Como melhorar a baixa produtividade dos profissionais no Brasil

Você já deve ter lido ou ouvido sobre a baixa produtividade dos profissionais no Brasil. É comum matérias apontando a diferença de produtividade entre os brasileiros e americanos e estudos que mostram os índices e crescimento produtivo em diferentes países.

Essa definição de produtividade é calculada com base em quanto cada profissional contribui para o PIB (Produto Interno Bruto) em cada país. Dessa forma não nos surpreende o Brasil estar distante dos países com maior produtividade, ficando em 75º no mundo.

Confira no gráfico abaixo a colocação de cada país no quesito produtividade de cada trabalhador:

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Produtividade dos profissionais por países

Pior do que essa posição, é o fato de que o Brasil não tem evoluído em relação a produtividade dos seus profissionais. Em relação aos americanos a distância vem aumentando cada vez mais e chegando perto aos níveis de 1950, como mostra esse infográfico do Conference Board, organização americana que analisa dados de milhares de empresas em mais de 60 países.

O gráfico também mostra que os trabalhadores brasileiros ainda são mais produtivos que os chineses e indianos.

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Comparativo de produtividade de trabalhadores

Segundo especialistas, os baixos índices de produtividade no Brasil são derivados de três fatores, principalmente:

  • Baixo nível educacional e falta de qualificação técnica dos profissionais brasileiros
  • Baixo nível de recursos em relação a equipamentos e maquinário e estruturas de apoio
  • Ineficiência da economia e gargalos de infraestrutura do país
  • Falta de interesse dos profissionais em buscar melhores resultados

O baixo nível de educação no Brasil claramente é um dos limitadores para a melhoria na produção de riquezas no país. Os brasileiros estudam em média 7 anos, enquanto nos EUA são em média 12 anos de estudos, incluindo ensino superior, além da diferença na qualidade do ensino. Não por acaso que a Coreia do Sul está no topo da lista dos países mais produtivos, já que é uma das nações que mais investe em educação no mundo.

Da mesma forma, os investimentos em infraestrutura, tanto pelo mercado privado como pelo governo, é ainda muito baixo. Boa parte das empresas não investe em máquinas e equipamentos e não valoriza a criação de um bom ambiente de trabalho para os seus colaboradores, o que influencia diretamente e negativamente na produtividade da equipe e da empresa de modo geral.

A falta de interesse dos profissionais em buscar melhores resultados também é um fator determinantes para o Brasil estar com baixos níveis de produtividade, pois os profissionais brasileiros mostram-se acomodados e sem força de vontade de aperfeiçoar e aumentar os seus resultados em suas atividades.

Analisando os quatro fatores em separado, podemos perceber que os dois primeiros estão diretamente ligados a práticas de gestão das empresas e que é possível contornar essa baixa produtividade com uma postura voltada para a qualificação dos colaboradores e investimento adequando em máquinas/equipamentos e ambiente de trabalho adequando.

Portanto, cabe as empresas reverterem a média baixa de produtividade dos profissionais brasileiros, através de práticas de treinamento e qualificação dos colaboradores e investimento em equipamentos e ambiente de trabalho favorável à produção e alto desempenho dos profissionais.

Mas, os profissionais precisam demonstrar interesse em aumentar a produtividade e sua performance diante das atividades propostas. Somente dessa forma, resultante de uma união das empresas e dos profissionais que é possível melhorar essa colocação brasileira.

Agora, trazendo essa análise para a prática da estratégia e gestão nas empresas, fica claro que é possível alcançar níveis de produtividade de países como Estados Unidos e Coreia do Sul. Para isso é fundamental, primeiro, atrair profissionais com bom nível de formação e investir em qualificação permanente da equipe.

Em mais uma comparação, no EUA os profissionais recebem em média 120 horas de treinamento por ano, enquanto no Brasil a média fica em apenas 30 horas.

Além disso, é fundamental utilizar práticas de gestão para aumentar a produtividade da equipe, algumas práticas importantes são:

  • Definição de metas por equipe e colaboradores
  • Valorização do trabalho coletivo e comunicação interna
  • Explorar recursos de TI, como sistemas e equipamentos modernos
  • Gestão de tarefas e acompanhamento de resultados
  • Benefícios e bônus para os colaboradores com base em resultados apresentados

Cada uma dessas medidas tem como objetivo extrair ao máximo a capacidade dos profissionais e permitir que estes possam desempenhar suas tarefas da melhor forma.

Também é importante ressaltar que cada empresa e equipe possui características peculiares e cabe aos gestores identificar quais os pontos mais relevantes e que devem receber mais atenção quanto ao investimento no capital humano da empresa.

Em complemento ao investimento em capital humano, é necessário também investir em equipamentos infraestrutura, nesse caso as prioridades devem estar de acordo com o perfil de cada empresa, por exemplo indústrias, necessitam de máquinas modernas, equipamentos de apoio de qualidade e processos muito bem definidos.

Já ambientes de escritório o investimento passa por instalações confortáveis e recursos de tecnologia de qualidade, como equipamentos de alto desempenho, ferramentas de gestão modernas e internet de boa qualidade.

Trazendo esse tema para a utilização mais segura e produtiva da internet nas empresas, que é um dos objetivos principais dos conteúdos do nosso blog e da Lumiun Tecnologia como solução para esse fim, é necessário que os gestores entendam o quanto um bom funcionamento da rede pode contribuir na execução das tarefas.

Até mesmo a importância de gerenciar a internet para que a rede seja utilizada de forma produtiva, evitando desperdício de tempo da equipe e de recursos, priorizando os serviços e recursos relacionados às atividades da empresa. Pra saber mais entre em contato com nosso atendimento.

Concluindo, o mais importante é que as empresas e gestores assumam a responsabilidade de buscarem continuamente potencializar a sua produtividade e que para isso é fundamental investir em capital humano e infraestrutura.

Inclusive, essa estratégia de investimento é comum nas empresas que mais crescem e se desenvolvem no país, já que em um mercado cada vez mais competitivo, o diferencial muitas vezes passa a ser a eficiência da empresa, em relação aos concorrentes.

Gostou desse conteúdo? Compartilhe conosco sua experiência ou visão sobre esse tema, como você percebe que sua empresa encara essa questão de produtividade dos profissionais e o que mais pode ser feito pra alcançarmos os países que estão no topo da lista dos mais produtivos do mundo!

Ameaças Cibernéticas: porque as empresas devem se preocupar?

Não é novidade que nos últimos anos aumentaram os números de ataques virtuais contra as empresas, sendo que um dos maiores foi um ataque Ransomware, que aconteceu no último dia 12 de maio.

No entanto, percebe-se que grande parte das empresas não está criando políticas de privacidade, ou aumentando a segurança no uso da internet, em prol de evitar esse tipo de ataque ou invasão.

