exige muito bom senso na definição das estratégias para manter a equipe sempre produtiva e motivada, sem causar frustração nos colaboradores ou criar um ambiente de trabalho negativo.

Na sua empresa, como é tratada essa questão de desperdício de tempo e uso da internet e celulares pelos colaboradores? Compartilhe sua experiência e opinião nos comentários!

Franquia de internet banda larga fixa e o mercado de internet no Brasil

O debate sobre o limite de velocidade de internet banda larga fixa é sempre polêmico, mas também importante e necessário.

Desde o início de 2016, quando começou o debate sobre franquia de internet para banda larga no Brasil, muito aconteceu e houveram inúmeras reviravoltas. Passamos inicialmente pela aprovação da aplicação de limite de velocidade de internet pelos provedores de internet à atual possibilidade de mudança no Marco Civil da Internet, através do PL 7182/2017, que acrescenta mais um inciso aos 13 itens do artigo 7 do Marco Civil, que consiste em: “vedar a implementação de franquia limitada de consumo nos planos de internet banda larga fixa.

Na prática, a alteração torna proibido aos provedores qualquer limitação ou corte no consumo de tráfego de internet via banda larga fixa e obriga estes a garantir sempre a mesma velocidade de internet, de acordo com a velocidade contratada, independente do consumo gerado dentro de um período. O contrário do que acontece atualmente na telefonia móvel.

Essa alteração gerada pelo PL 7182/2017 não se aplica a Lei Geral de Telecomunicações, mas sim ao Marco Civil da Internet, que possui apenas três anos de existência (Lei 12.965/2014). O Marco Civil tem como propósito “regular o uso da Internet no Brasil por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem usa a rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado”.

Essa mudança pode ser uma das mais relevantes no mercado de telecomunicações desde que o modelo atual foi implementado, há quase 20 anos.

O que torna essa alteração na legislação tão significativa é que, do lado da oferta de serviços de conexão à internet, passa a ser possível apenas uma forma de comercialização de banda larga fixa: através da diferenciação na velocidade da conexão. Já que o próprio Marco Civil limitou a diferenciação por qualidade do serviço, estabelecendo princípios de neutralidade da rede.

O grande problema é que essa restrição tem aplicação geral, pois não especifica o porte dos provedores que deverão seguir as regras e tão pouco as tecnologias utilizadas para fornecimento do serviço. 

Portanto, a restrição de franquia de internet afetará todos da mesma forma, desde o fornecedor de internet em praça pública, passando por pequenos e médios provedores regionais, até grandes fornecedores de internet por fibra óptica em grandes centros. Da mesma forma, afeta todas as tecnologias utilizadas, banda larga via satélite, provedores de acesso por rádio, fibra óptica, empresas de TV por assinatura e outros meios que existem e possam vir a surgir para conexão à internet.

A medida também não prevê qualquer análise ou revisão no futuro. Como sabemos, a tecnologia e a internet estão em constante evolução, não é possível saber hoje como os serviços serão oferecidos nos próximos anos, tão pouco dimensionar a qualidade de rede ou a infraestrutura necessária no futuro.

Essa situação cria grandes possibilidades de problemas futuros ao mercado de internet, já que a restrição se aplica de forma genérica e ampla à todos provedores de internet e formas de conexão. Erros como esse são decorrentes da falta de análise e debate dos atores envolvidos, em situações onde é necessário avaliar os diferentes cenários e variações existentes.

Nesse caso, temos os políticos mais preocupados em atender movimentos populares e usar a situação para benefício próprio do que criar uma solução eficiente para o problema. Temos a Anatel, que como agência reguladora tem a responsabilidade de se posicionar a respeito, onde inicialmente não se colocou contra o modelo de franquia de internet, mas acabou tendo uma postura neutra, “lavando as mãos”, para não ir contra a repercussão negativa na sociedade em relação ao limite de velocidade de internet para banda larga fixa. E temos ainda as empresas de telecomunicação e as entidades que às representam, que falharam ao não apresentar um conjunto de informações, propostas práticas e benefícios para o mercado, a partir do modelo de franquia de internet na banda larga fixa.

A realidade é que o mercado de provedores de internet é muito amplo e diversificado. Existem dezenas de tecnologias, pequenos provedores regionais até grandes fornecedores de internet em nível nacional, variados tipos e diferentes necessidades dos clientes, formas de competição distintas em diferentes mercados, além das inúmeras opções de modelo de negócios que os provedores podem seguir.