É o que aponta uma pesquisa realizada pela empresa Control Risks, consultoria global especializada em gestão de riscos políticos, de segurança e de integridade. O levantamento foi feito com base em dados de 482 executivos de negócios.

Segundo dados levantados pela pesquisa, 77% dos entrevistados acreditam que a diretoria da empresa é a principal responsável pela gestão de segurança cibernética das organizações. Enquanto 46% dos entrevistados acreditam que o alto escalão de executivos de suas empresas não dão a devida importância ao tema “segurança cibernética” e 31% das organizações estão muito ou extremamente preocupadas que sofrerão um ataque cibernético no próximo ano.

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Com o intuito de entender como as organizações se relacionam com a segurança cibernética, a pesquisa questionou sobre a estrutura interna das empresas e suas condições para resolver crises, ameaças e crimes virtuais e 45% afirmam que avaliar e gerenciar riscos cibernéticos são seus maiores desafios em relação à segurança cibernética.

Enquanto 32% afirmaram que as empresas nas quais atuam não realizaram no último ano uma avaliação dos riscos oferecidos por ameaças cibernéticas a seus negócios.

Em torno 28% das empresas que sofreram um ataque cibernético, enfrentaram ações reguladoras ou policiais e 26% perderam clientes.

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O levantamento aponta ainda que 35% dos entrevistados admitem que sua empresa já sofreu com uma brecha de segurança cibernética.

Outro dado que chama atenção no estudo é o de que 53% das organizações avaliam as medidas de segurança cibernéticas de parceiros e provedores apenas por meio de cláusulas contratuais. O relatório ressalta que os ataques cibernéticos aumentaram 11% no último ano, na América. A América Latina, em especial, ainda aparece como um alvo crítico de ameaças virtuais, segundo a pesquisa. Só no México, os ataques aumentaram 30%.

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Para a realização da pesquisa foram ouvidos executivos nas Américas, Europa, Ásia, Oriente Médio e África no início deste ano e deu origem ao relatório Cyber Security Landscape 2017.

Com isso, pode-se perceber que esse tema deve ser mais abordado no dia a dia das empresas em geral, em busca de encontrar estratégias e soluções que possam auxiliar no aumento da segurança na internet das empresas, evitando ataques que possam vir à trazer enormes prejuízos.

Comunicação interna nas empresas: como melhorar o relacionamento com os colaboradores

Manter uma boa comunicação entre a empresa e seus colaboradores é fundamental para a criar um ambiente corporativo saudável e produtivo. Já que é por meio da comunicação que os gestores e sócios das empresas conseguem interagir e trocar informações com suas equipes, passando para os colaboradores a visão da empresa e os objetivos do negócio, da mesma forma, é importante extrair dos profissionais sua visão sobre o ambiente de trabalho, andamento das tarefas e sugestões do que pode ser melhorado na empresa.

Quando a comunicação não é realizada de forma efetiva dentro da empresa, podem surgir inúmeros problemas, que com o tempo tendem a se agravar, prejudicando o ambiente de trabalho, a execução das tarefas, a produtividade da equipe e os resultados do negócio.

Sabe-se que em boa parte das empresas não existe uma política padronizada de comunicação interna. Porém, nas empresas que possuem, embora geralmente não se tenha um setor destinado para esta atividade, na maioria dos casos a responsabilidade fica dividida entre os setores de Recursos Humanos e Marketing.

No entanto, mesmo sendo uma atividade fundamental, muitas empresas não valorizam a importância de manter processos de comunicação interna e acabam possivelmente alcançando resultados abaixo do que poderiam alcançar se houvesse uma comunicação interna eficiente.

Pesquisa sobre comunicação interna nas empresas

Em uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), para mapear as práticas adotadas pelas organizações em relação ao seu processo de comunicação interna, foram realizadas entrevistas em 179 empresas de diversos segmentos e setores da economia, todas classificadas na lista das 1.000 maiores empresas do Brasil.

Os dados da pesquisa mostraram o crescente aumento da função estratégica desempenhado pela comunicação interna, em 50% das empresas participantes, a comunicação organizacional teve reporte direto à presidência da organização.

Para 76% das empresas participantes, a área de comunicação corporativa ocupa os níveis mais elevados na estrutura organizacional dessas empresas, sendo 34% no nível de diretoria e 34% no nível de gerência.

O que mostra a importância do engajamento dos gestores no desenvolvimento da comunicação interna da empresa. No desenvolvimento das atividades relativas à comunicação interna, 64% das empresas participantes, contam com a realização conjunta entre profissionais da equipe interna e equipe externa (fornecedores).

Analisando a pesquisa realizada pela ABERJE, podemos perceber que existe uma necessidade crescente do acompanhamento contínuo e troca de informações com os colaboradores e equipes para auxiliar e garantir os melhores resultados na aplicação da comunicação interna. O que já era necessário, nos dias atuais com a competitividade no mercado, tornou-se fundamental.

Como estabelecer uma boa comunicação interna?

Bom, você pode começar de diversas formas, o mais importante é avaliar de forma contínua o andamento dos processos de comunicação e se a troca de informações está ocorrendo como planejado.

Hoje em dia é fundamental explorar os serviços que a tecnologia oferece, agilizando e potencializando a troca de informações entre gestores, equipes e diferentes setores. Listamos algumas dessas ferramentas:

  • Sistema de intranet
  • Blog corporativo interno
  • Rede social corporativa
  • E-mail institucional, listas de e-mail e newsletter
  • Reuniões online e videoconferência
  • Serviços de comunicação instantânea como Slack, Skype ou WhatsApp

Também temos meios tradicionais e muito eficientes de comunicação:

  • Mural de recados
  • Reuniões coletivas
  • Eventos e convenções
  • Manual ou cartilha do colaborador
  • Caixa de sugestões

Como você pode perceber, são muitas formas que pode ocorrer a troca de informações internamente na sua empresa. Por isso antes de passar a utilizar qualquer forma de comunicação, é importante ter claro entre os gestores os objetivos e limites em cada processo de comunicação.

Claro que as formas que ocorrem a troca de informação mudam, principalmente pelo número de colaboradores e pela distribuição física destes na empresa. Por exemplo, se sua empresa possui apenas uma sede sem unidades ou filiais, fica mais fácil centralizar avisos em um mural de recados, em um local de convivência da equipe, o que daria muito mais trabalho em uma empresa com dezenas de unidades.

Listamos alguns passos a serem seguidos na escolha e implementação das melhores práticas de comunicação corporativa interna na sua empresa:

1 – Análise da situação atual

Antes de começar qualquer tipo de reestruturação ou implantação, é importante saber como ocorre a troca de informações entre a empresa e seus colaboradores, entre os setores e suas equipes.

O primeiro passo deve ser no sentido de entender qual é o maior problema existente na comunicação entre a empresa e os seus colaboradores. Por exemplo, quais informações do negócio são compartilhadas para os gestores, setores e colaboradores. Também é necessário avaliar a eficiência das formas de comunicação utilizadas, por exemplo quando um comunicado é emitido por algum canal de informação, verificar se todos os colaboradores de fato acessam e tomam conhecimento daquela informação.

O problema da comunicação interna pode estar no canal de comunicação utilizado, na forma de compartilhamento das informações ou no acesso dos colaboradores às informações.

2 – Definir os objetivos e responsáveis pela comunicação

A comunicação ideal para a sua empresa deve ter clareza, agilidade e simplicidade, pois dessa forma favorece o alinhamento de todos os colaboradores em relação aos procedimentos da empresa, evitando mal-entendidos e interpretações erradas.

Para alcançar esse modelo ideal, é necessário primeiro ter claro quais informações devem ser compartilhadas dentro da empresa, quem deve ter acesso a cada tipo de informação e quem será o responsável por compartilhar e acompanhar os resultados gerados. Por exemplo, o diretor de cada departamento deve ser responsável por compartilhar os objetivos estratégicos do negócio para a sua equipe e este deve garantir que as atividades do setor estejam alinhadas com esses objetivos.

3 – Definir os canais e padrões de comunicação

Como já listamos acima, há inúmeras formas de transmitir as informações da empresa entre os colaboradores. A escolha dos canais a serem utilizados deve atender o tipo de informação a ser transmitido, a urgência que a informação deve ser acessada e o nível de formalidade e garantia de acesso que cada informação exige.

Além disso, é necessário considerar o perfil e contexto de trabalho da equipe, por exemplo em um escritório de contabilidade uma informação deve ser compartilhada de forma diferente que para os operadores em uma indústria.

Listamos alguns dos canais mais utilizados e suas principais características:

Mural de recados: utilizado para divulgação de comunicados gerais da empresa, com informações que devem estar acessíveis a todos os colaboradores. É recomendado que os murais fiquem em locais de convivência na empresa, como o local de registro ponto, refeitórios ou vestiários. Também pode ser interessante criar murais de recados em cada setor/departamento da empresa, para divulgação de todas informações relacionadas somente ao setor.

E-mail: é o canal ideal para uma comunicação sem urgência (pois até 24 horas é um período de resposta aceitável) e alta formalidade (pois todas as mensagens ficam registradas para o emissor, o receptor e a própria empresa). Porém, não é ideal que o e-mail seja usado para tratar de assuntos negativos, como demissões, pois retira um pouco da pessoalidade necessária para tal situação. Para segmentar o envio de mensagens pode ser usado listas de e-mail, agrupando nas listas e-mails por setores ou hierarquia dentro da empresa.

Reuniões: as reuniões são importantes para compartilhamento e debate de informações estratégicas da empresa ou setores em específico. Nesses casos, como a informação da mensagem costuma ser altamente relevante, é interessante que exista um meio escrito acompanhando para registrar os principais pontos debatidos na reunião, por exemplo, uma ata ou documento que todos tenham acesso.

Eventos: Promover eventos é uma excelente maneira para divulgar campanhas institucionais e integrar a equipe. Por exemplo, realizar uma convenção reunindo todas equipes para treinamento e divulgação de campanhas é uma excelente maneira de motivar os colaboradores para o alcance das metas da empresa. Também é interessante promover eventos de integração em datas festivas, para estimular o relacionamento entre os profissionais.

Comunicadores instantâneos: em muitas equipes está sendo utilizado o Whatsapp como canal de comunicação, o que pode dar muito certo para o troca de informações gerais que precisam chegar rapidamente ao receptor. Por outro lado, não é indicado para mensagens complexas, que requerem um formato mais longo e explicativo. Outra boa opção de serviço de comunicação entre equipes é o Slack.

4 – Criar documentos com orientações/regras de comportamento no trabalho

Toda empresa tem (ou deveria ter) um conjunto de regras e orientações de como os colaboradores devem se comportar no ambiente de trabalho. Essas orientações podem contemplar que tipo de roupas podem ser usadas, como se relacionar com os colegas, como deve ser realizado o atendimento aos clientes, diretrizes para utilização de sistemas e realização de tarefas, horários de trabalho e intervalos e tudo mais que abrange o desempenho das atividades dentro da empresa.

É recomendado que a empresa agrupe todas essas orientações em um documento, que deve ficar acessível aos colaboradores em formato digital e impresso. Em empresas maiores, talvez seja necessário a criação de documentos específicos para cada setor/departamento, com as orientações que contemplam as atividades do departamento, por exemplo um setor de vendas, com informações sobre os serviços da empresa, padrões de atendimento e exigências em relação a utilização do sistema de vendas e lançamento de pedidos.

Como aqui na Lumiun nosso objetivo é tornar o uso da internet mais seguro e produtivo nas empresas, não podemos deixar de abordar a utilização da tecnologia no ambiente de trabalho. Para prevenir problemas de segurança como perda de dados e também evitar o desperdício de tempo dos colaboradores, sugerimos a criação de um documento com diretrizes em relação ao uso dos celulares para atividades pessoais e também que tipos de conteúdos e sites podem ser acessados durante o trabalho. Inclusive, fornecemos um modelo de documento que pode ser utilizado na sua empresa.

Concluindo, como já falamos, manter uma boa comunicação interna nas empresas é fundamental para criar um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

Para que isso ocorra, não é necessário grande investimento ou esforço, basta definir os objetivos claramente, que tipo de informações devem ser compartilhadas, quem pode/deve ter acesso a cada informação e quem são os responsáveis por compartilhar e monitorar os resultados da comunicação.

O conteúdo do artigo foi relevante pra você? Compartilhe conosco nos comentários como sua empresa se faz para manter uma boa comunicação com os colaboradores e qual o impacto no ambiente de trabalho e produtividade!

8 benefícios gerados pelo controle de acesso à internet nas empresas

No ambiente de trabalho atual das empresas, boa parte dos colaboradores permanecem conectados à Internet durante praticamente todo o tempo de trabalho, pois cada vez mais as tarefas são realizadas via sistemas, e-mail, planilhas e através da internet, o que agiliza as atividades e entrega de tarefas.

Porém, ao mesmo tempo, os colaboradores podem usar a internet de forma indevida e esse mau uso pode gerar inúmeros problemas e prejuízos para as empresas. Sem nenhum tipo de controle ou política de acesso a Internet, é normal que os colaboradores utilizem o tempo de trabalho acessando o e-mail pessoal, perfis em redes sociais, vídeos no Youtube, ouçam rádio, usem comunicadores instantâneos, pesquisem sobre assuntos de seu interesse pessoal e várias outras atividades sem relação com o trabalho.