Para o desempenho de atividades de telecomunicação, a própria Constituição define que as regras a serem seguidas na oferta de serviços estão estabelecidas na Lei Geral de Telecomunicações, onde consta que na prestação dos serviços prevalece a liberdade (“a liberdade é a regra”), estabelecendo ainda um regulador (Anatel) para fiscalização. O próprio Marco Civil assegura a “liberdade dos modelos de negócios promovidos na internet, desde que não tenham conflito com os demais princípios estabelecidos nesta Lei” para a atuação empresarial no mercado.

O debate agora se concentra justamente em alterar os princípios de mercado e práticas comerciais previstas em lei, para criar uma limitação legal nas atividades de empresas de infraestrutura, com a alegação de possível ameaça aos direitos do consumidor, no caso de aplicação de franquias. 

Considerando que o modelo de franquia de internet é uma prática comum na telefonia móvel, onde as operadoras oferecem inúmeras opções e formatos de plano e praticam restrições com limite de velocidade de conexão de acordo com o consumo. Fica totalmente incoerente não permitir a aplicação de franquia na telefonia fixa de banda larga, tanto legalmente como pelo posicionamento dos órgãos reguladores e entidades envolvidas.

Ao analisar esse tema, um ponto a ser considerado é o entendimento de que, com maior liberdade no mercado de telecomunicações, podemos ter uma competição saudável entre os provedores e mais alternativas na oferta de serviços, com mais opções de planos de internet, maior variedade de serviços e, principalmente, melhor qualidade na prestação de serviços de conexão de internet.

Considerando que acesso à internet de qualidade ainda é um problema crítico no Brasil, tanto no mercado corporativo como para residências. Caberia ao Governo buscar formas de incentivar o desenvolvimento de melhorias ao mercado de telecomunicações, oferecendo melhor infraestrutura e subsídios para investimento por parte dos provedores. No Brasil apenas metade das residências possuem internet fixa banda larga e apenas 4% das conexões são por fibra óptica.

Outro ponto que vale a pena ser abordado, é que no Brasil de modo geral serviços de provedores de internet são vistos como empresas ruins e criticadas pelo senso comum da sociedade. Claro que boa parte das empresas pecam em oferecer um serviço de qualidade e atendimento satisfatório, mas parte dessa imagem ruim também deve ser atribuída a infraestrutura precária em grande parte do Brasil, a burocracia sem fim para implantação de novas infraestruturas, a carga tributária altíssima ante a necessidade de investimento e o retorno gerado, a grande quantidade de regras e limitações regulatórias na prestação dos serviços e todos outros complicadores existentes no desenvolvimento de negócios em nosso país.

Concluindo, em toda a análise e debate deve prevalecer dois valores/objetivos principais: o propósito de melhoria nos serviços prestados para os cidadãos e a garantia de princípio de liberdade e livre comércio para empresas, clientes e o mercado de modo geral.

Considerando que a aplicação de restrições nas práticas de mercado limitam a atuação das empresas e dificultam a oferta de serviços personalizados e até mesmo de melhor qualidade, e que como a internet no Brasil ainda precisa evoluir e não temos incentivos do governo e entidades reguladoras para que isso aconteça, é possível concluir que não permitir a possibilidade de limitação de consumo de internet na banda larga fixa (ao contrário do que ocorre na telefonia móvel) não é o melhor caminho para melhorar o mercado de telecomunicações no Brasil.

Qual sua opinião sobre o assunto? O que você acha que pode ser feito para melhorarmos a internet no Brasil? Compartilhe sua opinião nos comentários!

Benefícios do controle de acesso à Internet em escritórios de contabilidade

Em boa parte das empresas, os colaboradores permanecem conectados à Internet durante a maioria do tempo no período de trabalho. Esse cenário se intensifica em escritórios de contabilidade, pois as atividades contábeis e administrativas se concentram majoritariamente em programas de computador e processos digitais, o que mantém os profissionais utilizando o computador e conectados à Internet durante todo o expediente de trabalho.

Sabemos que é comum o uso indevido da Internet por parte dos colaboradores, porém esse mau uso pode gerar inúmeros problemas e prejuízos para a empresa.

Sem nenhum tipo de restrição ou política de acesso à Internet, é comum que os colaboradores utilizem o tempo de trabalho acessando o e-mail pessoal, seus perfis em redes sociais, vídeos no Youtube, usem comunicadores instantâneos ou ainda acessem sites sem relação com o trabalho, como esportes e entretenimento. Segundo pesquisas, o tempo gasto com essas atividades chega a 30% do tempo de trabalho, em média.

Portanto, o gerenciamento do acesso a Internet é uma política quase obrigatória nas empresas atualmente, principalmente em escritórios de contabilidade, que possuem compromissos e uma agenda de atividades intensa. Vejamos os benefícios e vantagens que o controle ou bloqueio de acesso à Internet proporciona aos escritórios de contabilidade:

Foco nas atividades do escritório de contabilidade

Com interrupções contínuas nas atividades, o colaborador perde foco no seu trabalho, diminui sua produtividade e da sua equipe e por consequência não consegue entregar os resultados satisfatórios ou esperados pelos gestores e diretores. Através do controle de navegação, é possível evitar interrupções no trabalho decorrentes do uso indevido da Internet e garantir que o colaborador mantenha seu foco nas atividades que interessam para a empresa.

Aumento de produtividade e qualidade nas tarefas

Como consequência de maior foco e concentração no trabalho, os colaboradores naturalmente irão realizar e entregar mais tarefas e melhores resultados. Essa concentração e produtividade também é importante para evitar distrações e falhas nas tarefas, o que geralmente compromete a qualidade do trabalho.

Mais velocidade na Internet

O uso indevido da web pode consumir boa parte da velocidade da conexão. O acesso a vídeos, rádios online e redes sociais podem comprometer o desempenho e velocidade da Internet. Com o bloqueio desses sites, toda conexão ou banda contratada fica disponível para a navegação demandada das atividades da empresa e utilização de sistemas contábeis que são indispensáveis para os escritórios de contabilidade.

Melhor desempenho dos sistemas e computadores

Com melhor desempenho na conexão à Internet e sem a execução de programas no computador para acesso a vídeos, rádios, redes sociais e sites diversos, os sistemas e computadores ficam com mais recursos disponíveis para o seu funcionamento, com isso o desempenho melhora e o uso se torna estável e produtivo.

Além disso, podem ser evitados problemas como ociosidade da equipe e despesas com manutenção nos escritórios de contabilidade.

Maior segurança

Segurança é um ponto importante quando se pensa em acesso à Internet, pois falhas de segurança podem trazer prejuízos significativos e até irreversíveis às empresas, como a perda de dados. Com o controle de acesso a Internet é possível bloquear o acesso a sites maliciosos que podem instalar vírus e infectar os computadores ou a rede da empresa.

Quando se trata de escritórios de contabilidade é ainda mais importante prezar pela segurança, pois como trabalham com finanças, os escritórios acabam se tornando um alvo ainda mais cobiçado dos cibercriminosos, por isso o cuidado deve ser redobrado.

Menos custos com manutenção de equipamentos

Com a rede e o acesso à Internet protegido, são evitados problemas de lentidão e falhas nos computadores, ocasionados geralmente pela instalação de vírus oriundos do acesso a sites maliciosos. Problemas como esses são frequentes, pois recebemos diariamente inúmeras mensagens de spam com link falsos, onde basta um clique para infectar e comprometer o computador.

Esses problemas geram custos com a manutenção dos equipamentos e ociosidade dos colaboradores, mas podem ser evitados significativamente com o controle de acesso à Internet.

Monitoramento e informações sobre a navegação

Outro benefício significativo com o controle da Internet é o monitoramento da navegação e atividades dos usuários. É possível obter relatórios e gráficos detalhados dos sites acessados, por horário e por usuários. Essas informações podem ser úteis para verificar o comprometimento e responsabilidade dos colaboradores e servir como justificativa para possíveis penalidades.

São inúmeros os benefícios que o controle de acesso à Internet pode trazer para os escritórios de contabilidade. Mas, o mais importante é entender que medidas como essas são a favor de todos os envolvidos, tanto a empresa, que otimiza a produtividade da equipe e reduz custos, quanto os profissionais comprometidos, que podem executar seu trabalho com maior profissionalismo e gerar melhores resultados.