Portanto, o controle do acesso a Internet nas empresas é uma política fundamental na gestão de equipes e recursos de tecnologia, pois evita vários problemas de segurança, reduz desperdício de tempo e aumenta o foco e produtividade dos profissionais. Veja abaixo os principais benefícios e vantagens que o controle ou bloqueio de acesso à Internet proporciona às empresas:

Maior produtividade e qualidade nas tarefas

Sem o desperdício de tempo na internet, os colaboradores passam a executar mais tarefas durante o trabalho e, ao mesmo tempo, conseguem gerar melhores resultados para a empresa. O resultado do trabalho passa a ser executado com maior concentração, o que é fundamental para a qualidade do trabalho desenvolvido.

Foco nas tarefas da empresa

É comum acessar o e-mail pessoal e abrir o perfil nas redes sociais inúmeras vezes ao dia, isso gera distração e falta de foco durante a execução de uma atividade. Com restrições no uso da internet, é possível evitar essas interrupções no trabalho e garantir que o colaborador mantenha-se focado nas atividades relacionadas à empresa.

Proteção contra ameaças na internet

Segurança é fundamental quando se fala em acesso a internet em ambientes corporativos. Pois a rede é repleta de ameaças, e falhas de segurança podem trazer prejuízos relevantes nas empresas, como a perda de dados e custo com reparos de equipamentos e sistemas. Com um bom serviço de gerenciamento de acesso a internet é possível proteger a rede do acesso a sites nocivos.

Menor ocorrência de problemas com vírus e malwares

Hoje em dia a maioria dos vírus de computadores são instalados a partir do acesso a sites nocivos, esse acesso pode ocorrer através de um clique em um link de uma mensagem falsa de e-mail ou spam, ou pela falta de atenção e responsabilidade durante a navegação. É possível evitar o acesso a esses sites controlando a navegação, protegendo a rede de sites com baixa reputação e nocivos e assim reduzindo a incidência de problemas com vírus e malwares.

Internet mais rápida

Internet de boa qualidade ainda é um problema no Brasil, principalmente para as empresas que utilizam cada vez mais a rede. Combinado a essa velocidade de internet limitada, imagine seus colaboradores assistindo vídeos, ouvindo rádio, transferindo arquivos pesados e acessando as redes sociais e sites diversos durante o trabalho, com certeza esses acessos sem relação com o trabalho consomem a maioria do tráfego da sua rede e outras tarefas mais importante ficam prejudicadas. Com o bloqueio de sites de vídeos, rádios e outros, toda conexão de internet fica disponível para as atividades da empresa.

Monitoramento e informações sobre a utilização da internet

Além de criar regras de navegação para os colaboradores, é fundamental saber o que está sendo acessado. Com um serviço completo de gerenciamento de acesso é possível obter relatórios detalhados dos sites acessados, por horário, por usuários ou por equipamentos. Essas informações são importantes para verificar o comprometimento e responsabilidade dos colaboradores e servir como justificativa para possíveis penalidades.

Melhor desempenho dos sistemas e computadores

Com melhor desempenho da internet e sem a execução de programas no computador para acesso a vídeos, rádios, redes sociais e sites variados, os sistemas e computadores ficam com mais recursos disponíveis, com isso o desempenho melhora e o uso se torna mais estável e produtivo. Além disso, podem ser evitados problemas de segurança como instalação de vírus, que podem deixar os computadores lentos e até mesmo comprometer o funcionamento da rede.

Menos custos com manutenção de equipamentos

Com a rede e o acesso à internet protegido de ameaças, evita-se problemas de lentidão e falhas nos computadores, ocasionados geralmente pela instalação de vírus oriundos do acesso a sites nocivos. Problemas desse tipo são frequentes, pois recebemos diariamente inúmeras mensagens de spam com links maliciosos, onde basta um clique para infectar e comprometer o computador. Esses problemas geram despesas com a manutenção dos equipamentos e ociosidade dos colaboradores, mas podem ser evitados com o controle de acesso à Internet.

Como podemos perceber, são muitos os benefícios que o controle de acesso à internet pode trazer para a sua empresa. Mas o mais importante é entender que medidas como essas são a favor de todos os envolvidos, tanto a empresa, que otimiza a produtividade da equipe e reduz custos, como os colaboradores comprometidos, que podem executar seu trabalho com maior profissionalismo e gerar melhores resultados.

Na implementação de uma política de controle de acesso, também é importante buscar equilíbrio e bom senso nas restrições, o ideal é liberar o acesso de acordo com as responsabilidades e atividades de cada colaborador ou equipe e até mesmo definir alguns horários de intervalo, onde sites de entretenimento e atividades pessoais possam ser realizadas, esse tempo pode ser importante para descanso e relaxamento do colaborador, o que vai contribuir para a sua maior produtividade quando estiver focado no seu trabalho.

Você possui restrição e controle de acesso à internet na sua empresa? Após implementar essa política, houve melhora no rendimento dos colaboradores? Deixe um comentário compartilhando suas experiências.

Gestão e controle de acesso à internet para pequenas e médias empresas

Atualmente boa parte dos profissionais utilizam a internet durante a sua jornada de trabalho, essa é uma realidade no ambiente corporativo das empresas. Ao mesmo tempo que a internet contribui no desenvolvimento das tarefas, o mau uso da rede pode gerar inúmeros problemas.

Muitas empresas sofrem prejuízos pela má utilização da internet, principalmente envolvendo falhas de segurança como perda de dados e também comprometendo a produtividade da equipe, com o desperdício de tempo e redução de foco nas tarefas.

Pesquisas apontam que o tempo desperdiçado pelos colaboradores na internet pode chegar a 30% durante o trabalho. Já as despesas com falhas de segurança aumentaram 35% no último ano nas empresas, segundo pesquisa da PwC. Outra pesquisa da Triad constatou que 72% dos profissionais gastam em média 3 horas por dia na internet

Nesse cenário é importante que os diretores e gestores de TI acompanhem a produtividade da equipe e implementem na empresa uma política de utilização da internet, com soluções que permitam definir o que pode ou não ser acessado e que protejam os usuários do acesso à sites nocivos.

A gestão e controle do acesso à internet gera inúmeros benefícios para as empresas:

  • Gestão, segurança e proteção contra ameaças na internet
  • Menor risco de perda de informações e problemas com vírus
  • Redução do desperdício de tempo na internet pela equipe
  • Aumento da produtividade, qualidade e foco nas tarefas
  • Redução de despesas com manutenção de equipamentos
  • Informações e dados mais apurados sobre o uso da internet
  • Melhoria no desempenho da rede, sistemas e recursos de tecnologia

Existem diferentes soluções disponíveis no mercado para fazer a gestão e controle do acesso à internet, porém, grande maioria demandam alto investimento, envolvimento de profissionais técnicos especializados e exigem constante manutenção, atualizações e suporte frequente. Isso faz com que essas soluções se tornem caras e muitas vezes inviáveis, principalmente para pequenas e médias empresas.