 

E você, possui restrição e controle de acesso à Internet no seu escritório? Após implementar o serviço de bloqueio percebeu melhora no rendimento dos colaboradores?

Deixe um comentário compartilhando suas experiências.

Passo a passo: como criar um manual de ética e bom uso da Internet no trabalho

Como evitar que a Internet prejudique a produtividade dos colaboradores e das equipes sem ter que privá-los do acesso ao universo digital, tão importante para acompanhar novidades, inovações e fazer contatos? Esse é um dilema que a maioria das organizações e gestores de equipes e TI enfrentam atualmente.

Estudos e pesquisas apontam que os colaboradores gastam, em média, 30% do tempo de navegação em sites sem qualquer relação com a atividade profissional. Além de representar prejuízo financeiro direto para a empresa, pelo desperdício de tempo e uso de recursos de tecnologia e Internet, a banda consumida pode comprometer a velocidade da Internet e atividades do restante da equipe, o que acaba resultando em um duplo prejuízo para o empregador.

Mas como lidar com a situação? Impedir a navegação na Internet não é uma prática recomendada, pois é praticamente impossível uma empresa e seus colaboradores ficarem desconectados. Por outro lado, liberar o acesso sem limites a qualquer site ou serviço online, pode trazer riscos, gerar problemas ou comprometer o desempenho da equipe e da segurança de informações da empresa.

Portanto, uma boa alternativa está na elaboração de regras para utilização da Internet na empresa, através de um Manual ou cartilha. Esse documento irá ajudar a adequar comportamentos, práticas e ações de todos os colaboradores, resguardando a companhia contra possíveis contratempos.

O grande desafio porém, é encontrar o ponto de equilíbrio entre a defesa dos interesses da empresa e o respeito à privacidade dos colaboradores. Para evitar que ocorram abusos de ambas as partes, o ideal é que o manual seja elaborado por uma comissão composta por representantes de diversas áreas da empresa. Assim, é possível ter um documento de autoria coletiva e com a participação dos próprios usuários da Internet.

O trabalho de elaboração e aplicação do manual deve ser realizado em etapas, que podem ser:

Etapa 1: Definição da equipe/comissão responsável

A participação deve ser estimulada pela direção da empresa, com o envio de sugestões e necessidades por parte dos colaboradores de todas as áreas e setores. Os responsáveis devem ser de diferentes áreas da empresa, sendo indispensável a participação dos gestores do setor de Recursos Humanos e Tecnologia da Informação.

Etapa 2: Definição de regras e política de acesso

Os responsáveis pela elaboração do manual, seguindo as orientações do gestor de RH e TI, devem definir quais serão as regras de acesso à Internet, quais os tipos de conteúdos e sites podem ser acessados e quais estarão bloqueados. A sugestão é manter o equilíbrio e flexibilidade entre as necessidades da empresa e dos colaboradores.

Por exemplo, definir horários para acesso à determinados sites, como redes sociais, comunicadores instantâneos e e-mail pessoal, também é recomendado a criação de grupos de usuários, com regras de acordo com suas necessidades e perfil de atividades, por exemplo, os setores de imprensa, comunicação e marketing pode ter acesso mais amplo à redes sociais e o setor administrativo aos conteúdos técnicos sobre a área de contabilidade e administrativa.

Etapa 3: Elaboração do manual

O documento deve apresentar de forma explicativa e clara os seguintes pontos:

  • Usos permitidos para a internet e o e-mail corporativo;
  • Práticas proibidas e regras de acesso, detalhando o que não pode ser acessado;
  • Alerta para a possibilidade de monitoramento da navegação do colaborador;
  • Formas adequadas para mencionar a empresa nas redes sociais e sites;
  • Direitos dos colaboradores no que se refere à privacidade;
  • Sanções e penalidades para quem descumprir as regras estabelecidas no manual;
  • Tipos de dispositivos que podem ser utilizados nos computadores da empresa, conexão do smartphone, fones de ouvido e pendrive;
  • Tipo de conteúdo que pode ser salvo nos computadores da empresa.

Etapa 4: Elaboração de documento com política de uso da tecnologia da empresa

Ao implementar um política de gerenciamento de acesso à internet e de uso dos recursos de tecnologia, é necessário que a empresa formalize esse procedimento e informe os colaboradores. Para isso é importante a criação de um documento que detalhe as regras e condições de uso da internet e equipamentos de tecnologia, informe as penalidades no caso de descumprimento das regras e formalize o conhecimento do profissional em relação à política da empresa.

Você pode utilizar na sua empresa esse modelo de documento de política de uso da internet para empresas.

É importante que os colaboradores assinem esse documento comprovando sua ciência, resguardando assim a empresa no caso de alguma argumentação ou problemas com invasão de privacidade.

Etapa 5: Definição de ferramenta para controle e monitoramento

Para que a política de bom uso da Internet seja implementada e funcione corretamente, é imprescindível utilizar algum serviço para o controle e monitoramento do acesso à Internet. Através dessa ferramenta devem ser implementadas as regras de acesso definidas no manual e também é possível fazer o monitoramento da navegação dos seus colaboradores.

Através de relatórios e gráficos de acesso e navegação é possível verificar se as regras estão sendo seguidas pelos colaboradores e utilizar essas informações para comprovar o uso indevido e justificar as sanções e penalidades previstas no manual.

Há inúmeras alternativas de ferramentas e serviços para o gerenciamento do acesso à Internet, desde servidores locais com Linux e serviços de Proxy/Firewall, soluções personalizadas como Dell SonicWall, Fortinet Fortigate e vários outros, programas de controle a serem instalados nos computadores, até soluções mais modernas baseadas em nuvem como Open DNS e Lumiun Tecnologia.

Etapa 6: Divulgação do manual

Todos os colaboradores devem receber uma cópia do manual. Se possível, a empresa deve organizar uma atividade na qual o documento será apresentado, definindo a data que entra em vigor a política descrita no manual. Esse momento pode ser o início da campanha de conscientização sobre o uso responsável da Internet no ambiente corporativo. A companhia criará as condições para que o manual esteja disponível a qualquer momento via internet, em murais ou no setor de Recursos Humanos.

Etapa 7: Orientação e treinamento

O documento com a política de uso da Internet deve integrar o material recebido por todos os novos colaboradores, junto com as devidas orientações quanto às condições e regras de uso da internet e recursos de tecnologia na empresa. Cabe ao setor de Recursos Humanos destacar a importância do cumprimento das normas estabelecidas no manual.

A aplicação do manual deve ser alvo de campanhas permanentes por parte da empresa. O setor de RH tem papel fundamental na disseminação da cultura de uso responsável dos recursos de tecnologia da empresa, não apenas da Internet. Temas como download de material pirata (CDs, DVDs, games e softwares), disseminação de material pornográfico ou crimes relacionados ao ambiente digital devem fazer parte de seminários, cursos e atividades de treinamento para os colaboradores.

Etapa 8: Sanções e penalidades

O objetivo da implantação de uma política de bom uso da Internet não deve ser punir os colaboradores, mas criar a cultura de utilização responsável da tecnologia. Por isso, não é aconselhável aplicar as sanções abruptamente. Durante um período de adaptação, é recomendado informar os colaboradores caso não estejam cumprindo as regras previstas no manual. Se a prática de mau uso se mostrar recorrente, a empresa deve então aplicar as sanções e penalidades previstas.

Empresa e colaboradores têm responsabilidades e direitos quando o assunto é a utilização da internet e da tecnologia. Esclarecer os papéis de cada um e promover o bom uso da tecnologia gera benefícios a todas as partes. A elaboração adequada de uma política de uso da Internet e um manual para sua documentação deve ter como finalidade a formação de uma cultura corporativa, no sentido de beneficiar todos envolvidos, os colaboradores se tornando mais produtivos e a empresa melhorando seus resultados.

Se você tem alguma experiência semelhante na sua empresa, compartilhe conosco nos comentários!

Liberar ou bloquear o acesso às redes sociais nas empresas?

O questionamento sobre o acesso às redes sociais durante o trabalho é um dilema presente no cotidiano de muitos gestores: proibir o acesso à redes e sites que desviam o foco e reduzem a produtividade dos colaboradores, ou permitir o acesso à esses sistemas, visando o bem estar dos colaboradores? É uma pergunta difícil de ser respondida.

Liberar o acesso às redes sociais?

O acesso às redes sociais é o fator que mais contribui para o desperdício de tempo no trabalho. No Brasil, mais de 90% dos usuários de internet possuem perfil em ao menos uma rede social e pesquisas apontam que 72% dos profissionais acessam seus perfis sociais durante o trabalho. Apesar de as redes sociais serem usadas por pessoas de todas as idades, o público jovem é que lidera o uso, inclusive no ambiente de trabalho.