Com o propósito de preencher essa lacuna no mercado e oferecer uma solução acessível e simplificada às empresas de pequeno e médio porte que o Lumiun atua, pois o serviço é baseado em nuvem e com forte diferencial na facilidade de implementação e gerenciamento do sistema.

Veja algumas das principais características e vantagens do Lumiun:

  • Instalação e configuração rápida e simplificada
  • Sem necessidade de aquisição de novos equipamentos ou servidores
  • Sem necessidade de manutenção ou atualizações de software
  • Sem custo com profissional especializado para manutenção e suporte do sistema
  • Gerenciamento em nuvem, acessível via internet em qualquer lugar ou dispositivo móvel

Em conjunto com a facilidade no gerenciamento, o serviço possui recursos que permitem uma gestão completa e controle do acesso à internet nas empresas.

Com o Lumiun é possível implementar diferentes políticas de acesso à internet, por exemplo, para bloquear conteúdos inadequados como pornografia ou redes sociais, basta marcar o botão para a categoria desejada.

As regras podem ser flexíveis, por usuários, equipamentos e horários. Além disso, o sistema gera relatórios analíticos sobre o uso da rede, permitindo ao gestor tomar decisões assertivas no sentido de otimizar a segurança e a produtividade da empresa na internet.

Lumiun - painel de controle
Imagem do dashboard do Lumiun, com informações gerais sobre o uso da internet.

Principais funcionalidades da solução:

  • Regras de acesso por categorias de conteúdo e sites específicos
  • Regras de acesso por grupos de usuários ou equipamentos
  • Definição de horários de liberação por categoria
  • Controle de velocidade de tráfego por grupo
  • Proteção contra ameaças na internet
  • Acesso à internet com autenticação de usuários
  • Recurso de Wi-fi, com gerenciamento integrado ao painel de controle
  • Gerenciamento integrado de várias redes ou unidades

A implementação é rápida, bastando ligar o Lumiun Box na rede, a partir disso o serviço já entra em operação e todo gerenciamento é feito por meio do painel de controle na nuvem. A interface é simples e amigável, e pode ser utilizada por qualquer usuário, sem necessidade de conhecimento técnico especializado na área de tecnologia.

Lumiun - controle de acesso à internet
Imagem do painel onde são realizadas as definições das regras de acesso.

O serviço é comercializado em diferentes planos (Profissional, Corporativo e Enterprise), para atender as diferentes necessidades dos gestores e empresas em todo o Brasil.

Caso você tenha interesse em saber mais sobre o Lumiun ou até mesmo Agendar uma Demonstração do sistema, entre em contato com nossos consultores pelo e-mail ou no telefone (11) 4950-6962.

10 hábitos negativos que comprometem a produtividade dos profissionais e o impacto para as empresas

Apesar da tecnologia ser uma aliada das empresas e dos profissionais, também pode se tornar a principal responsável pela baixa produtividade dos colaboradores nas empresas.

Uma pesquisa realizada pela CareerBuilder apontou que a internet e os celulares são os principais vilões quando falamos de queda de produtividade nas equipes, 75% das empresas estimam que seus colaboradores  percam aproximadamente duas ou mais horas de trabalho com redes sociais e atividades não produtivas na internet ou no celular.

Quando os profissionais trabalham conectados na internet ou próximos dos seus smartphones, ficam a um clique de distância de distrações tentadoras da sua vida pessoal, como conversar com amigos e familiares, acessar as redes sociais ou buscar conteúdos de interesse pessoal. Essa alta conectividade que a tecnologia oferece não é por si só negativa, mas precisa ser devidamente gerenciada, tanto pelo próprio profissional quanto pela empresa.

Para resolver esse problema, os gestores precisam criar uma cultura de bom uso da internet no ambiente corporativo, primeiramente mantendo um diálogo aberto com os colaboradores sobre as consequências do desperdício de tempo. Também podem ser utilizadas ferramentas de gestão para controlar e otimizar o uso dos recursos de tecnologia e definir estratégias em conjunto com a equipe para que a produtividade se mantenha em alto nível.

Pesquisa sobre produtividade dos profissionais

Na pesquisa, 19% dos gestores informaram que acham que seus colaboradores são produtivos menos de 5 horas por dia durante todo o expediente, ou seja, apenas 62% do tempo de trabalho, aproximadamente. Ao definirem o principal culpado, 55% consideram que o principal hábito que leva ao desperdício do tempo dos colaboradores é o uso do celular para troca de mensagens pessoais e uso de mensageiros instantâneos. Veja a lista completa dos hábitos que mais prejudicam a produtividade nas empresas:

  1. Uso do celular para troca de mensagens
  2. Navegação na internet
  3. Conversa e fofoca entre os colaboradores durante o expediente
  4. Acesso às redes sociais (Facebook, Twitter, LinkedIn…)
  5. Distrações geradas pelos colegas de trabalho
  6. Intervalos para lanches ou cigarro
  7. Uso do e-mail pessoal
  8. Reuniões desnecessárias e improdutivas
  9. Excesso de barulho interno e externo
  10. Espaço de trabalho inadequado ou limitado para o exercício das atividades
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10 hábitos que mais comprometem a produtividade dos profissionais no trabalho, segundo pesquisa.

Impacto da baixa produtividade nas empresas

Nas empresas, considerando um mercado cada vez mais competitivo, onde muitas vezes a produtividade e eficiência podem fazer a diferença entre o saldo positivo ou negativo nos resultados, qualquer desperdício de recursos, principalmente em relação aos colaboradores, pode ter um forte impacto para a empresa como um todo.

Para os gestores das empresas que participaram da pesquisa, esses hábitos e a redução na produtividade têm impacto bastante negativo nas empresas, vejamos os principais:

  1. Comprometimento na qualidade das tarefas realizadas: 48%
  2. Piora no relacionamento da equipe devido a tarefas não realizadas: 38%
  3. Desgaste na relação entre empresa e empregador: 28%
  4. Prazos das tarefas não cumpridos: 27%
  5. Redução nas receitas: 26%
  6. Relacionamento com o cliente prejudicado: 20%

Além dos problemas listados, ainda podem ocorrer problemas de segurança, como perda de informações ou comprometimento dos recursos de tecnologia. Muitas vezes a velocidade de internet fica comprometida por conta do uso indevido desses recursos.

A pesquisa também mostrou que 76% das empresas definiram regras ou limites para resolver esse problema, 36% das empresas passaram a controlar o acesso à internet, definindo o que pode ou não ser acessado pelos colaboradores, e 25% proibiram o uso do celular para chamadas e atividades pessoais, sendo permitido somente em casos de emergência.

Desperdício de tempo

Para auxiliar os gestores, temos disponível uma calculadora que permite estimar o custo do desperdício de tempo dos colaboradores. Dessa forma, fica mais fácil definir algum tipo de solução para a baixa produtividade, em busca de melhorar o ambiente corporativo.

Claro que o impacto pode variar muito em cada empresa, por isso o mais importante é que os gestores monitorem a produtividade da sua equipe e reconheçam esse problema de desperdício de tempo como uma realidade, para que possam ser tomadas medidas, no sentido de evitar qualquer impacto negativo nos resultados da empresa.

Esse é um tema sempre polêmico e exige muito bom senso na definição das estratégias para manter a equipe sempre produtiva e motivada, sem causar frustração nos colaboradores ou criar um ambiente de trabalho negativo.

Na sua empresa, como é tratada essa questão de desperdício de tempo e uso da internet e celulares pelos colaboradores? Compartilhe sua experiência e opinião nos comentários!

Passo a passo: como criar um manual de ética e bom uso da Internet no trabalho

Como evitar que a Internet prejudique a produtividade dos colaboradores e das equipes sem ter que privá-los do acesso ao universo digital, tão importante para acompanhar novidades, inovações e fazer contatos? Esse é um dilema que a maioria das organizações e gestores de equipes e TI enfrentam atualmente.

Estudos e pesquisas apontam que os colaboradores gastam, em média, 30% do tempo de navegação em sites sem qualquer relação com a atividade profissional. Além de representar prejuízo financeiro direto para a empresa, pelo desperdício de tempo e uso de recursos de tecnologia e Internet, a banda consumida pode comprometer a velocidade da Internet e atividades do restante da equipe, o que acaba resultando em um duplo prejuízo para o empregador.

Mas como lidar com a situação? Impedir a navegação na Internet não é uma prática recomendada, pois é praticamente impossível uma empresa e seus colaboradores ficarem desconectados. Por outro lado, liberar o acesso sem limites a qualquer site ou serviço online, pode trazer riscos, gerar problemas ou comprometer o desempenho da equipe e da segurança de informações da empresa.

Portanto, uma boa alternativa está na elaboração de regras para utilização da Internet na empresa, através de um Manual ou cartilha. Esse documento irá ajudar a adequar comportamentos, práticas e ações de todos os colaboradores, resguardando a companhia contra possíveis contratempos.

O grande desafio porém, é encontrar o ponto de equilíbrio entre a defesa dos interesses da empresa e o respeito à privacidade dos colaboradores. Para evitar que ocorram abusos de ambas as partes, o ideal é que o manual seja elaborado por uma comissão composta por representantes de diversas áreas da empresa. Assim, é possível ter um documento de autoria coletiva e com a participação dos próprios usuários da Internet.

O trabalho de elaboração e aplicação do manual deve ser realizado em etapas, que podem ser:

Etapa 1: Definição da equipe/comissão responsável

A participação deve ser estimulada pela direção da empresa, com o envio de sugestões e necessidades por parte dos colaboradores de todas as áreas e setores. Os responsáveis devem ser de diferentes áreas da empresa, sendo indispensável a participação dos gestores do setor de Recursos Humanos e Tecnologia da Informação.

Etapa 2: Definição de regras e política de acesso

Os responsáveis pela elaboração do manual, seguindo as orientações do gestor de RH e TI, devem definir quais serão as regras de acesso à Internet, quais os tipos de conteúdos e sites podem ser acessados e quais estarão bloqueados. A sugestão é manter o equilíbrio e flexibilidade entre as necessidades da empresa e dos colaboradores.

Por exemplo, definir horários para acesso à determinados sites, como redes sociais, comunicadores instantâneos e e-mail pessoal, também é recomendado a criação de grupos de usuários, com regras de acordo com suas necessidades e perfil de atividades, por exemplo, os setores de imprensa, comunicação e marketing pode ter acesso mais amplo à redes sociais e o setor administrativo aos conteúdos técnicos sobre a área de contabilidade e administrativa.

Etapa 3: Elaboração do manual

O documento deve apresentar de forma explicativa e clara os seguintes pontos:

  • Usos permitidos para a internet e o e-mail corporativo;
  • Práticas proibidas e regras de acesso, detalhando o que não pode ser acessado;
  • Alerta para a possibilidade de monitoramento da navegação do colaborador;
  • Formas adequadas para mencionar a empresa nas redes sociais e sites;
  • Direitos dos colaboradores no que se refere à privacidade;
  • Sanções e penalidades para quem descumprir as regras estabelecidas no manual;
  • Tipos de dispositivos que podem ser utilizados nos computadores da empresa, conexão do smartphone, fones de ouvido e pendrive;
  • Tipo de conteúdo que pode ser salvo nos computadores da empresa.

Etapa 4: Elaboração de documento com política de uso da tecnologia da empresa

Ao implementar um política de gerenciamento de acesso à internet e de uso dos recursos de tecnologia, é necessário que a empresa formalize esse procedimento e informe os colaboradores. Para isso é importante a criação de um documento que detalhe as regras e condições de uso da internet e equipamentos de tecnologia, informe as penalidades no caso de descumprimento das regras e formalize o conhecimento do profissional em relação à política da empresa.

Você pode utilizar na sua empresa esse modelo de documento de política de uso da internet para empresas.

É importante que os colaboradores assinem esse documento comprovando sua ciência, resguardando assim a empresa no caso de alguma argumentação ou problemas com invasão de privacidade.

Etapa 5: Definição de ferramenta para controle e monitoramento

Para que a política de bom uso da Internet seja implementada e funcione corretamente, é imprescindível utilizar algum serviço para o controle e monitoramento do acesso à Internet. Através dessa ferramenta devem ser implementadas as regras de acesso definidas no manual e também é possível fazer o monitoramento da navegação dos seus colaboradores.

Através de relatórios e gráficos de acesso e navegação é possível verificar se as regras estão sendo seguidas pelos colaboradores e utilizar essas informações para comprovar o uso indevido e justificar as sanções e penalidades previstas no manual.

Há inúmeras alternativas de ferramentas e serviços para o gerenciamento do acesso à Internet, desde servidores locais com Linux e serviços de Proxy/Firewall, soluções personalizadas como Dell SonicWall, Fortinet Fortigate e vários outros, programas de controle a serem instalados nos computadores, até soluções mais modernas baseadas em nuvem como Open DNS e Lumiun Tecnologia.