Uma das coisas em que os jovens devem estar atentos e preocupados é o fato de que o ambiente de trabalho é para trabalho e quando se fica muito tempo nas rede sociais, o momento é de se repensar, pois este tipo de atitude pode ser duas coisas: ou o profissional está acomodado e não tem perspectiva de crescimento na empresa ou está muito desmotivado.

Sabemos que hoje com a grande quantidade disponível de redes, aplicativos e o rápido acesso através de inúmeros dispositivos, o acesso às redes sociais pode ocorrer de variadas maneiras. Dessa forma, o gestor deve decidir se quer ou não liberar o acesso às redes sociais, por isso é importante conhecer a sua equipe e entender como esse uso pode influenciar na produtividade.

As empresas podem adotar políticas liberais ou mais conservadoras, mas com certeza o ponto mais importante a ser considerado e trabalhado é a maturidade da equipe. Em uma equipe madura, produtiva e em compromisso com os resultados da empresa, é possível adotar uma postura mais flexível, liberando o acesso sem restrições ou em horários específicos.

O que não é recomendado para equipes sem esta maturidade, pois fará com que os colaboradores percam ainda mais o foco nas atividades da empresa e comprometam os resultados.

Nesse sentido, podemos concluir que o gestor deve buscar soluções nos dois sentidos, desenvolver métodos de manter a equipe motivada, produtiva e focada nas tarefas e resultados da empresa, mas ao mesmo tempo implementar uma política de acesso à Internet de acordo com o perfil da equipe, bloqueando o acesso para evitar desperdício de tempo e baixa produtividade, se necessário.

Bloquear o acesso às redes sociais?

Caso o gestor acredite que as redes sociais são uma ameaça para o seu negócio e para a sua equipe, pois além de prejudicar a produtividade elas também facilitam e abrem espaço para a entrada de vírus, Ransomware, phishing, entre outros problemas referentes a segurança.

Em uma situação como essa o ideal é implantar um sistema para gestão e controle da internet. Porém, o mais importante é usar do bom senso nas regras, pois o recomendado é analisar as particularidades da sua equipe e definir grupos de acesso, implementando regras de acesso de acordo com o perfil dos colaboradores e atividades desempenhadas, de forma diferente para cada grupo definido.

Por exemplo, o setor de vendas pode utilizar as redes sociais para prospecção de clientes, o setor de RH pode buscar informações sobre profissionais em redes como LinkedIn e até mesmo no Facebook, mas o restante da sua equipe não tem nenhum tipo de relação das atividades realizadas com o acesso às redes sociais.

Nesse cenário, o ideal será o acesso liberado ao setor de vendas, acesso controlado em horários específicos para o RH e o restante da equipe ter o acesso bloqueado ou ainda, como opção, liberado em algum horário específico de intervalo.

Outro ponto importante é o levantamento de informações sobre o uso da Internet, ter relatórios do que está sendo acessado e analisar essas informações em conjunto com relatórios de produtividade da equipe e entrega de tarefas, pode levar a otimização da sua política de acesso a Internet.

Faça essa experiência, com bloqueios e acessos liberados, preste atenção no comportamento dos colaboradores, compare resultados e verá como as pessoas são capazes de surpreender, tanto para o lado positivo, quanto para o lado negativo.

Você tem experiências ou sugestões sobre o bloqueio de acesso as redes sociais? Compartilhe conosco nos comentários!

Você quer um sistema para controle de acesso à internet? Conheça o Lumiun!

Atualmente boa parte dos profissionais utilizam a internet durante sua jornada de trabalho, essa é uma realidade no ambiente corporativo das empresas, porém ao mesmo tempo que a internet contribui no desenvolvimento das tarefas, o mau uso da rede pode gerar problemas e até mesmo prejuízo para as empresas.

Problemas envolvendo falhas de segurança como perda de dados e também comprometendo a produtividade da equipe, como o desperdício de tempo e redução de foco nas tarefas. Essas algumas das situações que podem ocorrer quando existe uma má utilização da internet.