Etapa 6: Divulgação do manual

Todos os colaboradores devem receber uma cópia do manual. Se possível, a empresa deve organizar uma atividade na qual o documento será apresentado, definindo a data que entra em vigor a política descrita no manual. Esse momento pode ser o início da campanha de conscientização sobre o uso responsável da Internet no ambiente corporativo. A companhia criará as condições para que o manual esteja disponível a qualquer momento via internet, em murais ou no setor de Recursos Humanos.

Etapa 7: Orientação e treinamento

O documento com a política de uso da Internet deve integrar o material recebido por todos os novos colaboradores, junto com as devidas orientações quanto às condições e regras de uso da internet e recursos de tecnologia na empresa. Cabe ao setor de Recursos Humanos destacar a importância do cumprimento das normas estabelecidas no manual.

A aplicação do manual deve ser alvo de campanhas permanentes por parte da empresa. O setor de RH tem papel fundamental na disseminação da cultura de uso responsável dos recursos de tecnologia da empresa, não apenas da Internet. Temas como download de material pirata (CDs, DVDs, games e softwares), disseminação de material pornográfico ou crimes relacionados ao ambiente digital devem fazer parte de seminários, cursos e atividades de treinamento para os colaboradores.

Etapa 8: Sanções e penalidades

O objetivo da implantação de uma política de bom uso da Internet não deve ser punir os colaboradores, mas criar a cultura de utilização responsável da tecnologia. Por isso, não é aconselhável aplicar as sanções abruptamente. Durante um período de adaptação, é recomendado informar os colaboradores caso não estejam cumprindo as regras previstas no manual. Se a prática de mau uso se mostrar recorrente, a empresa deve então aplicar as sanções e penalidades previstas.

Empresa e colaboradores têm responsabilidades e direitos quando o assunto é a utilização da internet e da tecnologia. Esclarecer os papéis de cada um e promover o bom uso da tecnologia gera benefícios a todas as partes. A elaboração adequada de uma política de uso da Internet e um manual para sua documentação deve ter como finalidade a formação de uma cultura corporativa, no sentido de beneficiar todos envolvidos, os colaboradores se tornando mais produtivos e a empresa melhorando seus resultados.

Se você tem alguma experiência semelhante na sua empresa, compartilhe conosco nos comentários!

Liberar ou bloquear o acesso às redes sociais nas empresas?

O questionamento sobre o acesso às redes sociais durante o trabalho é um dilema presente no cotidiano de muitos gestores: proibir o acesso à redes e sites que desviam o foco e reduzem a produtividade dos colaboradores, ou permitir o acesso à esses sistemas, visando o bem estar dos colaboradores? É uma pergunta difícil de ser respondida.

Liberar o acesso às redes sociais?

O acesso às redes sociais é o fator que mais contribui para o desperdício de tempo no trabalho. No Brasil, mais de 90% dos usuários de internet possuem perfil em ao menos uma rede social e pesquisas apontam que 72% dos profissionais acessam seus perfis sociais durante o trabalho. Apesar de as redes sociais serem usadas por pessoas de todas as idades, o público jovem é que lidera o uso, inclusive no ambiente de trabalho.

Uma das coisas em que os jovens devem estar atentos e preocupados é o fato de que o ambiente de trabalho é para trabalho e quando se fica muito tempo nas rede sociais, o momento é de se repensar, pois este tipo de atitude pode ser duas coisas: ou o profissional está acomodado e não tem perspectiva de crescimento na empresa ou está muito desmotivado.

Sabemos que hoje com a grande quantidade disponível de redes, aplicativos e o rápido acesso através de inúmeros dispositivos, o acesso às redes sociais pode ocorrer de variadas maneiras. Dessa forma, o gestor deve decidir se quer ou não liberar o acesso às redes sociais, por isso é importante conhecer a sua equipe e entender como esse uso pode influenciar na produtividade.

As empresas podem adotar políticas liberais ou mais conservadoras, mas com certeza o ponto mais importante a ser considerado e trabalhado é a maturidade da equipe. Em uma equipe madura, produtiva e em compromisso com os resultados da empresa, é possível adotar uma postura mais flexível, liberando o acesso sem restrições ou em horários específicos.

O que não é recomendado para equipes sem esta maturidade, pois fará com que os colaboradores percam ainda mais o foco nas atividades da empresa e comprometam os resultados.

Nesse sentido, podemos concluir que o gestor deve buscar soluções nos dois sentidos, desenvolver métodos de manter a equipe motivada, produtiva e focada nas tarefas e resultados da empresa, mas ao mesmo tempo implementar uma política de acesso à Internet de acordo com o perfil da equipe, bloqueando o acesso para evitar desperdício de tempo e baixa produtividade, se necessário.

Bloquear o acesso às redes sociais?

Caso o gestor acredite que as redes sociais são uma ameaça para o seu negócio e para a sua equipe, pois além de prejudicar a produtividade elas também facilitam e abrem espaço para a entrada de vírus, Ransomware, phishing, entre outros problemas referentes a segurança.

Em uma situação como essa o ideal é implantar um sistema para gestão e controle da internet. Porém, o mais importante é usar do bom senso nas regras, pois o recomendado é analisar as particularidades da sua equipe e definir grupos de acesso, implementando regras de acesso de acordo com o perfil dos colaboradores e atividades desempenhadas, de forma diferente para cada grupo definido.

Por exemplo, o setor de vendas pode utilizar as redes sociais para prospecção de clientes, o setor de RH pode buscar informações sobre profissionais em redes como LinkedIn e até mesmo no Facebook, mas o restante da sua equipe não tem nenhum tipo de relação das atividades realizadas com o acesso às redes sociais.

Nesse cenário, o ideal será o acesso liberado ao setor de vendas, acesso controlado em horários específicos para o RH e o restante da equipe ter o acesso bloqueado ou ainda, como opção, liberado em algum horário específico de intervalo.

Outro ponto importante é o levantamento de informações sobre o uso da Internet, ter relatórios do que está sendo acessado e analisar essas informações em conjunto com relatórios de produtividade da equipe e entrega de tarefas, pode levar a otimização da sua política de acesso a Internet.

Faça essa experiência, com bloqueios e acessos liberados, preste atenção no comportamento dos colaboradores, compare resultados e verá como as pessoas são capazes de surpreender, tanto para o lado positivo, quanto para o lado negativo.

Você tem experiências ou sugestões sobre o bloqueio de acesso as redes sociais? Compartilhe conosco nos comentários!

Gestão e controle do uso da internet: mais segurança e produtividade para a sua empresa!

Hoje em dia, grande parte dos profissionais utiliza a internet durante sua jornada de trabalho para desempenho de suas tarefas, essa é a realidade no ambiente de trabalho das empresas atualmente, tanto em empresas de grande porte como nas pequenas e médias.

Da mesma forma que a tecnologia, os sistemas e a alta conectividade contribuem na execução das atividades nas empresas, o mau uso da tecnologia e da internet pode gerar inúmeros problemas e até mesmo prejuízos para as empresas, principalmente em relação a falhas na segurança da informação, que podem levar a perda de dados. O desperdício de tempo, a falta de foco no trabalho e a baixa produtividade da equipe também são problemas cada vez mais presentes no ambiente de trabalho.

Pesquisas demonstram que o tempo gasto na internet pelos colaboradores com atividades pessoais pode chegar a 30% durante a jornada de trabalho. Já as despesas com falhas de segurança da informação aumentaram 35% no último ano nas empresas, segundo pesquisa da PwC. Sem falar no crescente risco de ataques de Ransomware, que chamaram a atenção em todo o mundo no último dia 12 de maio, e vêm se intensificando cada vez mais.

A principal porta de entrada para os incidentes de segurança como ataques de Ransomware, são os usuários, que acabam clicando em links de e-mails falsos ou nocivos, o que faz com que os vírus se instalem.

Em relação a falta de foco e baixa produtividade dos colaboradores, são muitas as formas de distração na internet durante o trabalho, com o acesso às redes sociais, uso de smartphones, acesso ao e-mail pessoal, sistemas de comunicação instantânea como o WhatsApp, sites de compras, jogos, entretenimento e muito mais.

Em levantamento que desenvolvemos aqui na Lumiun Tecnologia, onde foram analisados aproximadamente 280 milhões de registros de acessos à internet de 2.000 profissionais distribuídos em 50 empresas de todas regiões do Brasil, durante todo o ano de 2016, foi constatado que somente o Facebook representa 14,5% dos acessos à internet nas empresas, serviços de comunicação como Skype e WhatsApp representam 10% dos acessos e sites de conteúdo como Globo.com e UOL 7,3%. O levantamento também mostrou que 2% de todos acessos ocorrem a sites potencialmente nocivos, o que mostra o quanto as empresas estão vulneráveis a incidentes com falhas de segurança da informação e perda de dados. O levantamento completo está disponível para download.

Nesse contexto, é fundamental que os diretores e gestores de TI acompanhem a produtividade da equipe e dos colaboradores e busquem implementar na sua empresa uma política de utilização segura e produtiva da internet. Primeiro orientando os profissionais sobre os riscos de segurança e produtividade e também utilizando soluções que permitam monitorar o que está sendo acessado e definir regras de acesso, quando necessário.

Os benefícios gerados por uma boa gestão do uso da internet nas empresas são muitos:

  • Segurança e proteção contra ameaças na internet
  • Menor risco de perda de informações e problemas com vírus
  • Redução de desperdício de tempo na internet pela equipe
  • Aumento da produtividade, qualidade e foco nas tarefas
  • Redução de despesas com manutenção de equipamentos
  • [Relatórios com informações e dados sobre o uso da internet
  • Melhoria no desempenho da rede, sistemas e recursos de tecnologia

No mercado existem inúmeros serviços disponíveis para segurança e controle do uso da internet nas empresas, como soluções de proxy/squid com servidores Linux, pfSense, e soluções de appliance como Sonic Wall, Fortinet FortiGate e tantos outros. Porém a maioria das soluções demandam alto investimento, alto envolvimento de profissionais técnicos especializados e exigem constante manutenção, atualizações e suporte. Isso faz com que essas soluções se tornem caras e muitas vezes inviáveis, principalmente para as pequenas e médias empresas.

Considerando esse cenário e a necessidade que as PMEs também têm de otimizar a produtividade da equipe na internet e manter o uso da rede seguro, a Lumiun Tecnologia é uma solução acessível e simplificada de gestão do uso da internet voltada para pequenas e médias empresas. O serviço é todo baseado em nuvem e com forte diferencial na facilidade de implementação e gerenciamento do serviço.

Listamos algumas das principais características e vantagens da Lumiun:

  • Instalação e configuração rápida e simplificada
  • Sem necessidade de aquisição de equipamentos ou servidores
  • Sem necessidade de manutenção de equipamentos ou atualizações de software
  • Sem necessidade de instalação e configuração de equipamentos da rede
  • Sem custo com profissional especializado para manutenção e suporte
  • Gerenciamento em nuvem, acessível via internet em qualquer lugar ou dispositivo

Em conjunto com a facilidade no gerenciamento o serviço possui recursos que permitem uma gestão completa e flexível do acesso à internet nas empresas, permitindo uma gestão eficiente do uso da internet, de forma muito simples, prática e bastante acessível.

Com o serviço é possível implementar diferentes políticas de acesso à internet, por exemplo, para bloquear conteúdos inadequados como pornografia, redes sociais ou jogos, basta marcar o botão de “Bloquear acesso” para a categoria desejada. As regras podem ser flexíveis, por usuários, equipamentos e horários. Além disso, o sistema gera relatórios detalhados e analíticos sobre o uso da rede, permitindo ao gestor tomar decisões assertivas dentro do propósito de tornar o uso da internet mais seguro e produtivo na sua empresa.

Listamos também algumas das principais funcionalidades da solução:

  • Regras de acesso por categorias de conteúdo e sites específicos
  • Regras de acesso por grupos de usuários ou equipamentos
  • Definição de horários de liberação por categoria de conteúdo e sites específicos
  • Controle de velocidade de tráfego por grupos e usuários
  • Proteção contra o acesso à sites nocivos e ameaças na internet
  • Acesso à internet com autenticação de usuários
  • Recurso de Wi-Fi, com gerenciamento integrado ao painel de controle
  • Gerenciamento integrado de várias redes ou unidades
lumiun_painel_de_controle
Dashboard do painel de controle da Lumiun Tecnologia.

A implementação e configuração do serviço é bastante simples, podendo ser realizada inclusive por usuários sem conhecimento técnico de TI. E todo o gerenciamento é feito através do painel de controle em nuvem, que possui uma interface muito simples e intuitiva, além de poder ser acessado de qualquer local ou dispositivo. O serviço é oferecido em diferentes planos e formas de contratação, para atender as diferentes necessidades dos gestores e empresas no Brasil.

Mais informações e detalhes sobre os benefícios e funcionalidades estão disponíveis www.lumiun.com/beneficios-e-vantagens, é possível solicitar uma demonstração on-line para conhecimento de todos detalhes da solução. Os contatos para testes e contratação podem ser feitos pelo e-mail comercial@lumiun.com ou no telefone (11) 4950-6962.

Aqui no nosso blog disponibilizamos conteúdo para diretores de empresas e gestores de TI que buscam ter mais proteção contra as ameaças da internet, otimizar a governança de TI e também melhorar a produtividade dos colaboradores.