Nesse cenário é importante que os diretores e gestores de TI acompanhem a produtividade da equipe e implementem na empresa uma política de utilização da internet, com soluções que permitem definir o que pode ou não ser acessado e que protejam os usuários e a empresa do acesso a sites nocivos.

Existem diferentes soluções disponíveis no mercado para o gerenciamento do acesso à internet, porém, grande maioria demanda alto investimento, envolvimento de profissionais técnicos especializados e exigem constante manutenção, atualizações e suporte. Isso faz com que essas soluções se tornem caras e muitas vezes inviáveis, principalmente para pequenas e médias empresas.

O Lumiun funciona de forma diferenciada, pois o maior objetivo é ser uma solução fácil de ser implementada e gerenciada. Sabe-se que atualmente um dos maiores problemas das empresas é a baixa produtividade e a falta de segurança e é neste segmento que o Lumiun atua, simplificado às empresas de pequeno e médio porte.

Veja algumas das principais características e vantagens do Lumiun:

  • Instalação e configuração rápida e simplificada
  • Sem necessidade de aquisição de novos equipamentos ou servidores
  • Sem necessidade de manutenção de equipamentos ou atualizações de software
  • Sem custo com profissional especializado para manutenção e suporte
  • Gerenciamento através de um painel intuitivo

Em conjunto com a facilidade no gerenciamento o serviço possui recursos que permitem uma gestão completa e flexível do acesso à internet nas empresas.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre o Lumiun e suas funcionalidades, confira o vídeo que está no início do post e Agende uma demonstração.

9 mitos sobre a produtividade nas empresas que você deve parar de acreditar

Produtividade está mais relacionado à eficiência qualitativa do que quantitativa. Por exemplo, uma empresa produtiva é aquela que produz com eficiência, com o melhor aproveitamento possível e uma pessoa é produtiva quando aproveita muito bem o seu tempo, recursos e talentos para ser eficiente em qualquer tarefa que venha a desempenhar.

Pode-se dizer que atualmente, com a situação econômica e estável do nosso país, o sonho de qualquer empreendedor ou dono de empresa é contar uma com equipe de colaboradores altamente produtivos e focados, que possam realmente oferecer resultados para a empresa e obter crescimento profissional.

Porém, muitos conceitos errados são transmitidos hoje em dia em relação a produtividade, por isso listamos 9 mitos que cercam a produtividade dos colaboradores e que quando inseridos na empresa, podem acabar prejudicando o ambiente corporativo.

 

Mito 1: Quanto maior o número de ferramentas utilizadas melhor para a produtividade

Bem pelo contrário, pois se for possível usar apenas uma ferramenta, será melhor para a produtividade. Ferramentas em grande quantidade levam ao desperdício de tempo e a procrastinação, de forma que o colaborador fica sem saber o que pode e deve ser utilizado.

A ideia de um trabalhador organizado apenas com uma agenda e algumas ferramentas de gestão é a melhor, porque dessa forma a organização fica mais fácil de ser realizada e o trabalho acaba sendo desempenhado conforme o que foi estipulado.

 

Mito 2: A produtividade tem os limites que eu quiser

Não há um limite fixo de horas que alguém possa trabalhar, mas a partir do momento que isso começar a interferir na sua vida fora do trabalho, algo está errado. Isso quer dizer que não adianta o colaborador trabalhar 24h por dia, até porque isso é humanamente impossível.

É interessante estipular horários na sua empresa, para que os funcionários produzam, mas também tenham um tempo de descanso entre uma atividade e outra, isso auxilia para a produtividade e também faz com que o colaborador não canse tanto ou acabe perdendo o interesse no seu trabalho pelo excesso de horas trabalhadas.

Existem técnicas que auxiliam para que os limites sejam impostos e os funcionários não excedam as suas horas normais de trabalho dentro da empresa. Uma dessas técnicas é a Pomodoro, que se baseia na ideia de dividir os fluxos de trabalho em blocos de concentração intensa e após o término do bloco você tem uma pausa para descanso.

 

Mito 3: Planejamento é sinônimo de produtividade

O planejamento deve ser algo que não tome mais do que cinco minutos do seu dia. Depois disso, parta para ação e deixe os planejamentos mais prolongados para os fins de semana ou períodos de férias. Porém, é importante definir metas importantes e que precisam ser atingidas durante a semana, por exemplo.

Dessa forma evita-se problemas com perda de prazos, entregas atrasadas ou que não resultam para a empresa. Além disso, é importante que exista um planejamento de toda a equipe e também de cada funcionário, de forma individualizada. Assim, cada um tem o conhecimento do que precisa realizar e os objetivos que devem ser alcançados com determinada atividade.

 

Mito 4: Sistemas devem ser rígidos

Pelo contrário. É importante adaptar os processos a realidade da sua empresa e produzir mais em menos tempo, porém, sempre mantendo a qualidade. Quando o sistema é muito rígido dentro da empresa, pode acontecer do colaborador acabar sentindo-se pressionado e não “render” o quanto deveria.

Sabe-se que antigamente o método utilizado pelos gestores para fazer com que os funcionários produzissem era em torno da pressão psicológica e muitas vezes ameaças contra a sua posição na empresa ou até mesmo ao emprego. No entanto, com o passar dos anos aconteceu o abandono radical de conhecimentos e métodos ultrapassados de trabalho, fazendo assim com que possa existir uma relação cordial entre a equipe e o gestor, facilitando a comunicação e a rotina de trabalho.

 

Mito 5: Produtividade significa mais trabalho

Se a sua equipe for mais produtiva, com certeza ficará com mais tempo disponível dentro da empresa, pois como citado anteriormente, a produtividade não tem relação alguma com mais trabalho, e sim como você trabalha e o quanto motivado se encontra para realizar as atividades dentro da empresa.

Segundo pesquisas, mais de 60% dos trabalhadores ainda acreditam que a produtividade está ligada a um aumento na quantidade de horas dentro da empresa e nas atividades exercidas. No entanto, o correto é o contrário, permanecer menos tempo dentro da empresa e entregar atividades solicitadas, da melhor forma, prezando pela qualidade e entrega nos prazos.

 

Mito 6: Quanto mais produtividade, menos criatividade

É normal que nas primeiras semanas que estiver tentando melhorar a sua produtividade, a imaginação fique um pouco afetada. Muitas pessoas dizem que isso acontece porque o fato de estar sempre seguindo o que é pré-definido, acaba por “eliminar” a sua capacidade imaginativa ou afetar a sua criatividade, tornando o seu trabalho em algo mecânico.

Porém, existe um tempo para adaptação e após esse tempo é possível sim aliar a produtividade com a criatividade, obtendo resultados excelentes e hábitos diários.

 

Mito 7: Trabalhar constantemente sob stress

No fundo, colocar alguns prazos e horas para terminar as tarefas provoca mais stress no início, mas é facilmente aliviado ao mesmo tempo em que você enxerga as suas tarefas concluídas. Geralmente quando iniciamos a ser produtivos, a relutância em mudar surge e com ela o stress de mudanças de hábitos e readequação dentro da empresa.

Entretanto, conforme a organização entre a equipe se estabelece, o stress diminui e o trabalho consegue ser desempenhado de forma fácil e tranquila.

 

Mito 8: É chato ser produtivo

Existe algo mais motivador do que ver as tarefas concluídas e ficar com mais tempo para si? A maioria das pessoas gostaria de realizar as suas atividades com qualidade, entregar na data correta e ainda por cima não ficar com trabalhos “emperrados”, onde a procrastinação acaba reinando e impedindo a realização.

Por isso é importante entender o valor da produtividade e em como a sua implantação melhora o dia a dia e a rotina de trabalho, e mesmo que a sua inserção seja um pouco “chata” e difícil inicialmente, após algum tempo a situação se estabiliza e os resultados começam a surgir.

 

Mito 9: Não nasci para ser produtivo

Ser produtivo é um hábito que se adquire ao longo da vida e raramente pode-se dizer que alguém nasceu com o dom de ser hiperprodutivo. É claro que existem pessoas que parecem ter nascido mais organizadas do que as outras, mas a verdade é que isso é o resultado dos primeiros hábitos enquanto criança ou adolescente.

A produtividade é facilmente treinável quando existe a necessidade e vontade de inseri-la no dia a dia, de forma a melhorar a qualidade de vida em todos os âmbitos.

 

Se você quer ser produtivo e manter a sua equipe produtiva e motivada deve esquecer desses mitos e focar em como melhorar a produtividade. Dessa forma é mais fácil chegar aos objetivos desejados e fazer com que a sua equipe esteja proposta a caminhar junto em busca de crescimento!